Cabo Verde, China, Itália, Luxemburgo, África do Sul
Nunca tantos governantes viajaram para o estrangeiro a pretexto do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. Uma romaria que integra o Chefe de Estado, Chefe do Governo, Ministros e Secretários de Estado.
O programa oficial refere que as comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, inclui a participação do Presidente da República e do primeiro-ministro, decorrem entre este domingo (dia 9) e terça-feira (dia 11), de Portalegre ao Mindelo, em Cabo Verde.

No dia 10 de Junho (amanhã), o chefe de Estado irá discursar, de manhã, numa cerimónia militar em Portalegre, e depois viajará com o primeiro-ministro e com o Presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, para a Cidade da Praia, onde fará o seu segundo discurso, ao final do dia, numa recepção à comunidade portuguesa. Em Cabo Verde residem, no total, cerca de 18 mil portugueses, dispersos por várias ilhas.
Entretanto, mais de uma dezena de ministros e secretários de Estado vão comemorar com os portugueses residentes em vários países o Dia de Portugal. Por exemplo, os ministros da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e da Justiça, Francisca Van Dunem, bem como os secretários de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, e adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda, participarão na Festa do Dia Nacional no Luxemburgo.

A ministra da Cultura, Graça Fonseca, estará em Pequim, no âmbito do Festival Cultura Portuguesa na China, onde se realizará um concerto pela Orquestra Sinfónica Nacional da China, dirigida pela maestrina Joana Carneiro e com actuação da soprano Elisabete de Matos.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, estará no dia 10 de junho em Itália, participando numa recepção à comunidade, que incluirá um concerto de Luísa Sobral.
A secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto, visita a África do Sul, participando em variadas actividades programadas para Joanesburgo e Pretória.
NB: Lamentar a ausência do governo de Portugal na Venezuela onde vive uma comunidade em sérios riscos de sobrevivência. A comunidade portuguesa no estrangeirio que mais precisa de apoio acaba por ser desconsiderada. Uma palavra, apenas... uma palavra! Nem isso...

João Godim
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