A cultura católica é a mais antiga; ela está enraizada na moral evangélica, proclama que ninguém pode servir a dois senhores, Deus e a Mamon (personificação dinheiro). Afirma ainda que, através de Jesus, "é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus." (Mateus 19,23), ou quando aconselha um jovem rico que pergunta o que deve fazer para ter a vida eterna "a vender todos os seus bens e dar o dinheiro para os pobres (Mateus", 19 0,21-22). "Ao ouvir estas palavras, o jovem foi embora triste, porque possuía muitos bens, pois ele tinha grandes posses". Por que a observação de Jesus aos ricos, mais do que aos revolucionários mais radicais? Porque, diz ele em outro lugar, "onde está o teu tesouro, aí estará o seu coração" (Mateus 6:21). "Não é o dinheiro em grandes quantidades que dá felicidade quando há pessoas pobres que estão morrendo de fome", (do Evangelho). Daí a condenação de juros de empréstimo pela Igreja na Idade Média. O sentimento popular não pensa de outra maneira: o rico que odeia todos eles, o usurário moderno, é o banqueiro. (in revista Marianne).
Música> http://www.youtube.com/watch?v=6z4KK7RWjmk&feature=watch-vrec


João Godim
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