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Terça-feira, 8 de Setembro de 2020

JORNALISMO, FIGURAS INESQUECÍVEIS

Recortes de memórias 

Ao que vimos depois da morte de alguém que conhecemos: Vicente Jorge Silva, faleceu, hoje, era um “menino de bem”, sem medos e sem rodeios, não hesitava em levar por diante ideias, abominava o politicamente correcto. Morava num edifício (hoje museu fotografia Vicentes) com portas para a avenida de Zarco e rua da Carreira. Pelo lado da avenida, tinha à sua frente a sede da União Nacional/Acção Nacional Popular (partido único do regime da ditadura) pelo lado da rua, tinha a sede da PIDE. E no princípio da avenida tinha ainda a sede da Censura (Exame Prévio).  Nasceu e viveu a sua juventude neste triângulo controlador de tensões políticas e politiqueiras do Funchal.cc.jpg

Conheci-o, pela primeira vez (!), nas oficinas gráficas da Tipografia Minerva, onde eram impressas várias publicações editadas na Ilha, entre outras, a Voz da Madeira (jornal do regime), Tribuna da Madeira (periódico cultural) e o Comércio do Funchal (que ficou conhecido pelo jornal cor de rosa pela cor do papel em que era impresso), dirigido por Vicente Jorge Silva. O curioso estava no facto de ser a mesma gráfica a imprimir jornais a favor e contra o regime salazarista. Muitas vezes, a máquina de impressão mal acabava de “deitar cá para fora” um jornal já outro entrava na impressora.

Para a gráfica estava o negócio, em primeiro lugar, e nem o facto de estarem lado a lado a serem “dobrados” jornais politicamente e culturalmente antagónicos, a postura comercial e o relacionamento social nunca foram postos em causa. No entanto, havia no ar aquela tensão presencial, não mais que isso.

Vicente Jorge Silva foi sempre um cavalheiro, não permitia invasões como não invadia a propriedade intelectual, deixou-nos esse bem de hombridade que é de enaltecer. Morreu, vítima de cancro, aos 74 anos. Uma figura inesquecível. Fica mais pobre o jornalismo português. Paz à sua alma.

publicado por j.gouveia às 13:29

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PORTUGAL, NO ADEUS DE VICENTE JORGE SILVA

Jornalismo na aurora da liberdadev.jpg

A notícia é dada pelos media portugueses: Morreu, esta madrugada, Vicente Jorge Silva, 74 anos, ex-diretor-adjunto do Expresso, depois fundador e diretor do Público. Dirigiu ainda o Comércio do Funchal, cidade onde nasceu, a 8 de novembro de 1945. Foi destacado jornalista, cineasta e político (deputado pelo PS na Assembleia da República).  

Revela o Expresso que Vicente Jorge Silva “com apenas 15 anos, idade em que era "um bocadinho rebelde", foi obrigado a abandonar o liceu, por problemas com a PIDE. "Tive de deixar o liceu, porque o meu pai achava que era perigoso, ele tinha algumas razões para pensar assim", admitiu. A liberdade que lhe era inerente era perigosa no período do Estado Novo.

"Não era bom aluno", confessava, "era uma rebeldia permanente". A mesma inconformidade que, com tenra idade, já era um presságio da marca que viria a deixar no jornalismo. "Chamaram-me à PIDE por causa de escrever nos jornais coisas que não devia. Eu ousar escrever nos jornais sem ter idade para isso já era um sinal de rebeldia que os incomodava", relembrava Vicente Jorge Silva.

Viveu em França, onde trabalhou numa fábrica de cola, depois rumou a Inglaterra, para lavar pratos num hotel. Regressou à Madeira em 1966, para dar um novo fôlego ao jornal regional "O Comércio do Funchal", que três anos depois conquistou os leitores continentais, sobretudo aqueles de uma área política mais à esquerda. Sempre se considerou um democrata de esquerda.

Chegou ao Expresso em 1974, em que foi diretor-adjunto e timoneiro do lançamento do "Expresso-Revista". Abraçou um novo desafio em 1990, quando decidiu fundar e dirigir o jornal "Público". Como jornalista, foi distinguido com dois prémios, entre os quais o Prémio Cupertino Miranda, considerado o de maior relevância à época no jornalismo português.

O cinema era a paixão mais antiga e, na sétima arte, o olhar de Vicente Jorge Silva concebeu filmes como "O Discurso do Poder", "Vicente Fotógrafo" ou "Porto Santo", o seu último trabalho, exibido no Festival Internacional de Genebra.

> roinesxxi apresenta aos seus familiares sentidas condolências.

publicado por j.gouveia às 12:26

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PROVÉRBIOS, SABEDORIA DA VIDA

Palavras com conteúdo

Nos tempos que correm, fala-se se tudo, mas nem sempre o diálogo chega a bom porto. As conveniências e os interesses particulares dominam as regras que se apresentam a prazo, em forma de promessas ou de projectos que não se concretizam. Em suma, vivemos num "mundo de palavras" com poucos conteúdos para serem assumidos e pensados a favor de toda a comunidade, sociedade... ; somos "bombardeados" a todo o momento por promessas... "vamos fazer isto nos próximos xis anos, queremos fazer isto em y tempo..."

Claro que não se pode governar, por exemplo, sem prever, planear, etç, mas o que se nota cada vez mais é que ficamos pelas palavras sem conteúdos e somos conduzidos pela oportunidade ou oportunismo, sem a reflexão e a credibilidade dos discursos que devemos esperar da parte dos responsáveis máximos pela coisa pública.

A este propósito, nada melhor do que lembrar certos "provérbios" ou a "sabedoria da vida", que não passam de moda e nos dão algum conforto perante a ameaça das palavras ocas, ruidosas, e sem conteúdo... Recordamos alguns:s.jpg

>  "Não diga tudo quanto sabes / não faças tudo quanto podes / não creias em tudo quanto ouves/ não gastes tudo quanto tens/ porque quem diz tudo quanto sabe / quem faz tudo quanto pode / quem crê em tudo quanto ouve / quem gasta tudo quanto tem/  muitas vezes / diz o que não convém / faz o que não deve / julga o que não vê / gasta o que não pode". (Provérbio Árabe)

"Os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida: APRENDER". (Provérbio Popular).

> "Jamais se desespere em meio as sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda." (Provérbio Chinês)

> "O silêncio é de ouro e muitas vezes é resposta." ( Sabedoria Popular)

> "Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca". ( Provérbio popular)

> "Nunca se esquecem as lições aprendidas na dor". (Provérbio africano)

> "Vale mais uma hora de sábio que a vida inteira de tola". (Adágio popular)

> "A coisa mais difícil para o homem é o conhecimento próprio". (Provérbio árabe)

> "Não ergas alto um edifício sem fortes alicerces; se o fizeres viverás com medo". (Sabedoria persa).

publicado por j.gouveia às 11:51

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