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Sexta-feira, 11 de Maio de 2018

AS NOVAS IGNORÂNCIAS

Sem cultura a liberdade é uma utopia

A ignorância, na definição geral, até pode ser falta de saber, de conhecimento, pura ingenuidade, ou falta de informação atempada sobre determinado assunto; mas, poderá também significar intenção premeditada, preconceito, conluio, medida ou decisão para deixar a maioria de cidadãos e povos à mercê de arbitrariedades permitidas sob a capa democrática da legalidade.

Nada de novo quanto a estes aspectos, a não ser os meios para os colocar em prática, como explica o filósofo Thomas De Koninck no seu livro (publicado em português em 2003), “A Nova Ignorância e o Problema da Cultura”. A sua leitura continua a ser obrigatória, por causa da flagrante actualidade que encerra.

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Logo no prefácio, o filósofo e professor na Universidade de Laval, no Canadá, chama a atenção para a existência de duas ignorâncias bem patentes no mundo actual: «Existem, na realidade, duas formas de ignorância que poderíamos qualificar como «novas», mas que são diametralmente opostas. A primeira abre e liberta, a segunda aprisiona e mata.

  • A primeira, que se deve enaltecer, traduz-se por novas interrogações suscitadas por novas descobertas. É o motor de todos os progressos do saber.
  • A segunda, pelo contrário, faz viver na ilusão de que se sabe quando, na verdade, não se sabe e assemelha-se ao que Platão chamava «a dupla ignorância».

Outrora denunciada e combatida na sua forma primitiva por Sócrates, regressou hoje em força, como as antigas doenças infecciosas cujas bactérias conseguem adaptar-se e resistir aos medicamentos mais potentes. É esta que constitui o tema e a que chamamos, de forma resumida, a nova ignorância».

Mais à frente, nem tem dúvidas ao afirmar: «Como tentaremos mostrar, as consequências práticas da nova ignorância, as suas manifestações e os seus sintomas são, de facto, de grande diversidade e omnipresentes. O seu traço comum é a destruição da cultura e, por conseguinte, do humano. Sendo o seu oposto tudo o que confere sentido à cultura, não podíamos fugir a esta questão, que merece um tratamento pelo menos igual.»i1.jpg

Parafraseando um dos slogans do "Maio de 68", há 50 anos, precisamente: "É proibido proibir", urge dizer: há que acabar com as cadeias, as prisões, as mentiras, as falsidades, as ignorâncias que acontecem à nossa volta, porque não podemos ficar reféns das "novas ignorâncias", apesar do aumento de conhecimentos e catadupas de informação, como explana muito bem Thomas De Koninck neste livro que aqui citamos como sugestão de leitura:

  • Os nossos extraordinários ganhos de conhecimento, pagam-se em inauditos ganhos de ignorância. Pior ainda, nas nossas sociedades, no âmago dos mais graves flagelos - tais como a violência, a pobreza, a autodestruição dos jovens - descobre-se uma nova ignorância»;
  • A evolução das sociedades é determinada primeiro pela cultura, muito antes de o ser pelos modos de produção ou pelos regimes políticos. É, pois, a cultura que desde já deve ser examinada e cujo sentido deve ser repensado de novo. Nada é mais urgente ou mais vital».i4.jpg
  • Música > https://www.youtube.com/watch?v=Wzkz9IABhPk
publicado por j.gouveia às 10:20

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