Fui privilegiada por ter feito a viagem, com meu marido e um grupo de peregrinos, à Terra Santa. Considerarei única, pois ela suplanta qualquer outra. Descrevê-la-ei em capítulos, porque apesar de ter sido curta, tornou-se muito longa. Assim, começamos por visitar: o Monte Sião (local onde Jesus se elevou ao céu); Igreja do Pai Nosso em cujo claustro estavam paíneis com o Pai Nosso escrito em inúmeras línguas; o Jardim das Oliveiras (lá está uma que foi plantada pelo papa Paulo VI - primeiro papa a visitar a Terra Santa); Igreja da Agonia, onde houve missa numa das capelas contíguas; Cenáculo onde Jesus celebrou a Última Ceia e posteriormente O Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos; túmulo de David (as mulheres entravam separadas dos homens e estes tinham de entrar com o kipá na cabeça); Igreja da Dormição, em cuja cripta está a representação da subida de Maria ao Céu; Dominus Flevit onde Jesus chorou sobre a cidade de Jerusalém, prevendo a sua destruição que se deu 70 anos mais tarde.
Junto e em patamares diferentes estão enormes cemitérios pertencentes a muçulmanos, judeus e cristãos (cenário perfeito para entender a universalidade da Igreja). Que carga emocional... o tempo e o espaço uniram-se!... mas tivemos de almoçar e fizemo-lo num Kibuto-cantina comunitária. Continuarei, pois Ele por ali andou e, demasiadas coisas importantes, fez. (Este é o capítulo I, da minha viagem à Terra Santa. Até Breve).
Cecília Pestana, membro-fundadora do roinesxxi
Música>https://www.youtube.com/watch?v=W8QTODjtoIo
Andar por onde Jesus andou e imaginar como tudo aquilo seria no seu tempo...

João Godim
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