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Domingo, 16 de Junho de 2019

RELÍQUIAS DO JORNALISMO

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As máquinas de escrever eram um luxo nas redacções dos jornais. Deixava-se de escrever nos linguados em papel acastanhado, com lápis, com esfereográfica ou com caneta de tinta, para o teclado tic-tac, tic-tac, ao ritmo da habilidade do teclista jornalista. Quem mais beneficiava era o linotipista e também o revisor, já que para o jornalista nada melhor do que escrever à mão, por vezes com um caligrafia difícil de entender o seu significado.

Os computadores que hoje enchem as redacções são simplesmente hiper luxos postos ao alcance do jornalista que tem o "mundo ao seu alcance". Apesar de toda a lúxuria, nada faz esquecer os bons velhos tempos áureos da imprensa portuguesa e mundial.  

publicado por j.gouveia às 10:21

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Sábado, 15 de Junho de 2019

SENIORES, OS NOVOS JOVENS

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Leio nalguma imprensa umas prosazitas medíocres que me parecem sofrer os seus autores de amnésia, mais aqueles que tentam dividir a notícia em jornalismo velho e jornalismo novo. Em jornalismo a notícia representa uma consciência colectva e deve permitir todas as interpretações possíveis. A notícia pela notícia permanece e são os seniores quem melhor consegue interpretar e valorizar.

O Japão é o país com mais seniores (mais de 70 mil idosos com mais de 100 anos) e com mais leitores de jornais com idade sénior. Na Europa os seniores são pouco valorizados, com excepções, apesar de ser o continente com maior aumento anual de idosos e a registar menos nascimentos. Como alguém questionava: "Como seria a Europa do presente sem os novos jovens seniores?" 

Na Assembleia da República lá está um deputado (do PSD) que teve o despudor de classificar, em pleno hemiciclo, os idosos portugueses de "peste grisalha", "este país não é para velhos". Estamos neste pantanal mental a merecer repulsa de todos. As mensagens dos cartazes (acima) merecem reflexão.

publicado por j.gouveia às 08:39

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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019

FERNANDO PESSOA, AS CHAPAS QUE LISBOA CRIOU

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Lisboa é Pessoa ao nascer, ao baptizar, do crescer, do escrever, do trabalhador, das tertúlias e dos copos à  mesa da Brasileira e do Martinho da Arcada. Até do estranho amor por Ofélia e da casa museu em Ourique. Lisboa é Pessoa, como se fosse uma única pena na imensurável escrita portuguesa, escarafunchado até o último suspiro. Uma projecção que os letrados gostam, um tal orgulho por Pessoa com honras de pedestal acima dos mortais. 

Esta grandeza por Pessoa também pode ter origem num Portugal de poucos feitos literários a nível internacional, excepção para José Saramago, Nobel da Literatuta em 1998. Um país com poucos feitos heróicos dá tudo o que tem sem olhar a quem. Na verdade, Lisboa está cheia de lápides, placas e insígnias com o autor do Desassossego. Nenhum outro escritor português de renome mundial tem tanta projecção, qual Camões, Eça, Garrett, Aquilino, Camilo, Torga, Cardoso Pires, Vergílio Ferreira, Herberto Hélder, Agustina, António Lobo Antunes, e muitos outros que nem uma ténue menção têm a não ser numa ruela ou beco da aldeia onde nasceram.

Não são exageros, papéis com letras repetitíveis, são constatações que o próprio Fernando Pessoa, de personalidade humilde, mais não daria que uma relativa importância. Um escritor não é mais ou menos escritor pelo número de livros publicados, pelo número de esculturas e chapas, o seu reconhecimento é feito pelos leitores em todo o mundo, o mais são pessoalismos exagerados que não pessoanos. Fernando Pessoa para ser conhecido não precisava que a Câmada de Lisboa fosse aos extremos! Hipérboles da capital do país que estranhamente exibe o anacrónico título de Bilioteca Nacional de Lisboa... Lisboa uma nação|?

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publicado por j.gouveia às 09:25

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Quinta-feira, 13 de Junho de 2019

MEMÓRIA DESTE DIA 13 DE JUNHO

Muitas efemérides, acontecimentos e celebrações se destacam neste dia 13 de Junho, em todo o mundo... No que respeita a Portugal, é justo que salientemos, por exemplo, o nascimento e a morte de algumas personalidades que servem de farol para o nosso tempo, em especial no campo da cultura.

Assim, nasceram neste dia: o poeta Fernando Pessoa (1888) e a pintora Maria Helena Vieira da Silva (1908). Morreram também nesta data: Santo António de Lisboa (1231), em Pádua; o actor Vasco Santana (1958), protagonista de "O Pátio das Cantigas", "Pai Tirano" e "Canção de Lisboa"; a fadista Hermínia Silva (1993); e o poeta Al Berto (1997), autor de "Vida das Imagens" e "Horto de Incêndio".

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Altares de Santo António com os famosos manjericos

Outra lembrança importante, ocorrida no dia 13 de Junho, mas de 1654, foi a pregação do célebre "Sermão de Santo António aos Peixes", em Lisboa, antes da viagem de regresso ao Brasil com as instruções do rei sobre o estatuto dos índios nas missões do Maranhão.

Para a história ficam pensamentos da autoria de alguns destes nossos antepassados: "O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela", Fernando Pessoa (1888-1935);

> "Se no passado se vê o futuro, e no futuro se vê o passado, segue-se que no passado e no futuro se vê o presente, porque o presente é futuro do passado, e o mesmo presente é o passado do futuro", Pe. António Vieira (1608-1697).

publicado por j.gouveia às 08:20

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Quarta-feira, 12 de Junho de 2019

LISBOA A PARTIR DO ALJUBE

Barreiro, locais de Repressão e Resistência

Um salto do Aljube à «Outra Banda», bem visível do último piso do Museu - ontem prisão onde muitos opositores do Barreiro estiveram a aguardar o interrogatório na António Maria Cardoso. Barreiro, uma terra carregada de «sítios de memória» a cada canto - dos comícios operários às grandes mobilizações populares contra a fome, a repressão e por eleições livres e democráticas: do «portão da Cuf» ao «Grupo Desportivo Operário», ao «Luso» e a tantos outros de que só se ouvirá falar, por serem tantos.ALJJ.jpg

Imagem; Rua Dr. António José de Almeida. Comemorações do 5 de Outubro na Sede da CDE, 1969. Coleção Álvaro Monteiro

29 junho 2019 – sábado, 14h30-18h30
Ponto de encontro: 14h15 - Porta do Jardim Zoológico de Lisboa
Custo do transporte: 10,00€ - Inscrições: até 27 de junho, através do email info@museudoaljube.pt ou do telefone 215 818 535.

publicado por j.gouveia às 16:04

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PATOS, VÉSPERA DE SANTO ANTÓNIO

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Neste dia, véspera de Santo António, com sol e temperatura de verão, fomos encontrar estes ternurentos patos no seu habitat preferido. Todos eles a caçar com o bico os ácaros que os incomoda. São imagens muito peculiares, nos rios e nos lagos.

publicado por j.gouveia às 12:37

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PORTUGAL, UM PAÍS DIVIDIDO EM VÁRIOS PAÍSES

Alguém diz a mesma coisa por outras palavras passa a ser figura central, sem papas na língua. Foi o que fez o jornalista João Miguel Tavares no seu discurso no Dia de Portugal, convidado por Marcelo Rebelo de Sousa. Ou seja, parece que se descobriu o que há muito divide Portugal em vários países, não só pela riqueza como pelas desigualdades no acesso à escadaria da vida.

Ninguém sobe na vida sem oportunidades, ninguém é bom ou mau sem antes entrar na competição em plano de igualdade, ninguém é mais ou menos inteligente sem que primeiro tenha apreendido e participado com os mesmos meios. Não é preciso chegar ao 10 de junho (Dia de Portugal) para se saber que há muita aparência a esconder a realidade, como facilmente se reconhece que as causas estão nas incompetências dos governantes... por nós eleitos! S.António.JPG

Portugal é um país dividido em vários países, há como que um lado bom e um lado mau. O filho do pescador bom pescador será, o filho de um cientista, cientista será, o filho de Cristiano Ronaldo melhor futebolista do mundo será, o filho do agricultor bom agricultor será. Foram e são com estas sem meias medidas que se foi criando o Portugal que somos. Justiça, saúde, educação, habitação, emprego, política, são dos piores exemplos que podemos ver no país.

O presidente da Republica foi a Cabo Verde em romaria com governantes e outros personagens para fazer discursos de circunstância sobre os portugueses naquele país. Recordar o mercado da escravatura cabo-verdiano, extinto à séculos, e esquecer o Tarrafal de há relativamente poucos anos, onde morreram ao calor tórrido presos políticos portugueses, revela que a viagem teve um programa mais turístico que histórico-institucional.2-milhões-de-portugueses-vivem-na-pobreza.jpg

Deixemo-nos de adjectivos e sejamos mais objectivos. E só assim vamos ver que Portugal, à beira dos 900 anos, continua a ter uma incompreensível desigualdade social, com mais de dois milhões a viver nos limites da pobreza, com salários de miséria, sem alternativas que não sejam a emigração ou trabalhos precários e mal pagos. Há muita pobreza escondida em Portugal e muita riqueza milionária sem justificação.

NB: A ida de Marcelo Rebelo de Sousa à Costa do Marfim (...), depois de ter estado em Cabo Verde e a sugestão de João Miguel Tavares sobre o ensino do crioulo nas escolas portuguesas é de bradar aos céus.!

publicado por j.gouveia às 11:28

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Terça-feira, 11 de Junho de 2019

ESTADO NOVO DO "QUERO, POSSO E MANDO"

Poder excessivo revela insegurança 

Há 60 anos, no dia 11 de Junho de 1959, a ditadura do "Estado Novo" ponha fim ao sufrágio directo do Presidente da República, com a revisão da Constituição de 1933, um ano após a candidatura de Humberto Delgado. Era mais um passo para o centralismo e controlo total da governação e da sociedade. As leis, até então aprovadas, já previam muita vigilância e toda a sorte de proibições a nível das mentalidades e dos direitos colectivos e individuais.

Faltava condicionar a escolha livre e directa dos principais governantes da Nação pelo povo. A experiência das eleições presidenciais de 1958, com a maioria da população ao lado do general Humberto Delgado, não era para repetir. O regime ficou abalado e solidificou mais a sua força ditatorial do "quero, posso e mando".

Sob a ameaça crescente, no rescaldo da II Grande Guerra, a governação "salazarista" só sabia responder com proibições e instalava cada vez mais o medo junto das massas, o ódio aos que pensavam diferente ou ousavam provocar o clima abafado e bafiento.BB.jpg

Havia nesse tempo, como em tantos outros momentos da História portuguesa caracterizados pelo despotismo, personalidades políticas e académicas que se destacaram pela insubmissão e desobediência - casos do escritor Aquilino Ribeiro (1885-1963), do filósofo Francisco Vieira de Almeida (1888-1962) e outros, que foram imediatamente presos, apesar do seu prestígio e idade de respeito. Atitudes fascistas que ainda hoje perduram, por outros meios e com efeitos idênticos.

O poder excessivo, desmedido, só revela insegurança e incapacidade. Como dizia alguém, não importa querer mudar os outros e o mundo a seu belo prazer ou despoticamente, se primeiro cada um não se mudar a si próprio. A paz, a liberdade e paixão pelo bem comum são conceitos muito bonitos desde que sejam praticados, de contrário não valem nada e a tentação de proibir, controlar, asfixiar, torna-se permanente, como aconteceu há 60 anos.

publicado por j.gouveia às 13:32

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Segunda-feira, 10 de Junho de 2019

TURISMO PORTUGUÊS NO PÓDIO MUNDIAL

Portugal acaba de ser eleito como o melhor país turístico da Europa e dos mais atractivos do Mundo, posição cimeira baseada no clima, património cultural, hotelaria, gastronomia, hospitalidade, segurança e qualidade ambiental. Por seu turno, a Madeira foi eleita pelo sexto ano consecutivo como o melhor destino turístico insular do Mundo. Dois prémios, duas distinções, que dão ao nosso país padrões altamente qualificados na competitiva área turística internacional.t.jpg

No ano passado cerca de 13 milhões de estrangeitos visitaram Portugal, um número recorde com tendência para aumentar. É óbvio que o turismo é um produto beneficiador de tudo o que um país vai alcançando. A vitória de ontem, sobre a Holanda, que deu a Portugal o título de campeão da Liga das Nações em futebol, tem repercussões promocionais em todo o mundo. Uma Liga que foi disputada por 55 países sob a égide da UEFA.T1.JPG

Temos que olhar para o turismo como um sector que faz movimentar todos os sectores económicos e sociais, é determinante para a evolução e causa para muitas e inevitáveis transformações. O Algarve foi uma região agrícola (pobre), evoluiu para as pescas (com algum sucesso) mas só veio a alcançar exponencial crescimento com o turismo, tornando-se na mais rica região turística portuguesa.

O mesmo se assinala em relação à ilha da Madeira que passou da agricultura (de sobrevivência) para a cana de açucar, depois para o vinho e bordado e a partir de meados dos anos 40 do século XIX para o turismo. São realidades que fazem de Portugal um país moderno com mais de oito séculos!T2.JPG

publicado por j.gouveia às 12:15

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Domingo, 9 de Junho de 2019

DIA DE PORTUGAL, GOVERNANTES EM ROMARIA

Cabo Verde, China, Itália, Luxemburgo, África do Sul 

Nunca tantos governantes viajaram para o estrangeiro a pretexto do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades. Uma romaria que integra o Chefe de Estado, Chefe do Governo, Ministros e Secretários de Estado.

O programa oficial refere que as comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, inclui a participação do Presidente da República e do primeiro-ministro, decorrem entre este domingo (dia 9) e terça-feira (dia 11), de Portalegre ao Mindelo, em Cabo Verde.

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No dia 10 de Junho (amanhã), o chefe de Estado irá discursar, de manhã, numa cerimónia militar em Portalegre, e depois viajará com o primeiro-ministro e com o Presidente de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, para a Cidade da Praia, onde fará o seu segundo discurso, ao final do dia, numa recepção à comunidade portuguesa. Em Cabo Verde residem, no total, cerca de 18 mil portugueses, dispersos por várias ilhas.

Entretanto, mais de uma dezena de ministros e secretários de Estado vão comemorar com os portugueses residentes em vários países o Dia de Portugal. Por exemplo, os ministros da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e da Justiça, Francisca Van Dunem, bem como os secretários de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, e adjunto e das Comunicações, Alberto Souto de Miranda, participarão na Festa do Dia Nacional no Luxemburgo.

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A ministra da Cultura, Graça Fonseca, estará em Pequim, no âmbito do Festival Cultura Portuguesa na China, onde se realizará um concerto pela Orquestra Sinfónica Nacional da China, dirigida pela maestrina Joana Carneiro e com actuação da soprano Elisabete de Matos.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, estará no dia 10 de junho em Itália, participando numa recepção à comunidade, que incluirá um concerto de Luísa Sobral.

A secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto, visita a África do Sul, participando em variadas actividades programadas para Joanesburgo e Pretória.

NB: Lamentar a ausência do governo de Portugal na Venezuela onde vive uma comunidade em sérios riscos de sobrevivência. A comunidade portuguesa no estrangeirio que mais precisa de apoio acaba por ser desconsiderada. Uma palavra, apenas... uma palavra! Nem isso...

publicado por j.gouveia às 10:56

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Sábado, 8 de Junho de 2019

MACHICO, BERÇO DAS DESCOBERTAS

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O  "Mercado Quinhentista", em Machico, é dos acontecimentos marcantes do início das descobertas portuguesas. Uma efeméride anual que procura representar a chegada dos navegadores do Infante à ilha da Madeira, a 1 de julho de 1419, e o início do povoamento a  partir dos anos 20 do século XV. O acontecimento é assinalado durante três dias, 7, 8 e 9 de junho de 2019. Machico é visto como o berço das descobertas, após decisão do conselho régio presidido por D. João I, em 1413. Comemoração única em Portugal.nauu.jpgM2.JPGmc.jpg

Video > https://www.youtube.com/watch?v=wQEqPXY730U

NB: Foi de Lagos (Algarve) que partiram os navegadores para os descobrimentos. Foi também em Lagos que se instalou o primeiro mercado de escravos da Europa e onde se situa o farol mais forte do continente europeu.

publicado por j.gouveia às 18:23

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HISTÓRIA, FACTOS AVULSOS

Está por contar (pormenorizar) a guerra entre a Alemanha e a Inglaterra, nos séculos XIX e XX, por causa da Madeira. O que consta em crónicas da época, com o país endividado, a monarquia portuguesa tinha fracos argumentos para contrariar a pretensão dos potentados alemães e ingleses. Acabou Portugal por ceder à Inglaterra reagindo a Alemanha com bombardeamentos sobre o Funchal, provocando dezenas de mortes e muita destruição.

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O governo português negociou com os ingleses a cedência da Madeira como quem vende ou negoceia um pedaço de terreno qualquer. Anos antes da luta entre alemães e ingleses pela Madeira, já os ingleses proponham a Portugal que auxiliavam a luta contra as invasões napoleónicas no continente recebendo como contrapartida a Madeira. Uma proposta que foi aceite, sem conhecimento dos madeirenses.

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Anos mais recentes, quando Portugal dava a independência às províncias em África (1974/75), a então URSS e os EUA puseram-se à frente caso os dois arquipélagos viessem a ser postos em “hasta pública”. Para que tal não viesse a acontecer muito contribuiu a criação da FLA e da FLAMA (Frente de Libertação dos Açores e Frente de Libertação da Madeira), equipadas com material bélico que “assustou” os benévolos governos da República em Lisboa.   

O arquipélago da Madeira, descoberto pelos italianos de Génova e povoado pelos portugueses foi, desde sempre, cobiçado por potências estrangeiras, por estar situado num ponto estratégico do atlântico, próximo de África, à entrada do mediterrâneo e a caminho da América.

publicado por j.gouveia às 07:47

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Sexta-feira, 7 de Junho de 2019

O VERÃO PORTUGUÊS

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O verão português preparado para receber milhões de estrangeiros, nomeadamente ingleses. Mar, praia de areia amarela, clima, paisagens naturais, patrimónios da humanidade, ilhas, gastronomia, hospitalidade e tranquilidade. Portugal de mar e terra, mais mar do que terra.

Por mares e terras foram os portugueses dando "novos mundos ao mundo", uma universalidade de povos, hábitos e costumes, da cultura árabe à romana, de todos ficou um pouco da enriquecedora epopeia com mais de oito séculos. O mar está á nossa frente, a terra guarda tesouros da história lusitana. Na era moderna, o turismo mundial tem em Portugal um dos seus melhores destinos, aos mais diversos níveis.

(Imagens do verão português)

publicado por j.gouveia às 11:09

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Quinta-feira, 6 de Junho de 2019

JOSÉ RÉGIO, MEIO SÉCULO DEPOIS

Os 50 anos - meio século - da morte do poeta e escritor José Régio (1901-1969) serão assinalados até 2020, com exposições, espectáculos, conferências e reedições de livros, várias iniciativas culturais promovidas pelo Ministério da Cultura e diversas instituições oficiais, de Norte a Sul do país.

José Régio, nome literário de José Maria dos Reis Pereira, nasceu a 17 de Setembro de 1901 em Vila do Conde, estudou em Coimbra e foi professor de Português em Portalegre durante mais de 30 anos, onde construiu uma Casa-Museu, tendo falecido na sua terra natal a 22 de Dezembro de 1969. Foi poeta, dramaturgo, romancista, novelista, contista, ensaísta, cronista, crítico, autor de diário, memorialista, epistológrafo, historiador da literatura portuguesa, desenhador, pintor, e grande conhecedor e coleccionador de arte sacra e popular.

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Do vasto programa comemorativo destaca-se um ciclo de conferências e mesas redondas, e a edição de uma agenda perpétua de José Régio, bem como de algumas das suas obras, pela editora Opera Omnia: “Biografia de José Régio, por Eugénio Lisboa”, “Antologia Poética”, “Jogo da cabra cega”, “Histórias de mulheres” e “três peças em um acto”.

Um dos objectivos destas comemorações regianas é chamar a atenção para a importância do escritor e fundador da revista "Presença", no contexto da literatura e a cultura portuguesas do século XX, mas que tem sido “mal tratado”.

De modo a dar uma identidade a este projecto de evocação de José Régio, foi desenvolvida uma imagem gráfica, com um dos versos mais conhecidos do poeta – “Não sei para onde vou, não sei por onde vou, sei que não vou por aí” -, e criado um site na Internet – www.joseregio.org -, onde será divulgada toda a programação relativa a este 50.º aniversário da sua morte.

publicado por j.gouveia às 10:24

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Quarta-feira, 5 de Junho de 2019

TRUMP, DA VISITA A LONDRES

Uma minoria entendeu protestar contra a presença do presidente dos EUA, em Londres, a convite do governo inglês. Mas o mais absurdo foi ver o presidente da Câmara de Londres alinhar no minguado protesto e merecer destaque na comunicação social como se fosse um herói. Já não é primeira vez, nem será a última, que dizer mal de quem é maior eleva o menor à glória pela estupidez.

Para o autarca londrino, Adiq Khan, muçulmano, filho de imigrantes paquistaneses, o presidente dos EUA não devia ter sido convidado pelo governo inglês nem ter sido recebido pela rainha, como foi, com honras de estado. O monhé muçulmano com sangue paquistanês não só foi cretino como tentou criar atritos entre dois países com forte e secular aliança institucional.

t.jpgO episódio em nada veio beliscar as excelentes relações entre a Inglaterra e os EUA, já inaceitável foi o destaque que os media ingleses deram à inusitada postura de Adiq Khan como se fosse uma figura mais importante que o presidente dos EUA, eleito por mais de 94 milhões de americanos. A comunicação social britânica, com excepções, tentou desvalorizar a presença de Trump em Inglaterra e, de forma indirecta, ridicularizar o governo inglês.

Uma nódoa a evitar no futuro. Para bem da diplomacia e de respeito pelos outros, a grande maioria dos ingleses não se revê nestes pecadilhos. Felizmente.

publicado por j.gouveia às 09:51

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Terça-feira, 4 de Junho de 2019

CIVILIZAÇÃO BARBÁRIE

Perseguição aos cristãos

Os recentes atentados de que foram vítimas cristãos no Sri Lanka e no Burkina Faso justificam a indignação e a solidariedade do mundo inteiro. Mas ainda parece que a atenção que é dada a este tipo de atentados não corresponde à que é dada a outros ataques terroristas. Ainda não está suficientemente presente na consciência de muitos a dimensão da perseguição aos cristãos no mundo inteiro, que supera a que atinge qualquer outro grupo religioso, cultural ou político.

Quando começaram a ser apresentadas em várias instâncias políticas propostas de reconhecimento da perseguição aos cristãos no mundo, houve quem as recusasse com o pretexto de que desse modo se poderia contribuir para incentivar o chamado «conflito de civilizações», ou uma guerra de religiões. Preferiam esses políticos abordagens genéricas, que não mencionassem explicitamente os cristãos. Também na reação de políticos e jornalistas a estes últimos atentados se notou alguma resistência em reconhecer que eles atingiram os cristãos enquanto tal, por causa da sua fé.

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Na verdade, é disso que se trata. Não se trata de um conflito que só indiretamente assume uma dimensão religiosa, dimensão que muitas vezes é apenas um fator identitário de um determinado grupo étnico e cultural, num conflito de raiz política e social (assim sucede, por exemplo, nos conflitos entre católicos e protestantes na Irlanda do Norte, entre croatas católicos e sérvios ortodoxos, ou entre cristãos e muçulmanos no Líbano). Não, nestes casos, os cristãos são perseguidos e assassinados por causa da sua fé, não por motivos políticos ou sociais. 

A verdade não pode ser ocultada ou escamoteada com o pretexto de não criar tensões. O diálogo autêntico não sacrifica a verdade. O respeito e a solidariedade para com as vítimas não permite que elas sejam esquecidas ou desvalorizadas com o pretexto de evitar que se incentivem divisões e conflitos

E, para ser fiel à verdade e ao respeito para com as vítimas, não pode ignorar-se, ou silenciar-se que a motivação destes atentados, e de muitas perseguições aos cristãos no mundo, é feita com a invocação da religião islâmica.
Seremos, então, tentados a afirmar que está em ação uma guerra do Islão contra o cristianismo? Há quem assim pense e o proclame e essas vozes fizeram-se ouvir com mais força a propósito destes atentados.

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A convivência entre cristãos e muçulmanos, as duas religiões com mais seguidores no mundo inteiro, é, cada vez mais, nas sociedades globalizadas, um fenómeno incontornável. Estarão eles condenados ao reacender dos conflitos do passado?

Para evitar que isso suceda, é bom dar o devido relevo (um relevo pelo menos tão acentuado como o que é dado aos terroristas) a todas as vozes muçulmanas que repudiam estes atentados, que consideram que eles deturpam o Islão autêntico, que afirmam “não em meu nome” e que são, também elas, vítimas deste tipo de terrorismo.

Dar o devido relevo, por exemplo, à declaração de Abu Dhabi, em que o Papa Francisco e reitor da Universidade Al Azhar, a maior autoridade do Islão sunita, afirmam o repúdio da instrumentalização da religião para justificar a violência, assim como o valor da liberdade religiosa.

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Desse modo, poderemos afirmar que não está em causa uma guerra de religiões, está em causa uma perseguição ao cristianismo por parte de uma ideologia mortífera que lhe é hostil. Não está em causa um conflito de civilizações, mas um conflito entre a civilização e a barbárie.
> Pedro Vaz Patto

publicado por j.gouveia às 06:59

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Segunda-feira, 3 de Junho de 2019

AGUSTINA BESSA-LUÍS, FALECEU

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Faleceu, hoje, a escritora Agustina Bessa-Luís, aos 96 anos. Há muito que estava doente (AVC). A missa de corpo presente irá decorrre, esta tarde, a partir das 16 horas, na Sé do Porto. O funeral acontece amanhã (terça-feira), no Peso da Régua. Agustina Bessa-Luís nasceu em Vila Meã, Amarante, a 15 de Outubro de 1922, tendo se estreado como romancista em 1948, com a novela "Mundo Fechado".

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"Nós somos relação de pessoas", dizia-nos Agustina Bessa-Luís na entrevista que nos concedeu, nos anos 80 (do século XX). A pessoa que parte, fisicamente, mas perpetua a relação da obra que nos deixa e muito enriqueceu a literatura portuguesa. Sobre a morte, dizia: "Quem tem medo de morrer... Enfim, era melhor não nascer". Paz à sua alma.

Video > https://www.youtube.com/watch?v=BrvDXCBtPlo

ag.jpgAgustina Bessa-Luís (1922-2019), considerada por muitos a maior escritora portuguesa de ficção do século XX, morreu esta segunda-feira (3 de Junho), após quase duas décadas de retiro em casa, devido a doença. Deixou-nos fisicamente a grande autora de uma vasta bibliografia que irá perpetuar a sua memória e intervenção cívica através da cultura. Como ela própria reconheceu um dia: “Poucos são os que me lêem, mas muitíssimo mais os que me conhecem”.

Foi assim na vida, sempre a escrever ou a assumir cargos directivos de relevância. Começou cedo nas letras e a publicar, mas só tardiamente foi apoiada pelos seus pares, devido a preconceitos de ser mulher ou de causar alguma inveja aos mais incapazes.

Viajou muito e nos seus escritos deixou várias apreciações dos lugares por onde andou, interpretou histórias verídicas de modo magistral e foi incansável na divulgação das paisagens humanas e naturais de Portugal, como atestam muitos dos seus romances e livros passados em localidades muito conhecidas, como aquele que escreveu sobre a Madeira, intitulado A Corte do Norte (mais tarde passado ao cinema por João Botelho. Escrito na década de 80 do século passado.

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A Corte do Norte relata cinco gerações de mulheres, num cenário "pós-romântico de traições, paixões e desacertos", cercado de um ambiente insular característico que molda a natureza e a personalidade.

Na época em que escreveu este livro, Agustina Bessa-Luís esteve algumas vezes no Funchal, onde foi bem acolhida, convidada a dar conferências e entrevistada pelos órgãos de comunicação social. Resta, agora, continuar a manter a sua memória viva, em particular pela leitura dos seus inúmeros livros, ou reler o seu título mais conhecido - A Sibila.

publicado por j.gouveia às 12:37

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ANGOLA, A MORTE ASSASSÍNIA DE SAVIMBI

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O funeral de Jonas Savimbi, fundador e líder na UNITA, foi por estes dias um acontecimento histórico em Angola. Dezassete anos após ter sido assassinado pelo MPLA, Savimbi foi enterrado sem honra oficial mas em evocação feita por mais de dez mil angolanos que sempre fizeram questão de velar por quem tudo fez para tornar Angola num país com valores democráticos.

Savimbi foi abatido pelas forças militares do MPLA há 17 anos, depois de agressiva perseguição de autêntica caça ao homem. A ordem sempre foi de abater e não prender, como se o líder da UNITA fosse um assassino perigoso. Eliminar faz parte dos fracos ante os mais fortes, como testemunham os assassínios de outros altos políticos revolucionários africanos, com excepção para Nelson Mandela.

Foi um revolucionário humanista e um guerrilheiro estratega. Frequentou a Faculdade de Medicina de Lisboa mas não acabou o curso por pressão do regime salazarista, sob vigilância da PIDE. Foi para a Suiça onde se licenciou em Ciências Sociais e Politicas pela Universidade de Lausanne, em Genebra. Savimbi foi considerado um dos políticos mais cultos de África e falava fluentemente o português, inglês, francês e línguas autóctones angolanas.

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Jonas Savimbi (03.08.1934 – 22.02.2002) lutou por uma Angola livre do jugo colonial para ser assassinado por ordem do poder angolano instituído. Um herói que a história do seu país e de África jamais vão olvidar. A morte assassínia de Savimbi teve todos os contornos de eliminar para reinar.

publicado por j.gouveia às 11:47

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Domingo, 2 de Junho de 2019

DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Influências e perigos das "redes sociais"

“Somos membros uns dos outros” (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana”, é o tema da mensagem para o 53º Dia Mundial das Comunicações Sociais,que se assinala neste domingo (2 de Junho), por intermédio da Igreja Católica.

Na sua mensagem, o Papa Francisco convida a reflectir sobre a importância, os contactos, as possibilidades e as vantagens da Internet; sobre as influências e os perigos das "redes sociais", em particular junto dos jovens. “Se é verdade que a Internet constitui uma possibilidade extraordinária de acesso ao saber, também é verdade que se revelou como um dos locais mais expostos à desinformação e à distorção consciente e pilotada dos fatos e relações interpessoais, a ponto de, muitas vezes, cair no descrédito”, alerta.

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A "redes" só serão umaoportunidade  se soubermos utilizar bem as tecnologias com os interesses e limites que lhes estão associados, com a necessária independência pessoal e comunitária, sem se deixar arrastar por "likes" que muitas vezes conduzem à manipulação e egoísmo.

“Esta é a rede que queremos: uma rede feita não para capturar, mas para libertar, para preservar uma comunhão de pessoas livres. A própria Igreja é uma rede tecida pela Comunhão Eucarística, onde a união não se baseia nos “likes”, mas no «amém» com que cada um adere ao Corpo de Cristo, acolhendo os outros”, sublinha Francisco.

publicado por j.gouveia às 15:37

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CRISTINA CARVALHO ESCREVE SOBRE IGMAR BERGMAN

A escritora Cristina Carvalho revelou, no Funchal, que o seu próximo livro será um romance biográfico sobre o famoso cineasta sueco Igmar Bergman (1918-2007). A notícia foi dada em primeira mão durante a 45.ª Feira do Livro do Funchal que decorre esta semana no centro da cidade (Avenida Arriaga), onde esteve a falar do seu mais recente livro - "A Saga de Selma Lagerlöf", a grande escritora sueca (1858-1940), vencedora do Prémio Nobel de Literatura em 1909 e a primeira mulher a pertencer à Academia Sueca.

«Este romance biográfico sobre Lema Lagerlöf», explica a autora, «foi escrito em golfadas, em horas imprecisas do dia ou da noite; não obedeceu a nenhuma rotina disciplinada. Como em todos os actos de paixão, fui sobrevivendo em equilíbrios improváveis. Conheci regiões que jamais imaginei conhecer, reconheci a vida desta pessoa, imaginei-a com a possível intimidade.»

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Escritora notável, Cristina Carvalho já leva 30 anos de publicações de livros e vive a escrita com paixão, sem rodeios de temas, mas com particular interesse em biografar gente importante no campo da cultura em geral;  já escreveu, por exemplo, um romance sobre o pintor italiano Modiglani (1884-1920), outro sobre o músico polaco Chopin (1810-1849).

publicado por j.gouveia às 10:01

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