Sob a orientação do Prof. Laurindo Sobrinho, do Grupo de Astronomia da Universidade da Madeira, os alunos das turmas I e II da Universidade Sénior, e ainda um razoável grupo de juniores e público em geral, tiveram a oportunidade, nesta quarta-feira, 23 de Abril, entre as 10.30 e 12.30 horas, de visualizar uma apresentação de diapositivos sobre o Sistema Solar da Terra, a Via Láctea e outras Galáxias, no auditório do Arquivo Regional da Madeira.
Que pequenez a nossa (a Terra), perdida na grandiosidade do Universo!
Que grande viagem fizemos da Terra ao Sol – a 150.000.000 kms de distância – e do Sol aos restantes planetas do nosso Sistema Solar, cada um com as suas composições características, climas hostis, grandeza física, etc., mas sem condições de vida para o homem e restantes seres terrestres!
Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar e o seu raio é cerca de onze vezes superior ao da Terra. Tem várias luas, já observadas por Galileu em 1609. Plutão, o mais distante do Sistema Solar, foi despromovido, no que respeita à sua grandeza, pois deixou de ser o nº 9 do nosso Sistema e passou a enquadrar-se no grupo dos Planetas Anões.
A nossa galáxia chama-se Via Láctea. É formada por 100 000 milhões de estrelas, entre as quais existem grandes quantidades de gases e poeiras. Consegue-se, perfeitamente, ver a Via Láctea numa noite totalmente obscurecida. È uma enorme mancha enublada que se vê no céu nocturno.
A Terra é nada no infinito do Universo! Valerá a pena fazer as Guerras? Os povos antigos associavam à Via Láctea determinadas lendas. Por exemplo:
- Para os Vikings, povos do Norte da Europa, a Via Láctea era uma ponte de ligação entre a Terra e o céu.
- Para os Chineses e Japoneses a Via Láctea era um rio celeste prateado.
- Para os índios primitivos, a Via Láctea era o caminho percorrido pelos espíritos até ao Sol.
A Sessão terminou com a Observação do Sol, através de um Telescópio.
João Manuel Andrade
redactor efectivo do roinesxxi