Toda a comunicação social (imprensa, rádio e televisão) está a enfrentar uma erosão lenta e, nalgumas áreas, uma morte fatal. Os smarphones e sobretudo os tablettes (só na Alemanha, no final do ano passado, havia mais de 10 milhões, nos EUA 36 milhões e na China 91 milhões), vieram reforçar ainda mais a posição da internet no universo da comunicação. A internet está numa aceleração que a coloca muito à frente de toda a informação veiculada pelos outros meios de comunicação, de tal forma que há já quem classifique a Net “o media dos medias”.
Há vinte anos, os responsáveis pelos jornais de maior tiragem nos EUA, na Europa e na China, já previam que está situação viesse a acontecer. Todavia, apesar de terem dado atenção a esta nova via difusora de notícias, não conseguiram impedir que publicações como “Newsweek”, “La Tribune”, “New York Times”, “Financial Times Deutschland”, entre outras publicações outrora com tiragens de milhões de exemplares e de reconhecido prestígio jornalístico internacional, viessem a ceder, a perder viabilidadde económica, ante o avanço rápido da Internet. Estudos recentes dizem que o fim do papel (na imprensa) está por mais uma década, e pouco mais resistirá. A queda de espectadores nas salas de cinema vai continuar. As receitas publicitárias estão a baixar drasticamente nos audivisuais e na imprensa. As televisões, hoje em dia, estão a conectar-se à internet, através do Google, Apple, Amazon, Netflix, Facebook, You Tube, etc. A grande mudança na comunicação social está a acontecer irreversivelmente.
Nota de rodapé: Em Portugal, toda a comunicação social (imprensa, rádio e televisão) está a acumular prejuízos. O futuro não augura bons auspícios… em todo o mundo!
Música> https://www.youtube.com/watch?v=cCSQ9M7Bcvw
Os tablettes e os smarphones estão a invadir o mercado a preços "low cost".

João Godim
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