A morte não se estranha, mas quando chega tem o efeito de perda irrevogável. Partiu, hoje, a nossa amiga Rosa Sá Pessoa, acabámos de ver a notícia, o efeito surpresa deixa-nos pensativo. A última vez que estivemos à fala estava com seu marido, João Pessoa, sempre conversadora, sempre sorridente e sempre inseparável do seu bom humor. Gostava de viver a vida.
Desde o momento que a conhecemos, ficámos com uma imagem muito gratificante, um ser humano culto e solidário, ponha optimismo na vida, via sempre o bem como se o mal não existisse. Para a Rosa tudo era familiar, nada era impossível, com mais ou menos dificuldade conseguia estar presente. Foi um exemplo no modo como criar amizades.

São muitas as memórias que de vós guardamos. Um eterno adeus, sempre, aqui e na Casa de Deus, na vossa nova morada.
Ao João Pessoa um abraço sentido nesta hora difícil.

João Godim
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