A Torre Eiffel, um dos principais símbolos de Paris e da França, foi inaugurada a 31 de março de 1889. A sua construção deve-se ao engenheiro Gustave Eiffel e destinava-se à Exposição Universal de 1889, em Paris, realizada na data do centenário da Revolução Francesa.
Levou dois anos a ficar concluída, constituiu para a época uma "estrutura revolucionária" e no dia da inauguração contou com a presença de importantes individualidades, como foi o caso do Príncipe de Gales, futuro Rei Eduardo VII do Reino Unido.

"A Torre tem 300 metros de altura. Somando-se a extensão da antena, a altura total da Torre é de 320,75 metros. O seu peso total é de sete mil toneladas, incluindo 40 toneladas de tinta. Possui 15 mil peças de aço e 1 652 degraus até o topo".
Numa carta dirigida a Oliveira Martins (agosto de 1889), Eça de Queirós (então cônsul de Portugal em França) escreveu: "Subimos com ele à Torre Eiffel - e, sicut licet exclamámos: - "é explêndido!" A torre não dá para mais do que uma exclamação - mas essa é de dever, e não lha regateámos."

Quanto ao seu construtor, Gustave Eiffel (1832-1923), ficou conhecido como "um importante construtor de pontes metálicas para ferrovias". Foi também o responsável pela estrutura interna da Estátua da Liberdade, em Nova York. E em Portugal as pontes D. Maria Pia, no Porto, e a de Viana do Castelo, estão associadas ao trabalho competente de Gustave Eiffel.
Depois da construção da Torre na "Cidade-Luz", Eiffel "dedicou-se a estudos científicos nos campos de meteorologia, radiotelegrafia e aerodinâmica".
> É nos momentos conturbados que a informação é um bem ainda mais precioso, para dar a certeza possível negada pela incerteza dos tempos. Na era das redes sociais em que todos podem escrever tudo, é a nós jornalistas que cabe o papel de separar o trigo do joio. (Helena Garrido, directora do jonal de Negócios".
Os portugueses sempre estiveram na vanguarda das grandes viagens. Foi assim há 500 anos, com a época dos Descobrimentos; e mais próximo de nós, no século XX, com a primeira travessia aérea do Atlântico Sul por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, entre Lisboa e o Rio de Janeiro, no hidroavião Lusitânia. Um feito notável que começou a 30 de Março de 1922 e terminou a 17 de Junho.
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Ao longo do percurso de 4 500 milhas marítimas perderam-se dois aparelhos por "razões técnicas e climatéricas". Mas esta viagem permitiu ainda a utilização de um novo aparelho de navegação, o "sextante", para "medir a altura dos astros", inventado por Gago Coutinho, provando-se assim que era possível fazer voos de grande distância e com alta com precisão.
Esta viagem histórica teve também como objetivo assinalar as comemorações do primeiro centenário da independência do Brasil.

Sacadura Cabral e Gago Coutinho, na baía do Funchal, logo após a viagem experimental entre Lisboa e a Madeira, em 1921
A preparação desta travessia, para experimentar novos métodos e instrumentos, aconteceu em 1921 com a viagem entre Lisboa e a Madeira.
Arquipélago da Madeira que, já no tempos das Descobertas tinha servido de plataforma, rampa de lançamento, porto de referência para os navegadores se lançarem à conquistas de "novos mundos"; a chegada dos portugueses à Madeira deu-se em 1419 (um ano antes tinham estado no Porto Santo); e a primeira cidade construída pelos portugueses fora da Europa foi precisamente a cidade do Funchal.
Aqui, na "Esquina do Mundo", como escreveu Ferreira de Castro, entre as avenidas de Zarco e Arriaga, a curta distância da Catedral, erguida há mais de 500 anos, foi e continua a ser a "porta de entrada" da Ilha da Madeira. O Funchal histórico começa e acaba aqui, desde os reinados da monarquia portuguesa e europeia - réis, rainhas, príncipes e princesas - à república da alta burguesia, fidalguia e ilustres personalidades nacionais e estrangeiras.

Na mais famosa "Esquina do Mundo" insular, onde começou por funcionar um hotel, depois uma discoteca, restaurante, café e uma instituição bancária, estão muitos registos contados e não escritos do Portugal que fomos e das disputadas soberanias alemães e inglesas pela ilha que os italianos descobriram e os portugueses povoaram e adotaram como território seu.
O estar aqui é o estar no Mundo! Uma história aos pedaços, retalhada, prenhe de universalidades de riqueza histórico-cultural, únicas e ancestrais. A primeira imagem leva-nos para um passado da mulher madeirense com os trajes típicos, as flores, as produções hortícolas, a pecuária-bovinicultura que, com a actividade piscatória, foram pilares da economia do arquipélago.

A "esquina" de hoje, em letra minúscula, já não tem café, ponto de encontro, mas tem o "sepulcro" de muitos nacos da nossa história, contada e por contar!
O compositor e regente Alain Oulman morreu, no dia 29 de março de 1990, aos 61 anos de idade. Era português, embora com identidade francesa (nasceu no Dafundo, arredores de Lisboa, filho de um casal francês radicado em Portugal) e o seu nome está profundamente ligado às principais músicas do fado cantado por Amália Rodrigues.

Segundo informação do Museu do Fado: "O primeiro álbum de trabalho com Amália Rodrigues, o “Busto”, foi editado em 1962, integrando os poemas “Asas Fechadas”, “Cais de Outrora” e “Vagamundo” de Luís Macedo; “Maria Lisboa”, “Madrugada de Alfama”, "Abandono” e “Aves Agoirentas” de David Mourão-Ferreira, todos com música de Alain Oulman.
Outros álbuns se seguiram, revelando musicalmente novas composições de Alain Oulman para poetas como Pedro Homem de Mello, José Régio, Alexandre O’Neill ou Luís de Camões.
A edição do EP “Amália canta Luís de Camões”, em 1965, escandalizou alguns dos meios tradicionais do Fado, e essa abordagem à poesia de Camões foi inclusive tema de polémica nos jornais da época".
A par da sua sensibilidade para as artes, a música e a literatura, Alain Oulman também dedicou-se à defesa dos direitos cívicos, tendo sido preso pela PIDE em 1966, acusado de pertencer à Frente de "Ação Popular – movimento clandestino de extrema-esquerda"; e mais tarde obrigado a exilar-se, primeiro em Londres e depois em Paris, onde fundou uma editora e passou a traduzir vários autores portugueses, tendo ainda convencido o político Mário Soares (então no exílio em França) a publicar o livro "Portugal Amordaçado".
A primeira Feira do Livro em Portugal, realizou-se no Rossio, em Lisboa. O evento aconteceu a 29 de Maio de 1931, com a presença do Presidente da República, General Óscar Carmona, o Ministro da Instrução Pública, Gustavo Cordeiro e Ventura Abrantes, secretário da Associação dos Livreiros. A iniciativa foi da Associação dos Livreiros e surgiu integrada nas Festas da Cidade de Lisboa.
A atualidade na Europa, por estes dias, faz-se de “medo” e “terror"..., e com muito “pessimismo” de que “não há volta a dar à situação”, porque no passado já houve cenários idênticos… Apesar de tudo existem diferenças e as motivações são outras.
A questão essencial, alertam os sábios, é que faltam ideais fortes, propostas seguras e válidas que exigem mais do empenho de cada um em particular para o benefício de todos, contrariando os “ismos” ideológicos como o “relativismo, materialismo, egoísmo, snobismo, indiferentismo…”
Neste contexto, mais do que ter poder, a solução passa por vivenciar e pôr em prática as convicções de paz, harmonia, respeito, fraternidade e liberdade interior… Isto não é utopia e pode ser demonstrado por movimentos de espiritualidade cristã, por exemplo, alicerçados no Evangelho proclamado há mais de dois mil anos e que, nos nossos dias, testemunham a possibilidade de “UM MUNDO MAIS UNIDO”.
Reportamo-nos, neste caso, ao Movimento dos FOCOLARES que tivemos oportunidade de conhecer, na semana da Páscoa, numa altura em que está a celebrar “50 anos” de presença efectiva em Portugal.
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Fundado em Trento (Itália) por Chiara Lubich, em 1943, em plena II Grande Guerra, este Movimento ligado à Igreja Católica tem por carisma a “unidade”, em correspondência com as palavras de Jesus Cristo no seu testamento: “Pai, que todos sejam um”.
No contexto da guerra, no meio de tanta destruição, um grupo de jovens liderado por Chiara Lubich (1920-2008) concluiu que "tudo passa", só "Deus permanece" e por este ideal prometeram dar a vida, amando fraternalmente todos sem distinção de raças, credos ou opções políticas, vendo "no irmão" o "rosto de Cristo"..., e acreditando que "a paz é possível" a partir da simples, mas exigente regra: "Amar os outros como a si mesmo".
Atualmente, os FOCOLARES estão em quase 200 países, no mundo inteiro, promovendo o diálogo com todos os povos, crentes ou não, na Igreja Católica e com outras instituições a nível mundial.
Um dos meios mais conhecidos para a realização da "fraternidade" é a “Cidadela”, definida como um esboço de "sociedade nova – com casas, escolas, oficinas de trabalho, etc. – cuja lei é o amor recíproco, proposto pelo Evangelho. Surgiram pelo desejo de dar uma continuidade permanente à experiência realizada nas Mariápolis (Cidade de Maria).
As Mariápolis, que se realizam desde 1949, são encontros onde pessoas de todas as idades e profissões formam uma cidade em miniatura e onde todos procuram viver a lei evangélica do amor recíproco".

Em Portugal existe a Cidadela Arco-Íris, em Alenquer (é uma das 33 Cidadelas existentes nos cinco continentes). "Aqui realizam-se atividades programadas, mas também está aberta às pessoas que a queiram visitar para conhecer o Movimento e a sua espiritualidade". Mais pormenores em www.Focolares.pt
A mais bela música da geração jovem (ontem) que (hoje) anda pela “casa” dos 60 e mais anos! Canções com recordações dos memoráveis tempos do yé, yé. Uma “compilação imperdível” enviada pelo amigo Siragusa com o sublinhado de partilhar com todos.
Voltar a ouvir Silvie Vartan, Adamo, Cliff Richard, Elvis Presley, Johnny Hallyday, Charles Aznavour e muitos outros inesquecíveis cantores. A juntar a uma lista de famosas canções, aqui dispõe, ainda, de 160 concertos ao vivo. Para ouvir, basta clicar nos endereços:
Canções > http://www.maixuan.me/?page_id=1929
Concertos > http://www.jocortez.com/documents/concertos_ao_vivo.html
Mercado dos Lavradores (Funchal), inaugurado em Novembro de 1940. Uma obra do Estado Novo, com três pisos, cuja arquitectura é considerada como das mais emblemáticas do país.
Os actos cruéis que estão a ser cometidos na Síria são de uma barbaridade atroz. Destruir e matar por prazer é a mais violenta desumanidade. Estamos ante uma tragédia humana extremamente chocante. A guerra civil na Síria continua a ter um impacto devastador e, em poucos anos, mais de quatro milhões de pessoas deixaram o país em busca de segurança.
Avó e netos com armas, único meio de defesa.
Fogem da guerra, da miséria, da fome, da corrupção, da morte. A maioria são sírios e afegãos mas também há iraquianos e kosovares. Pagam alguns milhares de dólares para assegurar a travessia, não sabendo que vão ser largados sem rede pelos traficantes, sem apoio nem documentos numa cidade desconhecida, num campo de refugiados, às vezes até no mar.
Segundo dados da Amnistia Internacional, cerca de 50 milhões de refugiados terão chegado à Europa desde o começo da guerra nestes países. Como é possível viver em paz quando estamos paredes-meias com tanta crueldade?
Imagens da Síria... antes e depois do início da guerra.
Música > https://www.youtube.com/watch?v=2F4G5H_TTvU
NOTA BREVE > A hora de Verão entrou em vigor, esta madrugada, com os relógios a adiantarem uma hora.
Nesta sexta-feita santa, pelas artérias da capital madeirense, decorreu, a Procissão do Enterro do Senhor, entre a igreja de São João Evangelista (templo construído pelos jesuítas no século XVII) e a Sé do Funchal (século XV). Milhares de fiéis participaram e assistiram ao acontecimento, entre os quais muitos turistas nacionais e estrangeiros.
Gabriela Mistral (Prémio Nobel da Literatura, em 1945), escreveu sobre a importância de "servir", mais do que qualquer "poder" na terra, num poema intitulado "A Alegria de Servir":
> Toda a Natureza é um desejo de serviço.
Serve a nuvem, serve o vento, servem os vales.
Onde haja uma árvore que plantar, planta-a tu;
Onde haja um erro que emendar, emenda-o tu;
Onde haja um esforço que todos evitam, aceita-o tu.

Sê aquele que afasta a pedra do caminho,
O ódio dos corações e as dificuldades de um problema
Existe a alegria de ser são, e a alegria de ser justo,
Mas existe sobretudo, a formosa a imensa alegria de servir.
Como seria triste o mundo se tudo já estivesse feito,
Se não houvesse um roseiral que plantar, uma empresa que iniciar!
Que não te atraiam somente os trabalhos fáceis.

É tão belo fazer a tarefa a que outros se esquivam!
Mas não caias no erro de que só se conquistam méritos
Com os grandes trabalhos;
Há pequenos serviços que são imensos serviços:
Adornar a mesa, arrumar os bancos, espanar o pó.
Aquele é o que critica, este é o que destrói;
Sê tu o que serve.

O serviço não é tarefa só de seres inferiores.
Deus, que dá o fruto e a luz, serve.
Poder-se-ia chamá-lo assim: Aquele que serve.
E Ele, que tem os olhos em nossas mãos, pergunta-nos todo dia.
Etty Hillesum (1914-1943), judia holandesa, foi morta no campo de concentração de Auschwitz, sob o “poder” nazi. No seu Diário relatou experiências notáveis de uma mística profunda ao serviço de Deus e dos outros, e acolheu as circunstâncias adversas ao seu redor sem ressentimentos, antes, com o sábio “poder divino” que questiona o crente a toda a hora.
Eis um excerto dalguns dos seus desabafos nos últimos dias de existência terrena: "(...) Podem tornar-nos as coisas algo complicadas, podem roubar-nos alguns bens materiais, alguma aparente liberdade de movimentos, mas somos nós que cometemos o maior roubo a nós próprios, roubamo-nos as nossas melhores forças através da nossa mentalidade errada.
Através de nos sentirmos perseguidos, humilhados e oprimidos. Através do nosso ódio. Através de fanfarronice que esconde o medo. Bem podemos, às vezes, sentirmo-nos tristes e abatidos por causa daquilo que nos fazem, isso é humano e compreensível. Porém, o maior roubo que nos é feito, somos nós mesmos que o fazemos. Eu acho a vida bela e sinto-me livre. Os céus dentro de mim são tão vastos como os que estão por cima de mim. Creio em Deus e creio na humanidade, e aos poucos vou-me atrevendo a dizê-lo sem falsa vergonha.
A vida é difícil, mas isso não faz mal. Uma pessoa deve começar a levar-se a sério e o resto segue por si mesmo. E "trabalhar a própria personalidade" não é certamente um individualismo doentio. E uma paz só pode ser verdadeiramente uma paz mais tarde, depois de cada indivíduo criar paz dentro de si e banir o ódio contra o seu semelhante, seja ele de que raça ou povo for, e o vença e o mude em algo que deixe de ser ódio, talvez até em amor ao fim de um tempo, ou será isto pedir demasiado? Contudo é a única solução".
Para reflexão.
A Via-Sacra, expressa pela Paixão de Cristo na Cruz, crucificação e morte, é interpretada por jovens de Câmara de Lobos (Madeira), nesta manhã de Sexta-Feira Santa. Uma encenação em consonância com a descrição segundo o Evangelho de S. Lucas. Centenas de fiéis assistem ao acto.
Todos aqueles que alimentam o terrorismo são como Judas. O Papa compara os atentados em Bruxelas com a traição de Judas a Jesus Cristo. “Há dois dias houve um gesto de guerra de destruição numa cidade da Europa por gente que não quer viver em paz. Mas por detrás daquele gesto, como atrás de Judas, estavam outros”, declarou o Papa, esta Quinta-feira Santa.

Francisco falava no lava-pés desta quinta-feira santa. “Atrás de Judas estavam os que lhe deram dinheiro, para que Jesus fosse preso e atrás deste gesto [ataques de Bruxelas] estão os que fabricam e traficam armas, que querem o sangue e não a paz, querem a guerra e não a fraternidade”.
Há dois mil anos a História registou um acontecimento espiritual de grande alcance, tendo como cenário a Palestina e como protagonista Jesus de Nazaré. Foi num clima de grande tensão entre judeus e romanos, onde se deu a condenação do Filho de Deus, durante a chamada Semana Santa, através de três dias especiais, hoje conhecidos como Tríduo Pascal: Quinta-Feira Santa, Sexta-Feira Santa e Sábado da Aleluia, terminando com o Domingo da Ressurreição.
A máxima ou o lema desses dias ainda continua actual, permanece válido, de tal modo que é útil reflectir sobre o "poder" dos fortes então instalados e a "atitude de entrega, de serviço" da parte dos mais fracos. Como ontem, aquele acontecimento desafia a humanidade a optar pelo "poder" ou pelo "serviço".
Hoje, a razão é evidente e talvez mais preocupante do que nunca, quando estamos perante a existência, por exemplo, de um “terrorismo sem fronteiras”, como aconteceu esta semana em Bruxelas e no passado mês de Novembro em Paris.
Parafraseando o cardeal Walter Kasper (no seu livro Papa Francisco – A Revolução da Misericórdia e do Amor), diríamos que estão à vista as coordenadas de que precisamos para compreender o lema “estar ao serviço” iniciado por Cristo na Semana Santa, pois, basta estar atento ao “desafio da paz, de pessoas expulsas dos seus países, obrigadas a fugir da perseguição ou por causa de uma pobreza extrema, do diálogo intercultural e inter-religioso, do cuidado da criação, da protecção da vida, da crise da família”.

Para além do “progresso científico e tecnológico, do aumento do saber e da informação e, ao mesmo tempo, da perda de orientação, da mudança cultural a ela ligada que, amiúde, se descreve como mudança de valores, de secularização e do relativismo”.
Este é, para o cristão deste tempo, desta “Quinta-Feira Santa”, por exemplo, o “problema-chave que importa enfrentar”, em termos de verdadeiro “poder” que, segundo o Papa Francisco, se traduz simplesmente por “serviço”.

O homem e a natureza combinam sempre que há aceitação. Os bravos e os bons animais, incluindo o humano, conseguem conviver e compreender os seus mundos por muito diferentes que aparentemente sejam. As imagens que são apresentadas no endereço abaixo revelam o pouco do muito que podemos conhecer, sem hostilidades.
Endereço > http://www.boredpanda.com/nature-photographers-behind-the-scenes/.

João Godim
FREELANCER
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