Por estes dias, e parafraseando William Shakespeare, "sair ou não sair, eis a questão" - talvez se possa dizer relativamente aos resultados do referendo do Reino Unido sobre a União Europeia..., referendo que poderá ter, hipoteticamente, uma segunda volta, conforme petição que está a ser preparada...
Como um grande país europeu que é, o Reino Unido dá lições de democracia ao mundo e não teme as tempestades, pois, o seu povo há séculos que habita uma ilha fustigada por ventos e marés de várias direções.
Daí que os "choques ou terramotos" que a recente escolha popular tenha provocado talvez possam ser benéficos, a médio e longo prazos, para todos os outros povos da União Europeia, com particulares chamadas de atenção às políticas dos seus actuais responsáveis governamentais.
"Não há mal que sempre dure", diz o ditado; e nada de novo acontece no "reino de sua majestade".
Como dizia também o grande estadista britânico Winston Churchill (1874-1965) sobre as Nações Unidas, cuja Carta foi assinada em junho de 1945, em São Francisco, nos EUA, por representantes de 50 países: "A Organização das Nações Unidas não foi constituída para nos conceder o céu, mas para nos livrar do inferno".

João Godim
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