A informação quanto mais concisa e objectiva mais cativa, em absoluto, quem tem o gosto pelo saber. Ler, reler; ouvir e voltar a ouvir; ver e rever; até se reter a informação... por vezes cansa, desapega-se do querer inicial. São Fases.
Um leitor do ROINESXXI fez-nos chegar um site que privilegia a "História de Portugal": Reis, Rainhas e Presidentes da República; As Constituições e outros documentos políticos, diplomas áticos e doutrinários. O saber pelo saber, directo.
Click aqui > http://www.arqnet.pt/portal/Portugal/temashistoria/index.html
O festival "Fólio", em Óbidos, conta este ano com um convidado especial: V.S. Naipaul, o Prémio Nobel de literatura em 2001 e amplamente distinguido pelo conjunto das suas obras traduzidas em todo o mundo.
O escritor britânico-caribenho nasceu em Trinidad e Tobago, em 1932. Vive em Inglaterra desde 1952 e trabalhou como jornalista para a BBC.
Doutor honoris causa pelas universidades de Cambridge, Londres, Oxford e Columbia, foi sagrado cavaleiro britânico pela rainha Elizabeth II, em 1990.
Naipaul já esteve outras vezes em Portugal. A primeira em 1960, a segunda em 1980, para participar num colóquio promovido pela Gulbenkian, e agora vai estar em Óbidos, amanhã (quinta-feira), 22 de setembro.
O nosso país faz parte das memórias deste consagrado escritor presentemente com 84 anos de idade.... Naipaul lembra-se dos portugueses que trabalhavam na sua terra natal, nomeadamente "aqueles madeirenses donos de lojas de rum (aguardente)" na sua "Porto of Spain" e que serviram de inspiração para personagens dos seus primeiros livros.
É de aproveitar a sua presença entre nós e, sobretudo, é importante ler a sua obra literária pelos ensinamentos e interpretações sábias que dá sobre a actulidade do nosso tempo.
Quer saber qual era a música que estava no topo no dia em que nasceu? A música que a telefonia (rádio) mais rodava. Então tem agora a possibilidade de ouvir a música da sua idade (da nossa idade, da idade de cada um).
Click aqui > http://playback.fm/cancao-aniversario
A entrada de Salazar na política activa dá-se por via do convite formulado por Vicente de Freitas, um militar experiente e com profundos conhecimentos da vida governativa. Vicente Freitas foi ministro do interior, ministro das finanças e primeiro-ministro (chefe do governo), entre 1928-1929. Posteriormente, foi presidente da Câmara Municipal de Lisboa (1933).
Na altura, António Oliveira Salazar era um dos mais reputados economistas e professor catedrático da universidade de Coimbra. O percurso político que Salazar veio a seguir acabou por colidir com os princípios defendidos por Vicente de Freiras, ao ponto de haver corte de relações.
José Vicente de Freitas, militar, cartógrafo e político, nasceu na Calheta, Madeira, em 1869, e faleceu em Lisboa, em 1952 (faz este mês 54 anos). Como militar atingiu o posto de general, em 1928, com uma boa folha de serviços, entre os quais um sub-comando de brigada na primeira guerra mundial.
Video (terra natal de Vicente de Freitas) >
Veja como um velho-sénior francês faz da vida uma janela de humor positivo.
Click aqui: http://www.piecejointe.com/pps-humour/Ma-reputation-63284.html
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Divirta-se!!!
"Com Amália e Carlos Paredes, Luiz Goes está na galeria dos grandes intérpretes do século XX, expressões maiores do ser português", disse José Henriques Dias sobre o intérprete e compositor de referência da balada de Coimbra, Luiz Goes, falecido há quatro anos (18 setembro de 2012).
Contemporâneo de outros nomes maiores da canção coimbrã, como Fernando Machado Soares (1930-2014), António Menano (1895-1969), José Afonso (1929-1987) e Adriano Correia de Oliveira (1942-1982), Luiz Goes (1933-2012) é, de facto, um nome incontornável da música portuguesa, a par da profissão de médico.
Era sobrinho de Armando de Goes, que foi colega de Edmundo Bettencourt, Paradela de Oliveira e Almeida d'Eça, também referências de Coimbra nas décadas de 1920 a 1940-50 e começou a cantar em público aos 14 anos, sendo então conhecido como "menino prodígio".
Visto como "um cantor de uma invulgar convicção na forma como interpretava as letras, a profundidade que dava às palavras, além da melodiosa voz de grande extensão", considera o médico Camacho Vieira, que foi seu amigo, embora "a sua dimensão artística" nunca tenha sido "devidamente reconhecida", apesar das "inúmeras digressões internacionais".
Esteve nas Nações Unidas, na Suíça, num Congresso da Cultura da Língua Portuguesa, na Universidade de Georgetown, em Washington D.C., numa homenagem a Beethoven, na Áustria; entre muitas atuações na Europa, África e Américas.
Antes de cantar a solo, Luiz de Goes fez parte do Orfeão de Coimbra, na categoria de barítono solista, do Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra, na Tuna e no Coral da Faculdade de Letras.
Um dos seus maiores êxitos é o disco "Serenata de Coimbra", gravado em 1957, "um dos álbuns mais vendidos da música portuguesa, em Portugal e no estrangeiro, contando com mais de 15 edições com capas diferentes."
A sua carreira artística, entretanto, foi interrompida para cumprir o serviço militar na Guiné-Bissau, no contexto da guerra colonial. Quando regressou, em 1966, fixou residência em Lisboa, onde exerceu a profissão de Estomatologista até à reforma, em 2003.
Da sua extensa discografia destacam-se os álbuns "Coimbra de ontem e de hoje" (1966), "Coimbra do mar e da vida" (1969), "Canções de Amor e de Esperança" (1969) e "Canções para quase Todos" (1983).
(Porto de Lisboa)
(Porto do Funchal)
São transatlânticos tipo "arranha-céus". Navegam pelos cinco continentes em viagens de lazer como se fossem habitações ambulantes luxuosas. O níquel escoa à velocidade do cruzeiro, uma vez a bordo tudo é acessível pelo cifrão mais alto. São seduções dos novos tempos.
Um casal de anciãos chineses vive numa caverna (furna) há mais de meio século. Liang Zifu (81 anos) e Li Suying (77 anos) casaram e não tinham meios para pagar a renda de uma casa, o recurso foi viver numa caverna sem luz, sem água e sem casa de banho. Tal como viveu o homem primitivo.
Aqui criaram os seus quatro filhos. Na caverna tornada habitação, sem portas e sem janelas, fizeram três divisórias, uma cozinha, uma sala de estar e uma pocilga. Um espaço aproveitado ao milímetro. A temperatura ambiente, dizem: “é fresca no verão e mantém o calor no inverno”.
Já foram convidados a sair da caverna mas não querem. O casal não troca a sua habitação por um apartamento disponibilizado pelas entidades públicas. O lar (o doce lar) é insubstituível!
Imagens in "http://portuguese.people.com.cn/"
D. Leonor, filha de D. Duarte e de D. Leonor de Aragão, nasceu a 18 de Setembro de 1434, no castelo de Torres Vedras. Em 1451 (tinha 16 anos) casou com o imperador Frederico III, vinte anos mais velho.
A coroação de ambos foi ratificada pelo Papa Nicolau V, na Basílica de São Pedro, em Roma, a 16 de Março de 1452. Desde então passou a ser conhecida por Leonor de Portugal. Foi a última imperatriz do sacro - império romano - germânico a ser coroada em Roma, pelo Sumo Pontífice.
Apesar da diferença de idades, o rei Frederico e a rainha Leonor tiveram uma vida em comum frutuosa. Do enlace nasceram cinco filhos mas apenas dois sobreviveram. Entre os seus bisnetos contam-se o imperador Carlos V e o imperador Fernando I.
D. Leonor foi a imperatriz, nascida em Portugal (faz hoje 582 anos), com maior poder no universo dos impérios. Uma imperatriz recordada e acarinhada que a história regista com elevada nobreza humanística.
(Castelo de Torres Vedras)
PORTUGAL QUIS VENDER
A MADEIRA AOS INGLESES
A Madeira foi encontrada e povoada pelos portugueses há quase 600 anos (1419). A sua localização geográfica serviu de plataforma ou rampa de lançamento para a conquista e propriedade de "novos mundos".
Na ilha, prepararam-se e abasteceram-se populações para outros destinos, disputaram-se contendas, a favor e contra a Governo centralizado em Lisboa, deram-se garantias a estrangeiros em nome de uma "antiga aliança" ou porque defendiam os locais dos piratas e corsários.
A História, neste contexto insular, está cheia de episódios curiosos. E se, num passado distante, em plena monarquia ou poder da Coroa, era costume dar-se como "dote" uma ilha ou um certo território… no século XIX, por exemplo, no ambiente da "guerra civil" e das "lutas liberais", essa tradição vestiu-se de outras roupagens.
No caso da Madeira, a ilha esteve para ser vendida (oferecida), por duas vezes, entre as décadas de 30 e 40, e o mais interessante desta hipótese é que seria vendida aos ingleses! Aos "súbditos de Sua Majestade" que na ilha já desenvolviam negócios e serviam de "mediadores" entre muitas "causas perdidas", dirimidas entre os "poderes" da ilha e os "interesses da Nação".
É caso para perguntar: Quanto custa ser independente? Quantas "moedas" são precisas para manter a identidade histórica? A quem de direito cabe decidir da vontade e do futuro de um povo?
Pelos vistos, esta realidade permanece bem vistosa ainda no nosso tempo, com outros governantes e instâncias... Não se fala de "venda", antes de "cooperação", "ajudas a fundo perdido", "vantagens a rodos", "empréstimos eternos"... E, no entanto, a força para resistir vem da letra do Hino nacional: "Heróis do mar, Nação valente, Povo imortal...".
NB: O Arquipélago da Madeira (ilhas do Porto Santo, Madeira, Desertas e Selvagens) foi descoberto pelos navegadores genoveses (italianos), em 1335. Os portugueses encontraram o arquipélago em 1419.
A entrevista do juiz Carlos Alexandre à SIC (uma caixa em termos jornalísticos) mais do que ter eventualmente ofendido castos e impolutos veio demonstrar que a liberdade de expressão em Portugal é uma ilusão. Algumas reacções vindas a público aproximam-se do desatino.

Andar a promover e a defender a liberdade para logo amordaça-la é como se houvesse uma Pide depois da Pide, uma censura após a extinção do exame prévio. A jornalista perguntou, Carlos Alexandre respondeu."Preso por ter cão e preso por não ter". Vamos ao que interessa, o que disse o juíz, ipsis verbis:
> "Não tenho fortuna pessoal, nem herdada, não tenho amigos pródigos, os meus encargos só são sustentados com trabalho sério”.
> "Não tenho dinheiro ou contas bancárias em nome de amigos"
> “Não tenho livros publicados, não vou a conferências, não tenho pós graduações, trabalho muito”.
> "Sinto-me escutado no meu dia-a-dia, sob várias formas".
> “Se tivesse medo, não me levantava da cama, eu aceito o meu futuro e o meu destino".

Ante estas afirmações, em discurso directo, onde está a ofensa? Recorrendo à velha expressão popular “a mim, a ti, a ele?”. Pois… só que não devia ter dito o que disse, porque tem dossiers escandalosos e escaldantes sob a sua alçada (Banco Espírito Santo; Ex-1.º ministro J. Sócrates; entre outros).
Conotações e ilações fazem parte da fertilidade humana. Louvo (sem medalha) a assumida liberdade de expressão do juiz Carlos Alexandre. Não pode haver uma Pide depois da Pide, de má memória. A entrevista fica para a história.
Ter uma boa memória é como dispor de um bom porto de abrigo. Todavia, “é necessário muito treino e principalmente atenção ao que estiver a ser realizado”, porque “o córtex cerebral recebe uma nova informação sensorial”.
A realidade é que “as sinapses formam conexões entre os neurónios nas diferentes áreas do cérebro, havendo a codificação das informações”. Quer isto dizer que “haverá informações que serão descartadas e outras mantidas por se relacionarem a padrões já existentes no cérebro”.
Em suma “caso não existam esses padrões e as informações forem de valor, ou satisfatórias, então, novos padrões de conexão passam a se estabelecer”. Não é por casualidade que o cérebro é o órgão sede das “funções psíquicas e nervosas da actividade intelectual”.
Quem por ali passa quase que não vê. A efígie de Amália, feita em calçada portuguesa, está numa pequena parede de rua, no Bairro de Alfama.
Num banco de jardim, três alfacinhas de cabelos grisalhos, põem a conversa em dia. Amália aqui? "Pois, ela nasceu aqui, neste bairro", resposta pronta, ainda a nossa observação ia a meio.
"A mais aclamada voz de Portugal e uma das mais brilhantes cantoras do século XX", nasceu e andou por estes becos e ruelas de Lisboa antiga. Não muito longe do Panteão Nacional onde está sepultada.
Falar de milhões de pessoas, de euros, de competições, de libras e de qualquer coisa..., é tão banal na Europa, como outrora o foi para os povos nossos antepassados que criaram e delimitaram o espaço que hoje se designa europeu e através do qual limitamos a nossa própria identidade geográfica, num complexo e continuado confronto entre Oriente e Ocidente.
Na origem de tudo, entretanto, está um mito literário grego, uma espécie de tentativa racional para explicar como foi o início e qual a razão de ser assim..., e que hoje persiste em manter-se atual.
Os especialistas em literatura dizem que a Europa é a filha do rei da Fenícia (actual Líbano). Foi raptada por Zeus, disfarçado de touro, e levada para Creta, onde deu à luz o futuro rei Minos... A partir daí a história prolonga-se pela Grécia e Roma antigas, até aos nossos dias.

O que se conclui que há sempre um interesse em qualquer existência, um "mais forte" e "um mais fraco", em que os "mais ágeis e capazes" são os que ficam a dominar sobre todo o resto à sua volta.
Os exemplos abundam nesta matéria, mas nos nossos dias, neste momento, percebe-se como esta situação se encaixa no "mito" da Antiguidade.
É ler e ver o que se passa à volta das competições do futebol europeu, com milhões em disputa apenas por um jogo; e também na política europeia, em que os interesses alemães desejam um outro candidato à liderança da ONU, em detrimento de um português, só por que em causa também se apresenta a hegemonia da Rússia, etc.

É uma questão de milhões que gira em torno de um "mito" e que remete para uma dialética Ocidente/Oriente, mas hoje em dia mais ligado a conceitos económicos, religiosos, políticos e raciais, ainda que os métodos da propaganda e do marketing nos façam crer o contrário.
A memória dos homens pode ser curta, mas há personalidades que jamais se esquecem. É o que se pode provar com a vida e profissão religiosa do padre João Freitas Ferreira, cuja ordenação sacerdotal faz hoje 58 anos (dia 15 de Setembro), na cidade alemã de Weissenhorn, após estudos de Teologia na Universidade de St. Georgen / Frankfurt, entre 1954 e 1958.
Natural da freguesia do Faial, concelho de Santana e diocese do Funchal, o padre João Freitas Ferreira - actualmente com 83 anos de idade, é membro dos Claretianos, uma Congregação fundada em Espanha, em 1849, pelo arcebispo Santo António Maria Claret, com o carisma apostólico dedicado ao “ministério da Palavra de Deus, em resposta às necessidades mais urgentes, com os conteúdos evangélicos mais oportunos e os meios mais eficazes”. Está em Portugal desde 1898.
Com apenas 12 anos, o jovem João Freitas Ferreira entrou na Congregação e frequentou o Noviciado no Seminário dos Carvalhos (Vila Nova de Gaia), onde fez votos perpétuos em 1954, seguindo de imediato para a Alemanha, onde se formou em Filosofia e Teologia, sendo o primeiro madeirense (e dos poucos portugueses) a ordenar-se sacerdote neste país.
De regresso a Portugal, passou a integrar a comunidade do Colégio Internato dos Carvalhos, onde ainda permanece, desenvolvendo a sua acção como professor, superior da comunidade religiosa e director do Colégio, destacando-se pela sua “competência, dedicação, empatia, solidariedade, disponibilidade e compreensão”, com “um número incontável de amigos” e admiradores em todas as áreas.
A sua formação académica e pedagógica tem sido amplamente reconhecida por várias gerações de alunos.
No Colégio Internato dos Carvalhos, foi Professor de Língua Portuguesa, Literatura Portuguesa e Língua Alemã, por muitas décadas, tendo obtido mais tarde uma segunda Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas (variante de estudos Portugueses e Alemães), na Faculdade de Letras do Porto, onde foi distinguido com o Prémio Pe. Guimarães Dias, atribuído ao aluno que concluísse o curso com a mais alta classificação, entre outras distinções.
Outra faceta notável do padre João Freitas Ferreira, foi o seu trabalho e investimento permanente na “implementação de um novo modelo de ensino que alterasse o estado do ensino em Portugal” que, após a “Revolução dos Cravos” de 1974, acabou com as escolas Industriais e Comerciais.
Nesse contexto, foi membro da Comissão Regional do Norte para o Ensino Técnico-Profissional e dirigente nacional da Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo. Ao mesmo tempo, prosseguia os seus estudos para melhor desempenhar o seu apostolado de religioso e cidadão exemplar.
Fez um Mestrado em Literaturas Românicas Modernas e Contemporâneas; publicou, entre outros estudos, um ensaio sobre “Pedagogia do Léxico” e foi co - fundador e director da Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado.
Foi ainda co-fundador e presidente da direcção do Instituto Superior Politécnico de Gaia; membro da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior; e co-fundador e director da Revista “Psicologia, Educação e Cultura”, entre muitas outras tarefas que merecem ser recordadas e que, com certeza, permanecem actuantes na memória de muitos.
(Weissenhorn, Alemanha)
Video (Faial) > https://www.youtube.com/watch?v=8avfcJ81jzo
Video (Weissenhorn) > https://www.youtube.com/watch?v=cZG0N8me_wA
Em dezembro de 2011, numa entrevista ao Correio da Manhã, Passos Coelho, então primeiro-ministro, aconselhou a emigração aos jovens e aos professores desempregados.
> "Angola, mas não só Angola, o Brasil também, tem uma grande necessidade ao nível do ensino básico e do ensino secundário de mão-de-obra qualificada e de professores”.
Nos quatro anos de governo PSD/PP (2011-2015) emigraram cerca de meio milhão de portugueses, na sua maioria jovens, muitos dos quais com cursos superiores.
Video > https://www.youtube.com/watch?v=O7jnKN5yxTQ
Desde 2002 que para o internamento de doentes, em situação de emergência/urgência, em hospitais e clínicas da rede privada, deixou de ser obrigatório um depósito para garantia de pagamento.
A lei n.º 3359, de 07.01.2002, publicada no DR, esclarece que a ser “comprovada a exigência do depósito, o hospital de rede privada será obrigado a devolver, em dobro, o valor depositado”.
Esta medida, ao que apurou o roinesxxi, não está a ser cumprida por alguns hospitais da rede privada.
Todos os hospitais são obrigados a atender os utentes, em situação de emergência/urgência, sem exigência de qualquer garantia de depósito.
NB: Em dezembro de 2015 havia em Portugal 113 hospitais públicos e 107 hospitais privados.
As receitas (volume de negócios) dos hospitais da rede privada, em 2015, ascenderam a mais de 1,9 mil milhões de euros.
As estimativas de facturação para este ano (2016) ultrapassam os dois mil milhões de euros.
O Banco de Portugal colocou, hoje, em circulação, uma moeda de colecção, em liga de cuproníquel, com o valor facial de 5 €, designada “D. Catarina de Bragança”, integrada na série “Rainhas da Europa”.
NB: Catarina de Bragança, filha do rei João IV, nasceu em Vila Viçosa, no ano 1638, e faleceu em Lisboa, em 1705. Casou em 1662 com o rei Carlos II de Inglaterra. Por via do matrimónio foi Rainha do Reino da Inglaterra, Reino da Escócia e Reino da Irlanda de 1662 a 1685.
> Foi Catarina de Bragança quem introduziu o famoso "Five o’clock tea“ em Inglaterra.
FILHO DE UM PADRE E CANDIDATO AO PRÉMIO NOBEL
A 13 de setembro de 1885, no contexto das biografias literárias, destaca-se o nascimento do escritor português Aquilino Ribeiro, autor de "Terras do Demo", "Andam Faunos pelos Bosques", "Quando os Lobos Uivam" e "A Casa Grande de Romarigães", entre muitos outros.
Escritor esquecido da maioria hodierna, Aquilino Ribeiro é um verdadeiro "mestre" da literatura portuguesa que, em 1960, foi proposto para o Prémio Nobel de Literatura com o apoio de várias personalidades, como Francisco Vieira de Almeida, Mário Soares, Alves Redol, Luísa Dacosta, Vitorino Nemésio e David Mourão-Ferreira.
"Obreiro das letras", como gostava de se apresentar, trabalhou incansavelmente até às vésperas da sua morte, ocorrida em maio de 1963. Natural do concelho de Sernancelhe, freguesia de Carregal de Tabosa, era filho de um padre e chegou a estudar no Seminário para o sacerdócio, mas cedo foi expulso pela sua personalidade inquieta, inconformista e revolucionária.
"Verdadeiro homem de ação", aderiu ao movimento republicano e tomou parte nas iniciativas destinadas a derrubar a Monarquia, através da escrita e de atividades que o levaram à prisão e ao exílio em França, onde estudou Filosofia e Sociologia na Sorbonne e teve a oportunidade de receber a lição de "mestres" da política e da história das mentalidades.
Em Paris, conviveu também com outros políticos portugueses exilados, como Bernardino Machado (1851-1944), o presidente da República deposto pelo golpe militar de 1926, e de quem se tornou genro pelo casamento com a filha daquele, Jerónima Dantas Machado, sendo pai do engenheiro Aquilino Ribeiro Machado (1930-2012) que chegou a ser o primeiro presidente democraticamente eleito da Câmara Municipal de Lisboa, cargo que exerceu exerceu entre 1977 e 1980.
Aquilino Ribeiro publicou em vida quase 70 livros e trabalhou em diversas áreas, desde a ficção, jornalismo, crónica, memórias, ensaio, passando pelos estudos de etnologia e história, biografias, crítica literária, teatro, até à literatura infantil e a famosas traduções do latim, grego, espanhol francês e italiano... Está na hora de voltar a (re)ler as suas obras, em homenagem à sua memória.
Música (Cavaquinho) > https://www.youtube.com/watch?v=NlMT-oEIQuo
De 16 a 22 deste mês (Setembro) decorre a Semana Europeia da Mobilidade sob o tema “sustentabilidade e inteligência”. Uma oportunidade para os municípios europeus aderirem com iniciativas no âmbito desta louvável iniciativa.
A Lisboa E-Nova – Agência Energia e Ambiente de Lisboa e a Câmara Municipal, com a colaboração de outras entidades, promove, na próxima sexta-feira, a 6.ª edição do “Bike to Work” (de bicicleta para o trabalho), inserida nas comemorações do Dia Europeu sem Carros.
Para mais informações e inscrições:

João Godim
FREELANCER
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