Este ano de 2015 está a ser comemorado com vários motivos de interesse: "Ano Internacional da Luz e da Óptica", Ano "Internacional dos Solos", "Ano da Vida Consagrada" na Igreja Católica, "Ano de Santa Teresa de Ávila" (V centenário do seu nascimento) e "Ano Europeu para o Desenvolvimento".
A par destes acontecimentos maiores, destacam-se ainda: os 800 anos da "Magna Carta", em Inglaterra; o VIII centenário da "Língua Portuguesa"; o 150º aniversário das "Leis da Hereditariedade", formuladas e testadas pelo monge Mendel; os 70 anos do lançamento das bombas atómicas em Hiroshima e Nagasaki (no Japão); os 40 anos do início da ocupação de Timor-Leste pela Indonésia; os 500 anos da morte de Afonso de Albuquerque; os 250 anos do nascimento do poeta Bocage; os 100 anos da morte do escritor Ramalho Ortigão (que escreveu as Farpas com Eça de Queirós e fez parte do Movimento Geração de 70); também os 100 anos do nascimento do poeta Ruy Cinatti (amigo de Timor-Leste), entre muitos outros.

É sempre bom e necessário recordar, estabelecer pontes com o passado, para que o caminho do futuro se faça com maior proveito. Como disse Marguerite Yourcenar (1903-1987), a autora do livro "Memórias de Adriano", entre outras obras notáveis: "Quando se gosta da vida, gosta-se do passado, porque ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana".

João Godim
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