Até 1974, Portugal era senhor de um império invejável. Tinha grandes territórios em África e o arquipélago de Timor Leste na Ásia, bem como os arquipélagos dos Açores e da Madeira. Este poder português perdeu-se sem glória. Nalguns casos, perderam-se as riquezas e os dedos.
Veio a adesão à Europa Comunitária (1 de janeiro de 1986) e o país às aranhas e a afundar-se recebeu astronómicos apoios da Europa. No cair e levantar tem sido a sina de Portugal. Porém, não esquecer o passado como lição futura.

>>> Pioneiro nos descobrimentos marítimos, Portugal expandiu os seus territórios, entre os séculos XV e XVI, estabelecendo o primeiro império global da história.
Em 1580, dá-se a crise de sucessão (por morte de D.Sebastião); Em 1640, foi instaurada a independência, sob a nova dinastia de Bragança.
Em 1755 (1 de novembro), ocorre o terramoto que destruiu Lisboa.
Em 1820, uma revolta fez aprovar a primeira constituição portuguesa, dando início à monarquia constitucional que abre a possibilidade da independência ao Brasil..
Em 1910 (5 de outubro), derrubada a monarquia, surge a primeira república portuguesa.
Em 1926, dá-se o golpe de estado que veio a dar lugar a longa ditadura (até o 25 de abril de 1974).
Em 1961, tem início a guerra colonial, em África, que durou até 1974. Neste ano e em 1975, Portugal dá a independência a Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Angola, Moçambique e, mais tarde, a Timor Leste. O famoso império português de além-mar desfez-se
Em 1976, implantado o regime democrático, Portugal passa a ser uma República Constitucional Unitária Semipresidencialista.
(In – Múltiplos escritos sobre a História de Portugal, país fundado em 1143)


João Godim
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