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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2019

JAPÃO EM PORTUGAL

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"Uma História de Assombro. Portugal-Japão Séculos XVI-XX", é o título da exposição que está patente ao público no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, até ao próximo dia 27 de Março.

A mostra "narra a história do encontro e reencontro entre Portugal e o Japão ao longo de cinco séculos. Uma história marcada pelo espanto e maravilhoso, mas, também, pela desconfiança, com momentos de aproximação, de contendas, corte de relações e de diplomacia. Uma história que se conta tanto pela documentação escrita, como pela cultura material, a língua, a troca de conhecimento científico, a arte e a religião."Exp. Ajuda.jpg

As peças e documentos em exposição são provenientes de colecções particulares e de instituições oficiais de ambos os países.

publicado por j.gouveia às 17:31

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EDIFÍCIO CAI-NÃO-CAI... CONTROLA LISBOA

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É a partir deste edifício (em queda, aparente!) que é feito todo o controlo sobre o movimento de navios no Porto de Lisboa. Trata-se do Centro de Controlo de Tráfego Marítimo que tem como funções gerir toda a navegação do porto da capital portuguesa. Um edifício estranho, cai-não-cai, a controlar Lisboa!

No ano passado (2018), o Porto de Lisboa recebeu 123 navios de cruzeiro, com cerca de 580 mil passageiros em trânsito, correspondente a 339 escalas, um número recorde, ou seja, mais 11 % do que em 2017.Cruzeiros.gif

publicado por j.gouveia às 12:17

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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2019

O SABER NÃO OCUPA LUGAR

O saber  ocupa o "lugar" da ignorância 

Um dos aforismos mais antigos da humanidade - "o saber não ocupa lugar" - revela-se algo contraditório quanto ao objectivo que pretende alcançar. Porque o saber é uma atitude, uma escolha, uma decisão, um sentido a defender, uma etapa a prosseguir a todo o tempo, contra ventos e marés, poderá também entender-se que o "saber ocupa", de facto, o "lugar" da ignorância, da escravidão mental, do medo, da hipocrisia, da manipulação, das falsas notícias que impedem a liberdade de consciência, a verdade fundamentada.

O "saber" dá muito trabalho, muita luta e combate, mas dá imensos resultados favoráveis ao ser humano. Quem sabe, está sempre disponível a aprender e a construir-se em liberdade plena; ou como dizia Stig Dagerman (1923-54), escritor sueco: "O sinal mais vivo da servidão é o medo de viver"; e viver pressupõe ocupar os lugares do saber, desde os tempos remotos, até hoje.Saber capa.jpg

Urge dar-lhe a importância devida, sem preconceitos, apesar da muita informação e dos conhecimentos "à mão de semear" que nos rodeiam. E neste aspecto é oportuno ler a "Breve História do Saber", de Charles Van Doren, formado em Literatura e Matemática, autor de mais de vinte livros, a maioria dos quais na área da História.

Conclusão, o saber requer esforço e ocupa lugar; e é difícil saber tudo no tão pouco tempo que dura a vida de uma pessoa; no entanto, o saber continua a ocupar o lugar central das nossas vidas.

publicado por j.gouveia às 10:24

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Terça-feira, 29 de Janeiro de 2019

MEMÓRIA DE DAMIÃO DE GÓIS

É um consolo voltar ao passado, ao contexto de tantas personalidades que marcaram a nossa História, com exemplos e lições para os tempos vindouros, porque os alicerces ou princípios elementares da humanidade não passam de moda. Nestas circunstâncias, é bom e oportuno recordar o humanista português Damião de Góis, escritor, diplomata, historiador, guarda-mor da Torre do Tombo, autor da "Crónica de D. Manuel", preso pela Inquisição, que morreu em Janeiro de 1574.d1.jpg

Damião de Góis (1502-1574) nasceu em Alenquer e viveu numa Europa de grande diversidade cultural, vasto renascimento de ideias e de ideais, a par de certas intolerâncias e censuras, e conviveu com os notáveis do seu tempo, como Erasmo de Roterdão (1466-1536).

Na opinião de Pedro Roseta (antigo Ministro da Cultura, por ocasião do Congresso Internacional "Damião de Góis na Europa do Renascimento", Braga 2003): "Damião de Góis deixou, pela sua obra escrita e pelo exemplo da sua vida, um legado que pode inspirar o nosso tempo.d2.png

Por um lado, nas matrizes clássica, cristã, europeia, que o inspiraram, continuam actuais; mas a contemporaneidade da sua vida, do seu pensamento, dos seus valores, da sua abertura ao mundo, pode iluminar-nos nestas tentativas actuais de afirmação europeia de valores humanos, num mundo tentado pelo culto obsessivo do sucesso material e do imediatismo. Ele foi, na verdade, um verdadeiro cidadão europeu, muito antes de ser realidade a cidadania europeia (...)".

Damião de Góis foi grande em todas as missões que abraçou, apesar do espaço físico em que se moveu ter sido reduzido e a mentalidade que o rodeou mesquinha, até aos contornos "misteriosos" da sua morte.d3.jpg

Para se perceber um pouco melhor este assunto, sugerimos a leitura do livro "A Sala das Perguntas", um romance de Fernando Campos, em que o autor permite ao leitor seguir "Damião de Góis pela Europa do segundo quartel do século XVI" e conhecer "o Portugal contraditório da glória dos Descobrimentos, dos primeiros sinais da decadência e dos começos da Inquisição".

Fotos: Museu Damião de Góis, em Alenquer.

publicado por j.gouveia às 09:41

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Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2019

HOMEM COLOSSAL E MINÚSCULO

O homem de hoje é colossal pela enormidade das responsabilidades que pesam sobre ele e minúsculo perante a imensidão das tarefas que em toda a parte o chamam. Mas não podemos, a pretexto de que nos é impossível fazer tudo num dia, não fazer coisa nenhuma! Conservemos no coração a impaciência de fazer. E a indignação na acção”. (Abbé Pierre - 1912/2007 -, In o TESTAMENTO.ap.jpg

publicado por j.gouveia às 10:17

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Domingo, 27 de Janeiro de 2019

FOTOGRAFIA, IMAGENS QUE FALAM...

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Na Cordoaria Nacional, em Lisboa, está a exposição fotográfica mais vista no mundo. Imagens que falam por si... para quê palavras quando à nossa frente está tudo representado genuinamente. Joel Sartore, fotógrafo da National Geographic, traz-nos desta vez as imagens das espécies associadas à humanidade, que se entrelaçam por meios de metafórica sobrevivência, por vezes tão antagónicas quanto incompreensíveis. Espécies fascinantes. Recomenda-se.

publicado por j.gouveia às 11:16

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Sábado, 26 de Janeiro de 2019

PAPA ALERTA PARA O PERIGO DAS REDES SOCIAIS

O Papa Francisco, que se encontra actualmente no Panamá, a presidir às Jornadas Mundiais da Juventude, anunciou que o Vaticano vai acolher a sede de um Observatório internacional sobre "cyberbullying", para "circunscrever o fenómeno" que afecta, sobretudo, as novas gerações.

"As estatísticas relativas aos mais jovens revelam que um em cada quatro adolescentes está envolvido em episódios de cyberbullying", alerta o Papa na sua mensagem para 53.º Dia Mundial das Comunicações Sociais, divulgada no dia litúrgico de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas.pp.jpg

No texto, intitulado "Das comunidades de redes sociais à comunidade humana", sublinha-se que, apesar do potencial das tecnologias da comunicação na aproximação de pessoas, estas redes são também agentes potenciais da desinformação, da manipulação de dados, sem respeito pelos direitos das pessoas.
"Hoje, o ambiente dos Mass-Media é tão invasivo que já não se consegue separar do círculo da vida quotidiana.

A rede é um recurso do nosso tempo: uma fonte de conhecimentos e relações outrora impensáveis. Mas numerosos especialistas, a propósito das profundas transformações impressas pela tecnologia às lógicas da produção, circulação e fruição dos conteúdos, destacam também os riscos que ameaçam a busca e a partilha duma informação autêntica à escala global.

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Se é verdade que a Internet constitui uma possibilidade extraordinária de acesso ao saber, verdade é também que se revelou como um dos locais mais expostos à desinformação e à distorção consciente  dos factos e relações inter-pessoais, a ponto de muitas vezes cair no descrédito", adverte ainda o Papa Francisco.

publicado por j.gouveia às 10:08

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Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2019

BICENTENÁRIO DA RAINHA D.MARIA II

História política e cultural portuguesa

No bicentenário do nascimento da rainha D. Maria II (1819-1853), a Torre do Tombo, em Lisboa, tem patente ao público, até ao próximo dia 6 de Abril, uma exposição de documentos do cartório da Casa Real, "nomeadamente alguma da correspondência trocada no seio familiar desta jovem princesa que tendo nascido no Brasil veio a ser a rainha de Portugal", revela o Arquivo Nacional da Torre do Tombo.

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A mostra apresenta "64 livros e 250 caixas de documentos, que se encontravam na casa forte do Palácio das Necessidades, em Lisboa, e no Ministério da Justiça/Direcção-Geral da Justiça, para onde tinham sido transferidos do Palácio da Pena, em Sintra, em 1912".

Esta documentação, datada de 1821 a 1910, "fornece informação importante para a história política e cultural portuguesa, bem como para a história da vida privada da família real", nomeadamente a correspondência entre os diversos membros da família real portuguesa e as congéneres estrangeiras e, ainda, com individualidades da cena política, militar, cultural e eclesiástica, nacional e internacional.

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D. Maria II, filha de D. Pedro IV, que proclamou a independência do Brasil, em 1822, e se tornou no seu primeiro Imperador, assumiu o trono português em 1826, tendo sido deposta dois anos depois, pelo tio, o infante D. Miguel, que se proclamou rei absoluto.

Após um período de guerra civil, entre liberais, que apoiavam as pretensões de D. Maria II, e os legitimistas, que apoiavam as forças de D. Miguel, venceram os primeiros, e D. Maria II reassumiu o trono em 1834, tendo reinado até 1853.

De nome completo Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga, nascida no Rio de Janeiro, contava apenas sete anos, quando o seu pai, D. Pedro IV, abdicou do trono de Portugal a seu favor, em Abril de 1826.

Passou à História com o cognome de "a Educadora" e "a Boa Mãe". E o seu curto reinado desenrolou-se num dos mais "conturbados períodos" da História de Portugal, com vários acontecimentos marcantes: a Guerra Civil, a Revolução de Setembro, a Belenzada, a Revolta dos Marechais, a Maria da Fonte, a Patuleia.

publicado por j.gouveia às 09:30

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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2019

MEMÓRIA DE ANTÓNIO SÉRGIO

Reforma da mentalidade

António Sérgio, autor de "Ensaios" e "O Problema da Cultura e o Isolamento dos Povos Peninsulares", entre outros títulos de referência contemporânea, morreu há 50 anos, no dia 24 de Janeiro.

Considerado um dos maiores pensadores portugueses de todos os tempos, António Sérgio (1883-1969) abordou todos os temas da modernidade, como filósofo, historiador, sociólogo, crítico, pedagogo e político.

Personalidade multifacetada, no campo da cultura ensaiou e foi pioneiro em muitas áreas destinadas à promoção das populações e ao desenvolvimento da sociedade do seu tempo. Como disse Joel Serrão, ele tinha  como "imperativo ético ensinar as gentes a pensar com inteligência, e em termos de agora e de futuro".

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António Sérgio pertenceu aos principais movimentos e revistas que marcaram o século XX português: A Águia, do movimento Renascença Portuguesa, Pela Grei, Seara Nova (de que foi director), Grupo da Biblioteca Nacional... Participou em várias polémicas relacionadas com a "evolução ideológica" entre 1910 e 1960.

Foi, episodicamente, Ministro da Instrução Pública da Primeira República (em 1923); e dedicou-se ainda a analisar as obras de alguns dos nossos mais importantes escritores - Camões,  António Vieira, Antero de Quental, Eça de Queirós, Oliveira Martins...

Entre as sua principais obras, destaca-se o conjunto de "Ensaios", em muitos volumes, publicados pela Livraria Sá da Costa Editora após a sua morte, numa edição crítica orientada por reputados especialistas, por exemplo Vitorino Magalhães Godinho, Joel Serrão e Rui Grácio, como é o caso do volume intitulado "Democracia", que inclui textos/diálogos de "Doutrina Democrática", uma "Alocução aos Socialistas" e "Cartas do Terceiro Homem".

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António Sérgio (de Sousa), nasceu em Damão (Índia Portuguesa), onde o pai era governador, descendente de familiares ligados à Marinha; por algum tempo, ainda jovem, ocupou a sua vida como "oficial da Marinha"; mas, também precocemente, as suas qualidades intelectuais mobilizaram-no para outras ondas e mares mais interessantes.

O seu ideal, no fundo, era a "reforma da mentalidade", intento que activamente defendeu através dos inúmeros escritos e acção cívica, mesmo à custa da perseguição, censura e prisão a que foi sujeito.

publicado por j.gouveia às 11:59

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CONCERTO DE ANO NOVO

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No Convento dos Cardaes, vai decorrer, no próximo sábado, 26 de janeiro, pelas 16 horas, o Concerto de Ano Novo, com entrada livre. Oportunidade para conhecer, outrossim, um dos mais vetustos e emblemáticos museus portugueses. No site oficial do Convento é apresentada a seguinte resenha histórica: 

  • O Convento dos Cardaes é um espaço museológico único na cidade de Lisboa. O edifício construído no século XVII resistiu ao terramoto de 1755 e a essa resistência se devem a conservação das marcas desse tempo. Os fenómenos naturais não foram porém os únicos que encontraram oposição neste edifício.
  • Quando, por altura da Revolução Republicana, em 1910,  levaram as freiras presas para o arsenal da marinha,  as cegas que aqui viviam e os vizinhos fizeram-nas voltar e quando houve fome dentro destes muros, as irmãs não venderam nem uma peça para a matar.
  • É destas e de outras histórias igualmente heróicas que fazem as visitas guiadas ao Convento dos Cardaes, passando por peças de arte e marcas da vida de outros tempos”.  
  • Ver mais: https://www.conventodoscardaes.com/visite.html
  • Endereço: Rua do Século, Lisboa.
publicado por j.gouveia às 10:49

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Quarta-feira, 23 de Janeiro de 2019

A EUROPA, DEUS E A LITERATURA

As discussões e análises especializadas sobre a Europa, Deus e a Literatura, de uma forma geral, nunca se esgotam. E "nada disto é novo", como dizia Hanna Arendt (1906-1975). Quaisquer avaliações que se façam do passado e do presente têm inevitavelmente um ponto de vista subjectivo/objectivo, de oposição/contraste, liberdade/responsabilidade, até um nunca mais acabar de posições.

Ainda de acordo com a filósofa alemã, autora de textos marcantes sobre o pensamento político contemporâneo: "No nosso século até mesmo o génio só se conseguiu desenvolver em conflito com o mundo e o domínio público".

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Da "discussão" nasce a "luz", costuma-se dizer, desde que os temas e assuntos em debate tenham "sentido" e interesse profundo, como fizeram muitos outros antes de nós, no passado próximo ou longínquo, caso de políticos, teólogos e escritores mais ou menos conhecidos.

Tudo isto vem a propósito do que se passa actualmente na Europa comunitária por causa do chamado "Brexit" inglês... O que diriam os "fundadores/construtores" da "União Europeia" perante esta situação que tanto dá que falar e provoca controvérsia de vários quadrantes?

Para o professor catedrático Hélder Macedo, que é também escritor e co-autor do livro “Camões e Cervantes – Contrastes e Convergências”, publicado recentemente pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e pelo Instituto Cervantes, situações como o "Brexit" seriam recebidas com "palavrões" pelos dois vultos máximos da literatura ibérica. "(Diriam) palavrões de toda a ordem. Acho que se reuniam os dois a tomar um copo e iam pelo vocabulário todo hispano-português (para descrever isto). Está nojento.

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E não só na Europa. O que aconteceu no Brasil foi inacreditável. O que está a acontecer em Inglaterra parece uma daquelas operetas, estilo viúva alegre, mas com má música. Ao menos que desse para dançar, mas nem isso", comentou o escritor, que vive em Inglaterra e é um reputado ensaísta, e professor emérito do King’s College de Londres.

Hélder Macedo referiu que os dois autores foram influentes na literatura europeia, seja Cervantes, do qual é devedora a literatura inglesa do século XVI em diante e "que mudou a percepção do que veio a ser a ficção moderna", seja Camões, cuja obra "Os Lusíadas" foi usada também como referência na "Paradise Lost de John Milton".

Do mesmo modo, a discussão à volta de  "Deus" e do Cristianismo" na Europa é sempre oportuna quanto se questionam os "quadros" e os "valores" da vida colectiva no nosso tempo.frente_verso.jpgUma leitura interessante sobre este tema é o livro "Deus e a Europa" (publicado já há alguns anos) do jornalista e ensaísta Jean Boissonnat; ou o livro "Porque Devemos Chamar-nos Cristãos - As Raízes Religiosas das Sociedades Livres", de Marcello Pera, filósofo e político, antigo Presidente do Senado italiano.

publicado por j.gouveia às 09:54

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Terça-feira, 22 de Janeiro de 2019

LITERATURA, OS FAMOSOS LIVROS DO F.B.I.

Policiais, histórias aos quadradinhos

Entre os 15/16 anos de idade tomei contacto com os livros policiais do FBI. Uma leitura entusiasmante. Ação policial, tiros, aventuras, carros, fugas, perseguições, armas, penitenciárias, Alcatraz, tribunais, interrogatórios, tudo ao melhor estilo americano.

Acontece que não tinha mealheiro para comprar livros, muito menos policiais. Foi então que alguém me informou que na rua da Carreira (no centro do Funchal), no 3.º andar de um velho edifício, situado ao lado da “Padaria Lua”, havia um alfarrabista que alugava livros por um escudo. Lá fui bater. Lá fui dezenas de vezes e de lá li inúmeros livros sempre com o mesmo escudo, por caução.al1.jpgUm desses livros do FBI tinha o subtítulo: “Quero ir preso”. Era um ocioso misantropo que, ao anoitecer, assaltava quem passava. Eram cenas de todos os dias a partir de determinada hora. Até que certo dia um dos transeuntes reagiu:

Devias era ir para a prisão. “Pois (respondeu), mas eu quero é ir para a prisão, chame a polícia e diga que eu lhe assaltei. Eu quero ir preso. Na cadeia tenho cama, refeições, duche, roupa lavada, lâminas para a barba, e se ficar doente dão-me medicamentos e até levam-me ao médico”.al.jpgO ocioso americano chamava-se Caryl Chessman, livro “2455 – Cela da Morte”. Não escolheu a cadeia nem a cela. Saiu da prisão e enveredou por negócios ilícitos. De regresso à cadeia, foi condenado à morte.

Na América, os presos não escolhem a cadeia onde querem ficar. Isso só acontece num Portugal bestial, politicamente debilitado e judicialmente imprevisível. Nos EUA, com Trump ou sem Trump, a realidade não desvirtua o acto.

Livros do FBI... já não há! Só... no alfarrabista.

publicado por j.gouveia às 11:15

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Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2019

JARDINS DE OUTONO/INVERNO E O TURISMO

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As cores ajudam a definir as estações do ano. Estas são de Outono/Inverno, num jardim do centro da Europa, algures entre Knoke e Genval. Nesta altura do ano, as temperaturas descem abaixo dos zeros graus, os jardins chegam a ficar completamente cobertos de neve.

Refeições e bebidas quentes são recomendáveis. Vinho tinto quente e petiscos à base de carne com pimenta e alho, nestes jardins ao ar livre borrifados com chuviscos permanentes, não se sente frio, nem chuva, nem mesmo a neve.

Aqui aprende-se a identificar melhor a máxima de que "o homem é um produto do meio ambiente". Férias no inverno são mais acessíveis e mais activas do que noutra estação. Sol... temos no nosso país durante todo o ano! No inverno, os do norte viajam para o sul à procura do sol, os do sul deviam viajar mais vezes para o norte ao encalce do frio, no que poderíamos conjugar como intercâmbio cultural mais genuíno; Eles vêm; Nós vamos!Genval europa praça 4.JPGTurismo knokke europa 1.JPG

publicado por j.gouveia às 18:00

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Domingo, 20 de Janeiro de 2019

CENTENÁRIO DE JORGE DE SENA

Nome grande da literatura portuguesa do século XX, Jorge de Sena (1919-1978), será homenageado com uma conferência, na próxima terça-feira (22 de janeiro), em Lisboa, numa iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian e com a presença de reputados especialistas portugueses e brasileiros.

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A “Jornada Jorge de Sena” (durante todo o dia), começa com uma intervenção do ensaísta e poeta Nuno Júdice sobre o escritor e a sua obra global. Seguem-se as intervenções de Ida Alves, professora brasileira de literatura portuguesa, do professor catedrático de estudos ingleses Mário Avelar, da especialista em literatura comparada e estética musical, Ana Paixão, da professora especializada em literatura e cultura dos séculos XX e XXI em língua portuguesa, Tania Martuscelli, da professora brasileira, Gilda Santos sobre o longo exílio de Jorge de Sena, no Brasil.

Seguem-se Jorge Vaz de Carvalho, mestre em literaturas e autor do livro “Jorge de Sena - Sinais de Fogo como romance de formação”, Jorge Fazenda Lourenço, especialista em línguas e literaturas, do crítico literário António Carlos Cortez, dos poetas Gastão Cruz, Fernando J. B. Martinho, Helder Macedo, Isabel de Sena, e termina com leituras pelo encenador, Jorge Silva Melo.

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Jorge de Sena, considerado hoje um dos grandes poetas de língua portuguesa e uma das figuras centrais da cultura do século XX, nasceu em Lisboa, em Novembro de 1919, e morreu em Santa Barbara, na Califórnia, em Junho de 1978.

Poeta, crítico, ensaísta, ficcionista, dramaturgo, tradutor e professor universitário, naturalizou-se brasileiro em 1963, durante o seu exílio no Brasil, que durou de 1959 a 1965, ano em que se mudou para os Estados Unidos, para fugir à ditadura militar entretanto instalada no Brasil.

Formou-se em engenharia civil, mas a sua inclinação natural para a literatura levou-o, durante o curso, a escrever poemas, artigos, ensaios e cartas, prática que, aliás, começou aos 16 anos.

Em 1940 publicou, sob o pseudónimo de Teles de Abreu, os seus primeiros poemas na revista Cadernos de Poesia, dirigida por Cinatti, Blanc de Portugal e Tomás Kim, e dois anos depois publicou o seu primeiro livro de poemas, “Perseguição”.

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Jorge de Sena tem também uma obra fecunda em epistolografia, com figuras importantes da literatura portuguesa e brasileira, sendo a sua obra de ficção mais famosa o romance autobiográfico “Sinais de Fogo”, adaptado ao cinema em 1995 por Luís Filipe Rocha.
> Grande parte da obra do escritor foi publicada postumamente pelos cuidados da viúva, Mécia de Sena.

publicado por j.gouveia às 11:00

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Sábado, 19 de Janeiro de 2019

QUE UNIDADE DOS CRISTÃOS?

Que liberdade religiosa?

A insistência na necessidade de oração pela unidade dos cristãos e o oitavário anual de 18-25 de janeiro traduzem-se em apelo à conversão e ao encontro de fé e amor. Mas para isso a liberdade entra. A religião é um encontro livre entre pessoa humana e pessoa divina. Só há encontro entre pessoas que se procuram e se conhecem por alguma revelação entre elas na liberdade e na verdade. Encontrar-se é dar-se a conhecer, é convite a confiar-se.

O homem, quando quer, procura Deus para o conhecer e, se quer, aceita o encontro. Só na liberdade se realiza o encontro à base do conhecimento recíproco e de confiança-fé-amor. Há grande semelhança, por exemplo, entre a procura humana, o encontro de namorados-noivos, de amigos, e o encontro com Deus.

Os que se procuram esperam conhecer-se melhor, esperam mais acesso à realidade do outro. Esperam que o outro se revele mais e não engane. A descoberta de engano impede a confiança e o encontro. Mais se tolera menos revelação que revelação enganosa.

Será que hoje com a multiplicidade dos canais de informação e o uso de redes sociais, os namorados e amigos potenciais se revelam mais ou se enganam mais? Enganar nos pedidos de encontro é, em certo modo, o que leva à violência e impede a relação humana e também a religiosa com Deus.

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Antes, porém, da violência, vem a imposição da submissão, sujeição, e até a imposição da igualdade forçada e o disparate de impor a “liberdade” massificante, já escolhida por outros.
Poderão ser toleradas imposições legais e violência nas democracias para obrigar à uniformidade religiosa, ideológica, de género, à animalogia personalizadora? Não faltam tentativas para formatar o viver social de acordo com esta ou aquela ideologia.

A religião de encontro humano-divino só merece esse nome na liberdade. Quando Jesus disse: a verdade vos fará livres, ligou a liberdade com a verdade. Só há religião de ligação com Deus onde a procura é livre, o encontro sincero, sem mentira e sem exigências forçadas. O processo de buscar é meio para chegar ao amor, mas não para o comprar ou vender; nem entre cristãos nem noutras religiões, tenham elas um só ou muitos deuses.

O drama do jiadismo e doutras submissões religiosas impostas pelos governantes de países muçulmanos e doutros transforma o encontro religioso num risco de morte. No relatório da Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) e nas notícias internacionais não faltam Asias Bibi e Rahaf Mohammed al-Qununem em quem se repetem as ameaças dos muros de Berlim e das cortinas de ferro construídas à base de ideologias.

Essas vinham de “religião ateia”, agora de pretensões religiosas extremistas e de ideologias de género e de falsos direitos animalescos (ou será “animalanos”?). Infelizmente verifica-se que em alguns países ainda não se respeita a procura religiosa na liberdade e na sinceridade.cc.jpg

Como falar em unidade de ser ou querer ser cristão, unido a Cristo e aos seus irmãos, quando predominam a imposições religiosas, mentiras e ameaças de morte? Serão religiões indignas deste nome?

Nesta semana somos convidados a reconhecer que para a unidade dos cristãos a procura sincera, livre e sem fingimento, é essencial para o encontro pessoal com Cristo e para a unidade dos cristãos que já O aceitam e para aqueles que se encaminham para Ele. O encontro, explícito ou implícito, na sinceridade e liberdade, ou a procura na obscuridade, preparam para a mudança, chamada conversão.

Porque é tão mal olhada e ocultada por establishments eruditos de bem pensantes esta mudança cristã? Só ela sela a unidade dos cristãos com Cristo e com os seus irmãos. Tem que ser livre e sem fingimento, como Cristo disse a Natanael.

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Esta conversão não se realiza sem algum conhecimento e amor a Jesus Cristo obtido na escuta das suas palavras, na oração persistente e na relação recíproca. A liberdade e a sinceridade são essenciais para procurar e encontrar Deus escondido num Menino que cresce, revela quem é, morre na cruz por amor e ressuscita.

Está na sua Igreja para quem o quiser amar e testemunhar com vida coerente no dizer e fazer.
> Aires Gameiro, Janeiro 2019

publicado por j.gouveia às 09:57

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Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2019

MADEIRA, SEIS SÉCULOS DE HISTÓRIA

Neste ano de 2019, encerram-se as celebrações oficiais dos 600 anos da Madeira e do Porto Santo, efeméride histórica que se tem assinado com muitos eventos culturas e algumas iniciativas espectaculares, mas com pouco brilho quanto à memória de marcos importantes e personalidades que deixaram obra em séculos passados.

A par do que tem sido feito, com "pompa e circunstância" e a presença indispensável de várias autoridades/governantes, e assessores de toda a espécie, nota-se a ausência dos verdadeiros especialistas, historiadores de pleno direito, como se não fosse interessante relevar a História, nos diferentes contextos, objectivos  e ambições.600 1.jpg

> Alberto João Jardim

Além disso, nem se pensa sequer em reeditar livros de autores madeirenses, há muito esgotados, e cuja temática merecia ser mais difundida. Nesta situação, por exemplo, encontra-se Eduardo Fernandes Nunes (1909-1957). Natural de São Roque, Funchal, foi jornalista e novelista.

Colaborou em vários jornais que também tiveram muito mérito, como: O Diário da Madeira, O Eco do Funchal, O Fixe, O Comércio do Funchal...; foi correspondente de jornais nacionais: O Primeiro de Janeiro, O Século...; dirigiu O Jornal de Anúncios e publicou o número único do magazine ilustrado Instante; autor de novelas (publicadas inicialmente no Diário da Madeira), que merecem sair do esquecimento: O Doido do Violino, E a Vida Mudou, O Brasileiro, Novela de Amor...; outras obras publicadas: Porque me Orgulho de Ser Madeirense (1951) e A Virgem de Fátima na Madeira, reportagem (1948).600.pngSeria pedir muito que se publicassem estes autores de outros tempos, em referência, pelo menos; ao último século? É que, dificilmente, estaremos cá daqui a 100 anos, para celebrar o 7.º centenário da "descoberta" da Madeira e do Porto Santo.

publicado por j.gouveia às 12:16

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EXPOSIÇÃO, TARRAFAL NUNCA MAIS!

al.jpgMuseu do Aljube promove, mensalmente, VISITAS ORIENTADAS à sua Exposição Permanente e Exposição Temporária Tarrafal Nunca Mais!, dirigidas a toda a comunidade, mediante inscrições prévias, através do Serviço Educativo do Museu. 

Imagem: Museu do Aljube Resistência e Liberdade. Pormenor da entrada principal da antiga cadeia do Aljube. Rua de Augusto Rosa, 42 - Lisboa.

publicado por j.gouveia às 08:58

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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2019

PONCHA, O MELHOR REMÉDIO ANTI-GRIPE

poncha.jpg

A "famosa poncha" feita com aguardente de cana sacarina, mel de abelha e limão, podendo ainda ser fabricada com outros produtos naturais da Ilha da Madeira, é um  produto único no mundo. A poncha começou a ser produzida para "combater gripes e febres", a partir do século XVII, cujos resultados são inquestionáveis.

A Madeira é a única região da Europa onde é cultivada a cana-de-açúcar, donde é extraída a aguardente (premiada internacionalmente). Dizem os mais antigos: "A poncha é um remédio santo contra as pripes".

publicado por j.gouveia às 14:19

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ENSINO, LIVROS POR TABLETS

li.jpgO Governo poderá vir a substituir os livros de ensino  por tablets. A mudança será feita gradualmente. Todas as matérias que hoje compõem os livros de ensino vão passar a estar disponíveis nos tablets.

Dizem as avaliações à mudança que na prática o aluno tem toda a matéria de todas as disciplinas sem ter a necessidade de andar "carregado de livros" que, sendo novidade em Portugal, é já prática corrente nalguns países. 

Contudo, o livro nunca deixará de existir nem há como substituí-lo. O livro é e será sempre uma necessidade considerada indispensável na cultura universal.

publicado por j.gouveia às 12:17

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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019

MEMÓRIA DE ADOLFO SIMÕES MULLER

Poeta, escritor de referência para a infância e a juventude, Adolfo Simões Muller nasceu há 110 anos (1909) e morreu há dez: Natural de Lisboa, frequentou a Universidade, foi funcionário público de vários organismos, em particular assistente de programas da então Emissora Nacional, onde desenvolveu actividades de cariz cultural. Estreou-se nas letras ainda jovem, escreveu em diversos jornais e dirigiu outros, como O Papagaio, Diabrete, Cavaleiro Andante, João Ratão, Nau Catrineta, Zorro... a.jpg

Autor de mais de uma  centena de programa infantis para a Rádio e peças de teatro representadas no Teatro Monumental. Dirigiu ainda a colecção de biografias "Gente Grande para Gente Pequena" e foi distinguido por três vezes com o Prémio Nacional de Literatura Infantil, entre outros. Colaborou também na tradução de autores da literatura clássica universal e deixou uma vasta obra, ainda hoje digna de ser lida, e que as ditas "novas tecnologias" tentam afastar dos leitores mais jovens.

Mas, como o saber exige trabalho e procura constante, a literatura jamais morrerá, por muitos adversários à sua volta, principalmente os grandes espaços da Comunicação social, em horário nobre, dedicados às novelas, aos comentadores desportivos, aos debates entre os políticos partidários, e pouco ou quase nenhum diálogo com escritores e artistas.

publicado por j.gouveia às 12:02

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