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Sexta-feira, 5 de Outubro de 2018

GERAÇÕES ESQUECIDAS

Viver na clandestinidade no seu próprio país

Como começar… Os clandestinos na política são “operários” corajosos e mentalizados para todas as adversidades. Cumprem uma vida disciplinada, desassossegada e perigosa. Os clandestinos na política tanto operam na esquerda como na direita, aceitam os princípios rígidos e ideológicos, são incapazes de denunciar camaradas. Têm uma conduta discreta e sabem que à menor falha podem ser apanhados (presos e encarcerados).

Em Portugal os registos de políticos na clandestinidade vamos encontrar na esquerda antifascista, sob as traves do clandestino partido comunista, até 1974. Não há registos de clandestinos de partidos da direita em Portugal. A história está escrita, contém e narra factos.

 Cla.1.JPGAtribuíamos condecorações aos verdadeiros políticos que viveram na clandestinidade. E porquê? Porque no sábado passado (29 de setembro) fomos visitar seis “casas clandestinas” em Lisboa, residências de quem, durante o estado novo salazarista, tinha por missão instalar uma rudimentar tipografia, com letras em chumbo e textos compostos à mão até dar forma de impressão e posterior distribuição de jornais e panfletos em locais estratégicos da cidade. Montar todo este esquema e conseguir escapar à PVDE/PIDE/DGS era um feito heroico.

A iniciativa louvável foi promovida pelo Museu do Aljube e contou com a presença do antifascista Adelino Silva (79 anos) que durante vários anos viveu na clandestinidade e esteve preso durante cerca de oito anos nas cadeias de Peniche, Caxias e Aljube. O próprio a contar as peripécias por que passou, como arrendavam as casas, como transportavam e montavam as tipografias, como se relacionavam com a vizinhança (atentos aos bufos do regime), situações e factos sempre no “fio da navalha”.

Cla 2.JPG

Ouvir Adelino Silva (um entre muitos clandestinos na política) é passar para o outro lado da política que o povo desconhece. Uns colhem os louros da luta que outros perigosamente travaram. Uns sobem ao palco montado por outros então desconhecidos. Adelino Silva rejeita louvores, mas sabe (nós sabemos) que sem a luta travada na clandestinidade muito mais difícil seria derrubar a ditadura e abrir Portugal à democracia.  

Todos fomos clandestinos num qualquer momento da vida. Se não fomos estivemos, pelo menos, na antecâmara da clandestinidade. É um sentimento que nos ocorre mas que não vamos intrincar por factos emocionais.

A verdade, é que viver na clandestinidade no seu próprio país, na ilegalidade e em fuga permanente na sua própria terra, imbuído por ideais da democracia e liberdade, num país onde a ditadura fascista impõe regras, é uma destemida aventura. Dói, claro que dói!

Cla 3.jpg

NB: Os n/agradecimentos ao Adelino Silva (pela informação dada sobre a vida-vivida na clandestinidade), à Vanessa Almeida (coordenadora da oportuna visita) e ao Luís Farinha (diretor do Museu do Aljube).

publicado por j.gouveia às 18:52

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LISBOA DOS "PRESOS POLÍTICOS"

alaj.jpg

Estender os olhos para além do Museu, explorando as redondezas de Lisboa de onde vinham muitos dos presos políticos operários que eram depositados no Aljube – esse o objetivo do itinerário à zona oriental da cidade, conduzido por um dos protagonistas das lutas operárias clandestinas ou semi-clandestinas do período final do regime ditatorial.

Dia 20 outubro 2018 − sábado, 14h30-18h00
Museu do Aljube - Resistência e Liberdade

Telef: 21 581 85 35 > Rua de Augusto Rosa, 42 - Lisboa

publicado por j.gouveia às 09:39

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