Votar, sim; Votar, não. Votar, sempre; Votar decide. Votar, votar, votar. Não votar é dar aos outros o comando das nossas ideias e opiniões, é pemitir que mandem em nós como se fossemos bonecos articulados por fantoches que se aproveitam da política sem olhar a meios, como se o povo (eleitores) vivesse na escuridão da vida.
Amanhã, 26 de maio, é dia de ELEIÇÕES EUROPEIAS, a escolha de quem vai representar Portugal no Parlamento Europeu nos próximos cinco anos. A campanha eleitoral que ontem terminou bem podemos dizer que foi imoral, vergonhosa, a roçar a mais baixa mediocridade, A política no seu pior estado cultural. Perderam-se tempos de antena a deambular para a escaramuça política e pouco se falou da Europa que precisamos conhecer melhor.
Votar para limpar a doença partidária, os políticos que tanto criticamos e com sobejas razões. Nem tanto pelos 15 mil euros limpos que o eurodeputado ganha por mês (um escândalo para todos os portugueses, desde o presidente da República ao comum dos assalariados) mas sobretudo pela inabilidade dos seus actos. VOTAR É MUITO MAIS QUE UM DEVER, É ASSUMIR E MOSTRAR A NOSSA OPINIÃO. A abstenção é dar aos outros o que a nós pertence! VOTAR, PARA BEM DE TODOS NÓS.

João Godim
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