
As máquinas de escrever eram um luxo nas redacções dos jornais. Deixava-se de escrever nos linguados em papel acastanhado, com lápis, com esfereográfica ou com caneta de tinta, para o teclado tic-tac, tic-tac, ao ritmo da habilidade do teclista jornalista. Quem mais beneficiava era o linotipista e também o revisor, já que para o jornalista nada melhor do que escrever à mão, por vezes com um caligrafia difícil de entender o seu significado.
Os computadores que hoje enchem as redacções são simplesmente hiper luxos postos ao alcance do jornalista que tem o "mundo ao seu alcance". Apesar de toda a lúxuria, nada faz esquecer os bons velhos tempos áureos da imprensa portuguesa e mundial.

João Godim
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