O século XVI está ligado ao fim do império Inca, à companhia holandesa das Índias Orientais, à contestação do monge Lutero que veio dar aso ao aparecimento do protestantismo, à chegada de Cristovão Colombo à América, em síntese, a grandes alterações no modus vivendi da sociedade global. Amesterdão era a capital da moeda, das riquezas imperiais, da primeira bolsa de valores do mundo. Mas o que nem todos sabem é que esta ilustre cidade holandesa era também conhecida pela capital do riso. Dirão alguns que não é preciso ser inteligente para perceber que o riso tem a ver com o bem-estar das pessoas. Mas, não, não será bem assim!
Na Grécia (do século XXI), desde que a troika lá chegou e acagaçou os medíocres governantes ( = a Portugal, mera coincidência!), deu-se início a uma onda de protestos às catadupas, ameaças, pancada, feridos e presos. Nada que não faça parte da liberdade plena, sem limites. Pois foi no meio da profunda crise grega que emergiram (imaginem!), associações, federações, organizações, clubes e grupos do RISO. Cada medida que o governo toma dá para RIR (dizem os gregos). A tal ponto que há rubricas na imprensa, programas na rádio e espaços na tv, onde o humor, o riso, transformam a governação grega num palco de gargalhadas. Os pobres riem, os ricos ficam atónitos, e os governantes já não sabem o que fazer. Não sabemos se inspirados ou não nestas diatribes do riso (opostas entre os séculos XVI e XXI), o certo é que a Rádio Comercial criou um programa de humor-riso que, segundo a estatística áudio, está no topo das audiências. Foram precisos cinco séculos para a risota dos ricos passar para os pobres. Quer ouvir: clik no endereço seguinte.
Humor 1> https://www.youtube.com/watch?v=RA9O2clB0gc
Humor 2> https://www.youtube.com/watch?v=c-1AFXPe-Wg
MANHÃS DA COMERCIAL, de segunda à sexta, entre as 07 - 11 horas. Êxito absoluto!

João Godim
FREELANCER
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