
Duas caras patéticas, jornalistas profissionais da RTP, empresa financeiramente suportada pelo dinheiro dos contribuintes, sorridentes, a darem notícias, sem notícia.
A RTP esbanjou milhares de euros com reportagens inexistentes! Fez deslocar profissionais para uma região da Europa com o objectivo de garantir a cobertura do fim do mundo, estupidamente anunciado pela própria RTP, e por outros "irracionais" meios de comunicação social, para o dia 21.12.2012. Durante dias, o repórter e o técnico de imagens, profissionais da RTP (empresa pública), fizeram a figura do pagode informativo que foi a de fazerem notícias sem notícias, uma história patética que custou milhares de euros aos cofres do Estado, agravado pelos inevitáveis encargos com a transmissão via satélite. Uma qualquer prova de fórmula 1, que é das competições mais vistas do mundo, tem um custo inferior (...) aos valores financeiros que a RTP acaba de esbanjar. Pergunta-se, como é possível tamanha estupidez e esbanjamento financeiro, numa altura em que milhares de portugueses não têm dinheiro para uma refeição, o governo "rouba" dinheiro aos pensionistas, o desemprego é galopante e a miséria está a destruir a sociedade portuguesa? Como empresa do Estado (administrada pelo governo), a RTP gasta milhões em notícias sem notícias e não tem dinheiro para dar a conhecer Portugal ao mundo (a RTP internacional tem um programação de pacote e miserabilista) nem para acompanhar de perto a sociedade no seu todo. Uma vez mais, a RTP prestou um péssimo serviço. Ao menos podiam ter seguido a decisão das televisões privadas que não foram atrás da estupidez e da fantasia.
Música> http://www.youtube.com/watch?v=cPwlra81DJs

Uma corrida de fórmula 1 tem um custo financeiro inferior ao que gastou a RTP com a transmissão do "fim do mundo", a partir de uma qualquer aldeia dos confins da Europa.

João Godim
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