"Como Ler e Porquê", assim se intitula um livro do famoso crítico literário norte-americano Harold Bloom (n. em Julho de 1930). A obra suscita muito interesse, numa altura em que se lê muito e de tudo, e nem sempre de boa qualidade. Mas, a leitura é fundamental, importante, para se adquirirem opiniões criativas, fundamentadas e fundamentais, consistentes, conviçções de nível que defendem o senso comum das manipulações mentais ou dos preconceitos que escravizam o ser humano.
Ler deve constituir um imperativo dos cidadãos que se prezem e que contribuem para o cumprimentos dos direitos individuais e colectivos, sem medos de quem quer que seja, ou ameaças espúrias, livre de presunções ou vaidades, apenas com o objectivo de saber mais para melhor conviver com todos, sem qualquer discriminação. Para formatar as consciências já basta a "escola", o "ensino programado", a "propaganda" de Partidos políticos, ideologias efémeras ou "dogmas" cegos: Nada como ser livre, na verdade. Para tal, é necessário ler a todo o tempo, sentir-se apanhado pelos livros e os autores, de todos os tempos, como nos bem demonstra Harold Bloom.

Neste livro, Bloom apresentam-nos grandes escritores que precisam de ser "saboreados" e "apreciados" como: Ivan Turgenev, Samuel Johnson, Emerson, Tchekhov, Maupassant, Ernest Hemingway, Flannery O’Connor, Vladimir Nabovok, Jorge Luis Borges, Tommaso Landolfi, William Blake, Walt Whitman, Emily Bront, Dickens, Dostoiévski, Hery James, Proust, Oscar Wilde, Faulkner, Nathanael West, Toni Morrison, entre muitos outros outros. Com este mundo de escritores, pode-se afirmar que a Literatura é um património de contos, poemas, romances, peças teatrais, ao alcance de todos; basta começar já a ler...

João Godim
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