Em termos de informação não há lugar para notícias menores e notícias maiores. Há notícias e somente o leitor tem a liberdade de conceder da sua importância. Foi recentemente eleito para a “liderança do Escutismo Europeu” o chefe Joaquim Freitas, do Corpo Nacional de Escutas (CNE). Um alto cargo que teve a aprovação de quarenta organizações do Comité Europeu da Organização Mundial do Movimento Escutista.
Uma notícia que reputamos de significativa distinção e merecedora de todo o nosso apreço. Não é todos os dias que um português chega a um tão alto cargo internacional num movimento que agrega milhares de jovens em todo o mundo. Nunca um chefe escutista português tinha sido eleito para tão honrosa liderança. Pena que a comunicação social portuguesa não dê o devido destaque.

Joaquim Freitas, de 35 anos, actual chefe nacional adjunto do Corpo Nacional de Escutas (Escutismo Católico em Portugal), era um dos 10 candidatos de países como a Alemanha, França, Suíça, Irlanda, Reino Unido, Polónia, Suécia, Lituânia e Macedónia do Norte e foi o que obteve a maior votação entre todos sendo assim eleito para o triénio de 2019-2022.
Joaquim Freitas vai integrar uma equipa que conta ainda com Julijana Daskalov (Macedónia do Norte), Matias Gerth (Suíça), Lars Kramm (Alemanha), Martin Persson (Suécia) e Elena Sinkeviciute (Lituânia).

João Godim
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