O grande debate em torno da igreja católica está sempre a ser feito aos mais diversos níveis. Os que hoje pedem um Concílio Ecuménico III admitem que este seria o ideal mas há muitos outros caminhos a percorrer e não menos importantes. Renovar em quê, como e porquê? É tríade infindável. A missão da igreja católica há séculos que está claramente definida, conhecida de todos os católicos bem formados e de boa fé, acima de querelas e jogos de poder que espreitam por nesgas sombrias cobertas de peles de cordeiros. A renovação da igreja está na renovação de cada um, em si mesmo. A função papal é disso um belo exemplo de fé e honestidade. Um Papa do nosso tempo, de todos os tempos, foi o que nos revelou Bento XVI, com o nome de baptismo, Joseph Alois Ratzinger, cardeal-bispo emérito de Roma. Foi Sumo Pontífice da Igreja Católica, desde 19 de Abril de 2005 até 28 de Fevereiro de 2013. Foi eleito como o 265.º Papa com a idade de 78 anos e três dias. Nasceu a 16 de Abril de 1927 (85 anos), em Marktl, na Alemanha. Numa primeira fase, fez toda a sua educação académica na Universidade de Munique. Esperemos pela eleição do novo Papa, porque a nova igreja é a nossa igreja de ontem, do presente e do futuro. Sempre presente e sempre mais actual. O que mais se deseja é que a igreja mantenha intocável a sua soberania (uma igreja soberana) e que o Sumo Pontífice continue a sua missão missionária, pela paz no mundo, que não apenas para os 1,4 mil milhões de católicos nos quatro continentes.
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Bento XVI e João Paulo II, os dois Papas do novo milénio, séc. XX - XXI.

João Godim
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