Assinalam-se este ano, na Europa, aniversários de eventos bélicos que ainda hoje dão de falar: os 200 anos da batalha de Waterloo, em Junho de 1815, em território que pertencia ao Reino Unido, mas actualmente pertencente à Bélgica (a poucos quilómetros de Bruxelas), e durante a qual se confrontaram dois grandes estrategas militares, o Imperador Napoleão (com 72 mil homens), e o Duque de Wellington, comandante da Sétima Coligação com mais de cem mil soldados. Este confronto marcou o fim do chamado período dos Cem Dias, foi a última batalha de Napoleão e também a sua queda como Imperador da França que pretendeu levar as ideias revolucionárias de 1789 a todos os países europeus.
Monte e planície de Waterloo onde Napoleão foi severamente derrotado. É hoje um local turístico, com uma pequena cidade situada a cerca de 500 metros do local da batalha. O acesso ao ponto mais alto faz-se através de mais de 200 degraus.
Outro grande derrota que agora que se lembra, e no contexto da II Guerra Mundial, é o fim de Hitler que também queria dominar o Velho Continente e o mundo inteiro com um poder sem limites e racistas. A sua morte teria ocorrido a 30 de Abril de 1945, através do suicídio por arma de fogo e também envenenamento com cianeto, mas a controvérsia à volta deste fim trágico ainda permanece viva entre os historiadores e os arquivos secretos.
Em todos os séculos e épocas históricas sempre houve destes heróis, a começar pelos mais antigos: Alexandre Magno, Aníbal Barca, Júlio César, Saladino, Erwin Rommel, Gengis Khan, Frederico, o Grande..., entre muitos mais.
Video (7') > https://www.youtube.com/watch?v=3Io4tuaax_0

João Godim
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