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Domingo, 6 de Janeiro de 2019

CONTRA OS FANATISMOS

Um fanático não discute, impõe

Fanatismos, extremismos e outros tantos "ismos", estão associados, de um modo geral, a algo de sinistro, obscuro, terrível... As opções moderadas e críticas responsáveis são as mais aconselháveis para se agir em conformidade com qualquer tempo e idade, como alertas e avisos face aos perigos de ditaduras ou massificações.

Neste contexto, recomenda-se o último livro de Amos Oz, escritor israelita, recentemente falecido, intitulado "Caros Fanáticos - Fé, Fanatismo e Convivência no século XXI". Nesta obra - um conjunto de três ensaios, o autor defende a pluralidade de ideias e as diferenças de opinião, como garantia para a realização dos direitos fundamentais do ser humano, sejam em termos da paz e da autodeterminação dos povos, como Oz sempre defendeu para os territórios de Israel e da Palestina.

oz.jpgNesta obra, em forma de testamento, Amos Oz (1939-2018), lembra que "um fanático não discute", não aceita a opinião de outros, não respeita as diferencias seja de quem for, porque o seu intento é impor "uma única crença e uma única ideia". Assim tem sido ao longo da História, com resultados trágicos, conflitos permanentes, guerras e destruições.

Vale a pena  ler esta obra, de uma grande escritor do nosso tempo que chama a atenção para “um sentido de urgência e preocupação, e na crença de que um futuro melhor ainda é possível”.

Publicada dez anos depois de "Contra o Fanatismo", retoma os temas que sempre foram bandeira de Amos Oz, considerado por muitos o Albert Camus (1913-1960) israelita", um fervoroso activista pela paz com os palestinianos e que nos últimos anos, por exemplo, denunciou a política do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, protestando contra o que qualificou “um extremismo crescente” do Governo.

oz1.jpgAmos OZ nasceu em Jerusalém no seio de uma família de origem russa e polaca; estudou Literatura e Filosofia na Universidade Hebraica de Jerusalém, tendo publicado os seus primeiros contos entre 1960 e 1963; participou na Guerra dos Seis Dias e na Guerra do Yom-Kippur e, na década de 1970, esteve entre os fundadores do movimento pacifista Paz Agora (Shalom Akhshav), do qual se tornou o principal representante, tendo sido um dos primeiros defensores da Solução de Dois Estados, para Israel e Palestina.

Publicou dezenas de livros e a sua obra está traduzida em todo o mundo, também em português, destacando-se os títulos: “A Caixa Negra”, “Conhecer Uma Mulher”, “A Terceira Condição”, “Não Chames Noite à Noite”, “Uma Pantera na Cave”, “O Meu Michael”, “O Mesmo Mar”, “Uma História de Amor e Trevas”, “Cenas da Vida de Aldeia”, “Entre Amigos” e “Judas”.

Amoz Oz ganhou vários prémios, incluindo o Prémio Israel, o Prémio Goethe (2005) e o Prémio Heinrich Heine (2008), da Alemanha, o Príncipe Príncipe das Astúrias (2007), o Prémio Primo Levi de Itália (2008), o Femina estrangeiro (1988), de França, e o Franz Kafka (2013), da República Checa, entre mais de três dezenas de distinções internacionais, faltando apenas ser distinguido com o Nobel da Literatura.

publicado por j.gouveia às 09:34

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