
Os jovens deste século estão diante de uma nova era de ensino em que a ditadura da ciência e das novas tecnologias ditam leis. O pragmatismo está a exigir da inteligência ideias e acções úteis. O tempo da teorização, dos estudos académicos apenas centrados no conhecimento dito cultural, as tais disciplinas do saber escolástico, estão a passar a um segundo plano no ensino universal. O saber fundamentado pela ciência é o que está a progredir positivamente na aldeia global e todos os jovens com estudos na área da ciência têm um futuro brilhante à sua frente. A economia e a sociedade do século XXI pedem conhecimento tecnológico, saber científico, investigação e talento ao serviço da inovação e do progresso. Tudo o mais não passa de disciplinas, cursos e licenciaturas no quadro da denominada “cultura geral” mas de somenos importância para a produtividade prática e positiva que o futuro espera dos jovens. Nalguns países europeus, assim como na China, no Japão e nos EUA, há campus universitários onde os jovens começam desde cedo a tomar contacto com a ciência (médica, engenharia, matemática, informática, computação, novas tecnologias) e uma vez concluída a formação superior têm todas as facilidades no mercado de trabalho e com as melhores remunerações, em qualquer país do mundo.

Os jovens deste século têm muitos e aliciantes desafios para serem bem sucedidos. A inteligência é ilimitada e todos estão dotados para todo o saber.

João Godim
FREELANCER
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