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Como na próxima semana não estarei convosco, deixo um trabalhinho para os meus colegas da Universidade Senior.
Resolvam bem o problema e digam - me qual a dificuldade que tiveram. Vamos desenferrujar os neurónios?
Saudações seniores.
Marília (01.05.2009)
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QUERIAM NÃO QUERIAM?
Estas é que eram revistas educativas!
Isto é que eram mulheres!
Que educadas! Que charmosas! Que finérrimas!
Que época maravilhosa e não foi assim há tanto tempo...
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A Felicidade mantém-te gentil
Os obstáculos mantêm-te forte
As mágoas mantém-te humano
Os choques mantém-te humilde
Tu és tão especial!
Hoje é o dia dos 'amigos em rede'
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(Sexta-Feira Santa: 10.04.2009)
Incrível e possível !!! um texto sem a letra A
Sem nenhum tropeço posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o
português e fértil em recursos diversos, tudo isso permitindo mesmo o que de
início, e somente de início, se pode ter com impossível..
Pode-se dizer tudo, com sentido completo, mesmo sendo como se isto fosse
mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido pode muito bem o leitor empreender
este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português,
puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso,
instrumento que nos legou monumentos dignos de eterno e honroso
reconhecimento. Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem:
é certo que, em se querendo esgrime-se sem limites com este divertimento
instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo desporto do intelecto,
pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e,
conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por
exemplo sem o "P", "R" ou "F", o que quiser escolher, podemos, em corrente
estilo, repetir um som sempre ou mesmo escrever sem verbos. Com o concurso
de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um
conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo
sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do
mesmo modo, discorrendo sobre o objecto escolhido, sem impedimentos. Deploro
sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso
português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifónico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém
incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio
de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores. Honremos o
que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores.
Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém
viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres
descobridores de mundos novos.
Marília Telo - 16.04.09
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.Que posso desejar hoje?
- Que o amor pelo próximo seja sempre a sua meta absoluta!
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João Godim
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