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Sexta-feira, 19 de Junho de 2015

Desafios

vibração.JPG

publicado por j.gouveia às 13:27

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Quinta-feira, 18 de Junho de 2015

Memória de José Saramago

O primeiro (e único...) português Nobel da Literatura (1998), José Saramago, morreu há cinco anos. Por muito que se goste ou não da sua escrita, não se pode menosprezar a sua obra literária, por quaisquer motivos, mesmo de ordem ideológica. A literatura é mais do que uma simples opinião ou arma privilegiada de alguns, como se bastasse saber escrever para dizer o que apetece, de forma crítica ou não. A literatura é criatividade e arte, e exige capacidades inatas que se desenvolvem conforme o tempo, o lugar e as influências que se vivem.

Como afirmou o próprio Saramago: «Eu sei que aquilo que eu escrevo já foi escrito antes, como tudo aquilo que hoje fazemos, salvo raras exceções, já foi feito há muito tempo, antes de nós. Tudo é assim na vida. Na literatura também».
Mas, a arte de escrever livros tem o seu quê e não é escritor quem quer... Há frases e formas de escrever que ficaram e ficarão para sempre na nossa memória, como uma herança que se transmite de geração em geração, e que deleitam as sensibilidades com um prazer único.

Parafraseando o grande Rui Barbosa: «Os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é ler, raro o refletir». Daí que escrever ou publicar muito não signifique que haja literatura no verdadeiro sentido da palavra (o conceito deriva do latim litterae e designa o conjunto de conhecimentos e competências para escrever e ler bem).
Voltando a Saramago (1922-2010), sem preconceitos ou partidarismos, dizemos que estamos perante um verdadeiro escritor. A sua obra, com certas inovações e não estando isenta de dificuldades para a sua compreensão, deve ser lida com interesse. Os títulos porventura mais conhecidos: Levantado do Chão, Memorial do Convento, O Ano da Morte de Ricardo Reis, A Jangada de Pedra, Ensaio Sobre a Cegueira, Todos os Nomes, A Caverna, Ensaio Sobre a Lucidez, As Intermitências da Morte..., continuam a ser sugestivos e emblemáticos em termos de literatura e de interpretação crítica sobre o mundo onde estamos inseridos.

O escritor é um intérprete atento e oportuno das coisas e situações com interesse para todos; e o leitor continua essa sua tarefa, sem peias, esse trabalho que senão se confunde com o saber aparente, mas com o saber da realidade. Estamos a celebrar a memória de José Saramago, mas, no fundo, ele continua vivo através da literatura que entre nós produziu, uma literatura com raízes populares, gerada no mais autêntico do ser português.
No seu discurso aquando da receção do Nobel, em Estocolmo, começou por homenagear os seus antepassados familiares, num sinal de gratidão e sabedoria:

«O homem mais sábio que conheci em toda a minha vida não sabia ler nem escrever. Às quatro da madrugada, quando a promessa de um novo dia ainda vinha em terras de França, levantava-se da enxerga e saía para o campo, levando ao pasto a meia dúzia de porcas de cuja fertilidade se alimentavam ele e a mulher. Viviam desta escassez os meus avós maternos, da pequena criação de porcos que, depois do desmame, eram vendidos aos vizinhos da aldeia. Azinhaga de seu nome, na província do Ribatejo.» Aqui fica esta proposta para continuarmos a ler Saramago.

Violante Matos (filha), no lado direito de José Saramago (pai)
Sobre a sua vida pessoal e de intervenção cívica há muita informação que se pode obter facilmente. Resta acrescentar que a filha de José Saramago - Violante Saramago Matos, é casada com um madeirense e vive na Madeira; muitas vezes, por este motivo, o nosso Nobel de Literatura também esteve nesta ilha descoberta pelos genoveses, seis décadas depois encontrada e povoada pelos portugueses.

publicado por j.gouveia às 13:27

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Nova Encíclica do Papa Francisco

Foi, hoje, tornada pública a nova Encíclica do Papa Francisco - "Laudato si", sobre temas da ecologia. «Que tipo de mundo queremos deixar a quem vai suceder-nos, às crianças que estão a nascer?» Esta a questão essencial impressa neste importante documento dirigido à Igreja Católica e ao mundo em geral.

O nome foi inspirado na invocação de São Francisco de Assis - «Louvado sejas, meu Senhor», que no Cântico das Criaturas recorda que a terra «se pode comparar ora a uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma mãe, que nos acolhe nos seus braços», mas que não está defendida dos maiores problemas e "gemidos".
No decorrer de seis capítulos, o Papa convida a ouvir esses gemidos, exortando todos a uma «conversão ecológica», a «mudar de rumo», assumindo a responsabilidade de um compromisso para o «cuidado da casa comum».


Eis alguns assuntos analisados na Encíclica (cf. Rádio Vaticano):
 - «As mudanças climáticas são um problema global com graves implicações ambientais, sociais, económicas, distributivas e políticas, e constituem um dos principais desafios actuais para a humanidade». Se «o clima é um bem comum, um bem de todos e para todos»;
 - «o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos». Privar os pobres do acesso à água significa «negar-lhes o direito à vida radicado na sua dignidade inalienável».
 - No âmbito de uma ética das relações internacionais, a Encíclica indica que existe uma verdadeira “dívida ecológica”, sobretudo do Norte em relação ao Sul do mundo. Diante das mudanças climáticas, há «responsabilidades diversificadas», e as dos países desenvolvidos são maiores. O Papa Francisco se mostra impressionado com a «fraqueza das reacções» diante dos dramas de tantas pessoas e populações;
- O ser humano não reconhece mais a sua correcta posição em relação ao mundo e assume uma posição auto-referencial, centrada exclusivamente em si mesmo e no próprio poder. Deriva então uma lógica do «descartável» que justifica todo tipo de descarte, ambiental ou humano que seja;


 - A Encíclica retoma a linha proposta na Evangelii Gaudium: «A sobriedade, vivida livre e conscientemente, é libertadora». O Papa propõe mudanças nos estilos de vida, através da educação e da espiritualidade. Uma educação ambiental que incida sobre gestos e hábitos quotidianos, da redução do consumo de água, à separação do lixo até «apagar luzes desnecessárias». Para Francisco, «uma ecologia integral é feita também de simples gestos quotidianos, pelos quais quebramos a lógica da violência, da exploração, do egoísmo». O Pontífice recorda, porém, que tudo isto será mais fácil a partir de um olhar contemplativo que vem da fé: «O crente contempla o mundo, não como alguém que está fora dele, mas dentro, reconhecendo os laços com que o Pai nos uniu a todos os seres»;
 - O coração da proposta da Encíclica é a ecologia integral como novo paradigma de justiça; uma ecologia «que integre o lugar específico que o ser humano ocupa neste mundo e as suas relações com a realidade que o circunda»;
- A esperança permeia todo o texto e, segundo Francisco, não se deve pensar que esses esforços não mudarão o mundo. A crise ecológica, portanto, é um apelo a uma profunda conversão interior. Pode-se necessitar pouco e viver muito.

publicado por j.gouveia às 13:26

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Quarta-feira, 17 de Junho de 2015

Os “imbecis” do escritor pedante

As redes sociais dão voz “a uma legião de imbecis”, afirma Umberto Eco, escritor, ateu, 83 anos. O ego ferido de quem defende uma nova “cultura de massas” mas nega a intervenção dessas mesmas “massas”. O escritor italiano defende o que não quer que aconteça com aparência contrária.   

Usar o facebook, twitter, instagram, Google+.myspace, badoo, linkedin ou outra qualquer rede social é pertencer “a uma legião de imbecis”. Humberto Eco anda zangado com a globalização da comunicação, vê fugir-lhe o mito do “nobel” e entende censurar o que não lhe agrada. De um momento para outro passa a ser um critiqueiro vulgar que se julga com o direito à magistratura da escrita absolutista. ROINESXXI não está nas redes sociais, por opção, apesar dos muitos pedidos feitos nesse sentido, mas considera os internautas um “povo” culto numa sociedade cultural universal. Um Eco pedante que deixou cair a máscara.

publicado por j.gouveia às 19:10

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Alertas

Video > https://www.youtube.com/watch?v=-IZupmMA70o

publicado por j.gouveia às 09:07

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Terça-feira, 16 de Junho de 2015

Aniversários históricos

A Inglaterra está a celebrar por estes dias o 8.º centenário da sua "Magna Carta", um documento de referência para a organização da humanidade, em qualquer época e lugar. Foi a 15 de Junho de 1215 que se deu a assinatura de tão importante texto jurídico, entre o rei João-Sem-Terra e os barões do reino, pelo qual se estabelecia, pela primeira vez, que ninguém estaria acima das leis, nem mesmo o próprio monarca. A "Grande Carta" ditava também as bases para a democracia parlamentarista. Desde então, o documento obteve um significado global e serviu de inspiração e modelo para a Declaração de independência dos Estados Unidos da América (1776) e a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948). Ainda hoje, a Constituição britânica acolhe algumas das 63 cláusulas daquele texto redigido há 800 anos.

"A nenhum homem será vendido, negado ou atrasado o direito à Justiça", diz uma das cláusulas da "Magna Carta". Entretanto, ainda esta semana estamos a assinalar o aniversário (16 de Junho de 1373) do "Acordo de Westminster", assinado entre os reis D. Fernando de Portugal e Eduardo III de Inglaterra; um acordo ou tratado de cooperação política, militar e comercial, e que viria a dar origem à mais antiga aliança do mundo. "Aliança luso - britânica", com vantagens e consequências nem sempre favoráveis para Portugal.

publicado por j.gouveia às 20:50

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Tertúlia "selecção da naturalidade"

Dar o título de “selecção nacional da naturalidade” poderá ser num recurso estilístico exagerado. Todavia, uma tertúlia com onze elementos pátrios, nascidos em localidades diferentes, não será propriamente um acontecimento muito vulgar. Participantes de várias nacionalidades num qualquer evento é normal, já reunir onze cidadãos de uma mesma nacionalidade com registo de nascimento de origens distintas sai fora do comum. É o que se verifica nas tertúlias que têm por referência o decano jornalista Novais Granada. Uma tertúlia que vai para quatro anos e que, sem temática prévia, tem vindo a registar crescente adesão de seniores. Acontece, aconteceu. “Selecção nacional da naturalidade” é uma hipérbole, talvez!

GranaGrupo.JPGEis a “selecção”: Novais Granada (Almeirim), Leandro Guedes (Porto), Siragusa Leal (Olhão), João Godim (Funchal), Albertinha Granja (Olhão), Joaquim Cosme (Ramalhal), Filomena (Lisboa), José Luís Patrício (Alentejo), João Sá Pessoa (Covilhã), Rosa Pessoa (Faro) e Teresa Sarzedas (Sertã). Tudo é pouco do muito que a universidade da vida fez guardar e faz sabiamente recordar. São respingos das "tertúlias sem idade".

publicado por j.gouveia às 16:42

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Segunda-feira, 15 de Junho de 2015

Cavaco… “aliviado”

Aníbal Cavaco Silva, presidente da República, em fim de mandato, diz estar “mais aliviado” ao saber da privatização da TAP. Um surpreendente alívio que a grande maioria dos portugueses não tem. Não há memória de alguma vez um chefe de estado dar asas de satisfação pela venda de uma empresa que sempre foi “património nacional”, fundada em 1945. Qual servir o país, qual patriotismo, qual amor à Pátria, qual Nação, quais quinas, qual hino, qual carapuça??? Não há “alívio” igual na Europa, nem há comparações com outras companhias de aviação. Vender não é perder, vender por vender manda o bom senso que é melhor não vender.

Cavaco Silva diz estar "mais aliviado" com a privatização da TAP. O quê...?

Quando uma empresa não consegue obter dividendos a solução não é fechar mas sim renovar, detectar causas, modernizar, e principalmente introduzir métodos adequados à evolução dos mercados. É assim que se passa na Alemanha, pais da vanguarda económica da Europa, e noutros países onde a economia de mercado não é estanque. A TAP há muito que vem apresentado resultados negativos e nunca avançou para as alterações de fundo requeridas, foi ficando “à ver”, até que fica descapitalizada. Aqui chegados, toca vender, a única e inacreditável solução do governo português. Um “alívio”… para Cavaco!

Breve história da TAP > https://www.youtube.com/watch?v=u79EXcx57Bo

publicado por j.gouveia às 09:55

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Domingo, 14 de Junho de 2015

Dogmas da maçonaria

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publicado por j.gouveia às 12:01

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Sábado, 13 de Junho de 2015

As pessoas… do Pessoa

Fernando Pessoa, o poeta dos heterónimos, nasceu há 127 anos, a 13 de Junho de 1888; Este ano (2015), passam 80 anos sobre a sua morte, a 30 de Novembro de 1935. Sobre a importância de uma data e outra ele próprio disse: «Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, não há nada de mais simples. Têm só duas datas: a da minha nascença e a da minha morte. Entre uma e outra todos os dias são meus».

O seu nome completo era Fernando António Nogueira Pessoa (António, em homenagem ao santo de Lisboa, cidade onde também nasceu, perto da Igreja dos Mártires). Órfão de pai aos cinco anos a sua primeira poesia, data de 1895, é dedicada "À minha querida mamã". Mas, antes, em 1894, cria o seu primeiro heterónimo, o "Chevalier de Pas"...
Aos oito anos, parte para a África do Sul, devido ao casamento da sua mãe com o então cônsul de Portugal em Durban; viaja no navio "Funchal" até à Madeira e dali no paquete inglês Hawarden Castle.

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Depois de um percurso académico notável, de produções literárias diversas e de profundos conhecimentos de literatura inglesa, regressa a Portugal em 1905, definitivamente. Em 1915 (ano da publicação da revista Orpheu), numa carta ao poeta Armando Côrtes-Rodrigues, fala das pessoas em que se tinha multiplicado: «É sério tudo o que escrevi sob os nomes de Caeiro, Reis, Álvaro de Campos. Em qualquer destes pus um profundo conceito de vida, diverso em todos três, mas em todos gravemente atento à importância misteriosa de existir».

A sua própria escrita permite uma breve entrevista sobre esta temática, que nesta oportunidade sugerimos (tendo por base um artigo que publicámos em 2003):
- Fernando Pessoa, como explica a sua tendência para criar heterónimos?
«A origem  dos meus heterónimos é o fundo traço de histeria que existe em mim; (...) a origem mental dos meus heterónimos está na minha tendência orgânica e constante para a despersonalização e para a simulação. (...) Desde criança tive a tendência para criar em meu torno um mundo fictício, de me cercar de amigos e conhecidos que nunca existiram. Esta tendência, que me vem desde que me lembro de ser eu, tem-me acompanhado sempre...»
- Isso não significa também o desejo de ficar célebre?
«A celebridade é um plebeísmo. O homem que se torna célebre fica sem vida íntima: tornam-se de vidro as paredes da sua vida doméstica. Depois, além do plebeísmo, a celebridade é uma contradição. Parecendo que dá valor e força às criaturas, apenas as desvaloriza e as enfraquece».
- Então, é pela vida intelectual intensa que justifica a existência de outras "pessoas"?
«Tudo o que em mim é exclusivamente intelectual é muito forte, e mesmo muito saudável. Quero sempre fazer ao mesmo tempo três ou quatro coisas diferentes. A acção pesa sobre mim como uma danação: agir, para mim, é violentar-me. (...) A minha vida psíquica é uma espécie de curso de desmagnetismo pessoal.»


- Uma procura pela verdadeira identidade?
«O poeta é um fingidor. / Finge tão completamente/ Que chega a fingir que é dor/ A dor que deveras sente. (...) Eu sou um doido que estranha a própria alma.../Eu fui amado em efígie num país para além dos sonhos.»

- Mas há uma biografia do Pessoa nas "pessoas", máscaras e heterónimos, que criou?
«Venho de longe e trago no perfil,/ Em forma nevoenta e afastada, /O perfil de outro ser que desagrada/ Ao meu actual recorte humano e vil...»
- Como define, por exemplo, o perfil de Alberto Caeiro?
«A vida de Caeiro não pode narrar-se , pois que não há nela de que narrar. Apenas direi que a obra de Caeiro representa a reconstrução integral do paganismo, tal como nem os gregos nem os romanos o puderam fazer. Como escreve ele no poema "Guardador de Rebanhos": há metafísica bastante em não pensar em nada.»
- E que diz de Ricardo Reis?
«Resume-se num epicurismo triste toda a filosofia da sua obra. Cada qual de nós -  opina o Poeta - deve viver a sua própria vida, buscando o mínimo de dor ou (...) o homem deve procurar sobretudo a calma, abstendo-se do esforço e dos prazeres violentos».
- Finalmente, Álvaro de Campos?
«É o poeta da prosa ritmada. Campos é um grande prosador, um prosador com uma grande ciência do ritmo. Nele há uma disciplina da forma, (...) uma emoção naturalmente ordenada, traduzida num ritmo ordenado (...). Veja-se a "Ode Triunfal", ou a "Ode Marítima"... "Ah, todo o cais é uma saudade de pedra! / Ah, quem sabe, quem sabe, /Se não parti outrora, antes de mim...»

Obs.: Hoje, sabe-se que Fernando Pessoa criou mais de uma centena de personagens literárias, para além dos heterónimos aqui citados, mais conhecidos e estudados. Para se conhecer melhor a sua obra, sugerimos o trabalho feito por Jerónimo Pizarro, que é Professor da Universidad de los Andes,  Titular da Cátedra de Estudos Portugueses do Instituto Camões na Colômbia e Doutor pelas Universidades de Harvard (2008) e de Lisboa (2006), em Literaturas Hispânicas e Linguística Portuguesa.

publicado por j.gouveia às 12:59

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Livros intemporais

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2015

O português mais popular do mundo

Os dias 12 e 13 de Junho, desde há muitos anos, são para os portugueses dias de muita festa, tradição com marchas, casamentos e sardinhas. Tudo em honra de Santo António, o português mais popular em todo o mundo. O "santo do mundo inteiro" como também é conhecido, nasceu em Lisboa (1191); e morreu em Pádua (Itália), no dia 13 de Junho de 1231.

 O seu nome de baptismo era Fernando de Bulhões, mas mudou para António, em homenagem a Santo Antão que admirava, através dos estudos que fez enquanto membro da Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, em Lisboa e em Coimbra.
Já sacerdote, em Coimbra, conhece os primeiros franciscanos, e decide ingressar na Ordem fundada por São Francisco de Assis, seu contemporâneo. Quando vai em missão para Marrocos, adoece gravemente, e o barco em que tenta regressar a  Portugal é desviado por uma tempestade para Itália. A partir de então, a sua vida nunca mais será a mesma e de um simples frade, humilde, torna-se num orador de primeira grandeza e revela uma sabedoria e eloquência extraordinárias.


Pregador itinerante, sempre com o maior sucesso junto dos seus ouvintes e admirado pelo seu conhecimento das Sagradas Escrituras, é apelidado pelo Papa Gregório IX de «Arca do Testamento»; ao mesmo tempo que fica responsável pela formação teológica dos irmãos franciscanos, redige os “Sermões” e torna-se no primeiro Professor da Ordem Franciscana, na escola do convento de Santa Maria della Pugliola, em Bolonha, e nas escolas de Toulouse e Montpellier.
Apesar destas suas altas qualidades intelectuais, Santo António era muito querido pelo povo, a tal ponto que um ano após a sua morte foi logo inscrito no catálogo dos Santos. A sua canonização, de forma solene, em 1946, tornou-o ainda no primeiro Doutor da Ordem Franciscana e o único português Doutor da Igreja.
A sua fama e devoção permanecem em todo o universo, e não há terra ou país que não tenha uma capela, uma basílica, uma igreja, um monumento dedicado a Santo António de Lisboa (e de Pádua). Orações e versos para cantar também não faltam.

Música > https://www.youtube.com/watch?v=QNUaRda8sZM

publicado por j.gouveia às 17:22

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Portugal vendido aos bocados

Portugal está à venda, noticiam alguns media estrangeiros. “Quem tem dinheiro chega a Lisboa e compra o que lhe apetece”. Em poucos anos, o país “pai dos descobrimentos marítimos” que no dizer do épico poeta Luís de Camões “deu novos mundos ao mundo”, está a ser vendido aos bocados, perdendo património de forma irredutível. Não há notícia que outro país europeu tenha perdido, em tão poucos anos, tantos bens como Portugal, apenas comparável com alguns países da América Latina, África e da Ásia. Os mais velhos recordam os cofres cheios de barras de ouro no tempo da ditadura, sob a liderança de Salazar, património que em poucos anos, após 25 de Abril de 1974, foi desbaratado.

E não se pense que são apenas as principais empresas, bancos e seguradoras portuguesas que estão no “mercado de venda”, o próprio comércio a retalho tem sido comprado, a preço da china, pelos chineses. O cardápio é vasto e transversal a todos os sectores. A venda da TAP (transportadora aérea portuguesa), fundada em 14 de Março de 1945, cotada entre as dez melhores do mundo no sector, foi o último fôlego: Vendida por 354 milhões de euros, mas apenas 10 milhões de euros entram no imediato para os cofres do estado. Uma venda ao preço da chuva. Para termos uma ideia, para além de outros patrimónios, a TAP tem, nesta altura, 43 aviões arbus (A318, A320 e A321), o preço de um (apenas um) avião A320, custa 88,3 milhões de euros. A venda da TAP roça ao zero da conchichina que os vietnamitas chamam hoje de “perdas irrecuperáveis” com os governantes feitos maçaricos às mãos dos americanos, nos anos 60 do século XX. Muitos foram presos (lá...)!

publicado por j.gouveia às 11:59

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A minha rua

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Esta é a rua onde eu moro e que tem o nome de travessa Dom Diniz, no Ramalhal. Captei esta e outras fotos… na primavera dos meus oitenta e picos anos. (J.Cosme)

publicado por j.gouveia às 11:53

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015

Portugal mais europeu

Faz agora 30 anos - 12 de Junho de 1985 / 2015 - que Portugal passou a fazer parte da CEE (Comunidade Económica Europeia, hoje União Europeia). A cerimónia solene de assinatura do Tratado de Adesão (que entraria em vigor a 1 de Janeiro de 1986)  decorreu nos claustros do Mosteiro dos Jerónimos com as presenças e discursos de altas entidades oficiais: Mário Soares (então Primeiro-Ministro de Portugal), Betino Craxi, Giulio Andreotti e Jacques Delors.
As negociações para esta adesão à CEE duraram oito anos. Com Portugal aderiu, na mesma data, a Espanha.


A Comunidade Económica Europeia (CEE) teve origem num dos Tratados de Roma de 1957, com o objetivo de promover um mercado comum, políticas conjuntas para a agricultura, para os transportes, para os impostos alfandegários, entre outros interesses. Os países fundadores foram França, Itália, Alemanha Ocidental (República Federal Alemã), Bélgica, Holanda e Luxemburgo. À CEE aderiram também, em anos longínquos, o Reino Unido, Irlanda e Dinamarca (em 1973) e a Grécia (em 1981).
«Para Portugal, a adesão à CEE representa uma opção fundamental por um futuro de progresso e de modernidade. Mas não se pense que seja uma opção de facilidade. Exige muito dos Portugueses, embora lhes abra simultaneamente largas perspectivas de desenvolvimento», sublinhou Mário Soares no seu discurso oficial.

publicado por j.gouveia às 16:31

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Não há inocências

Na Coreia do Norte, Rússia e Cuba, a cartilha política ensina o método da sociedade comunista. É o compêndio de obrigatório estudo e leitura aprofundada. Quem não sabe interpretar e seguir a ideologia comunista é posto à margem, alvo de perseguições quando não mesmo encarcerado. Para todos os efeitos, a cartilha é uma arma. Não há lugar a perguntas começadas… porquê? Noutros países, a cartilha comunista já não é tão cega, há contemporaneidade. A capa e título do livro (foto), cor e desenho, expressam silêncios e ingenuidades de um catecismo doutrinário hábil. O seu autor, José Falcão, foi um político liberal defensor dos ideais republicanos. Não há almoços grátis tal como não há inocências.cartilha do povo.JPG

José Falcão (1841-1893), nasceu em Miranda do Corvo, foi professor de matemática na Universidade de Coimbra. “Cartilha do Povo” foi um dos escritos mais notáveis da propaganda republicana, ao tempo da monarquia.

publicado por j.gouveia às 10:22

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Quarta-feira, 10 de Junho de 2015

Dez de Junho em Dez personalidades

Neste dia 10 de Junho, data simbólica para a Nação portuguesa, recordam-se, por analogia cultural, dez personalidades que marcaram o nosso passado colectivo, ainda que prevenidos pelo poeta de que «mudam-se os tempos, mudam-se as vontades», ou seja, cada um tem a sua opinião que merece ser respeitada e neste caso é isso que tentamos expor, sem menosprezo por outros (as) merecedores(as) também de uma lembrança oportuna:

- Luís Vaz de Camões (1524-1580), um génio literário que seria grande em qualquer parte do mundo. Épico por excelência, como prova a sua obra-prima, "Os Lusíadas". No dizer de Ramalho Ortigão, Camões «não é unicamente o poeta da nacionalidade portuguesa, mas também a cristalização artística do grande espírito universal do seu tempo». 

- Fernão Mendes Pinto (1510-1583), viajante, aventureiro, passou grande parte da sua vida na Índia e no Japão; foi traficante e escravo; numa das suas viagens ao Oriente conheceu São Francisco Xavier e, influenciado pela sua personalidade, decidiu entrar na Companhia de Jesus (saindo mais tarde); regressado a Portugal, deu a conhecer os seus feitos e as realidades observadas directamente através desse grande relato que se intitula "Peregrinação".

- Pedro Hispano ou Pedro Julião (1215-1277), médico, cientista e Papa (João XXI. Grande erudito, estudou Filosofia, Medicina, Teologia e Matemática em Paris. Escreveu obras de referência, como "O Tesouro dos Pobres", sobre receitas e mezinhas para combater as doenças; e ainda o livro "Summulae Logicales" (Súmulas de Lógicas), considerada uma importante sistematização da lógica clássica.

- Damião de Góis (1502-1574), relevante historiador e humanista. Representante do Renascimento em Portugal, estanciou em vários países da Europa, conheceu Lutero, Erasmo de Roterdão e Alberto Durer (que lhe pintou o retrato); foi guarda-mor da Torre do Tombo e escreveu as crónicas de D. Manuel I e do Príncipe D. João (futuro rei D. João II). Foi condenado pela Inquisição a prisão perpétua, no Mosteiro da Batalha. Para se conhecer melhor a personalidade de Damião de Góis e o seu tempo, sugere-se a leitura do livro (ímpar) do escritor Fernando Campo "A Sala das Perguntas".

- Padre António Vieira (1608-1697), o «Imperador da Língua Portuguesa», segundo Fernando Pessoa. Jesuíta, missionário no Brasil, foi defensor acérrimo da liberdade dos "índios", pioneiro dos direitos humanos e grande orador. Diplomata ao serviço do rei D. João IV, foi perseguido pela Inquisição e escreveu uma obra sem precedentes, cuja edição crítica dos seus "Sermões" e outros escritos valiosos (em 30 volumes) foi publicada entre nós há poucos meses (pelo Círculo de Leitores). Para o padre António Vieira (que marcou a ligação marítima entre a Europa e o Brasil através de inúmeras viagens): «Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos. Nos dias em que não fazemos apenas duramos».

- Luís António Verney (1713-1792). Foi um dos reformadores da mentalidade portuguesa no século XVIII. Educado em Itália, escreveu um livro que lhe conferiu um lugar de destaque entre os nosso antepassados: "O Verdadeiro Método de Estudar". No entanto, os assuntos abordados nesta obra, como  a instrução e a educação das mulheres, causaram escândalo, o que lhe valeu o ódio das classes dominantes.

- Francisco da Holanda (1517-1584), pintor, escritor e teórico das Artes. Esteve em Itália, onde travou amizade com Miguel Ângelo que revela nos "Diálogos de Roma". Uma das suas obras mais importantes intitula-se "Da Fábrica que Falece à Cidade de Lisboa", considerada o primeiro estudo sobre urbanismo redigido na Península Ibérica.

- Marquesa de Alorna (1750-1839), escritora e tradutora. O seu nome completo era Leonor de Almeida de Portugal Lorena e Lencastre, e pertencia à família dos Távoras. Educada em regime de quase clausura no Convento de Chelas; foi obrigada a viver no exílio devido às suas ideias liberais; e é considerada a iniciadora do romantismo literário português, a «Madame de Stael portuguesa». Escreveu com o pseudónimo arcádio de "Alcipe" e influenciou outros poetas e escritores, nomeadamente Bocage e Alexandre Herculano.

- Garcia de Orta (1500-1568), médico e cientista, autor de celebradas obras como "Colóquios dos Simples e Drogas da Índia", em que foi pioneiro no tratamento e explicações sobre botânica, farmacologia, medicina tropical e antropologia, revolucionado os conhecimentos do "Velho Continente". Sobre a sua vida e obra sugere-se o livro "Os Desafios de Garcia de Orta, Colóquios dos Simples e Drogas da Índia", de Teresa Nobre de Carvalho (acaba de ser publicado pela Esfera do Caos Editora).

- António Nobre (1867-1900), "um dos maiores poetas portugueses e talvez aquele que mais e melhor exprimiu a singularidade portuguesa: a resignação ao destino num fundo de suave tristeza; a perpétua sublimação de um passado precioso em tudo: grandes glórias históricas e bagatelas domésticas, Índias perdidas e flores murchas; o amor do risco, magníficos desprendimentos e ao mesmo tempo um ideal de vida caseiro, feito de egoísmos almofadados e de ambições pueris", assim escreveu o consagrado autor de "Mau Tempo no Canal", Vitorino Nemésio, sobre o poeta do "Só" que viveu em Paris, mas jamais esqueceu a pátria sufocada e triste, a quem dedicou versos minados pela tuberculose de que padecia.

publicado por j.gouveia às 13:49

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Demagogia em nome da Pátria

Aqueles que morreram em defesa da Pátriaforam lembrados, esta manhã, na cerimónia do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, em Lamego. Uma frase lembrança que se repete todos os anos e que acaba sempre por ser fútil e incoerente. Ninguém morre em defesa da Pátria e os que morreram na guerra foram abatidos à falsa fé, assassinados e alvos de emboscadas e ataques mortais infligidas pelo inimigo. Na guerra não há Pátria, não há fantasias nem suposições, há morte, matar ou ser morto. O inimigo quer nos abater e nós queremos abater o inimigo. Tão cruel quanto isto. Se não matamos, morremos.

Morrer em defesa da Pátriafaz parte de uma imagem patriótica e propagandista dos estados imperialistas, séculos antes da nossa era, onde o povo era levado para o campo da guerra em nome da Pátria para defender poderes imperiais e de ostentosas monarquias. Ouvir neste Dia de Portugal (que devem ser todos os dias) lembranças à “defesa da Pátria”, causa-nos zombaria pelo que é e deve ser a Pátria no seu todo. A defesa da Pátria nunca deve ser feita em nome da morte de jovens militares, como aconteceu em África, para depois os governos darem ao inimigo a Pátria de todos nós. É tempo de se acabar com estas sórdidas demagogias.

publicado por j.gouveia às 12:10

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Terça-feira, 9 de Junho de 2015

Opostos

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publicado por j.gouveia às 09:54

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Segunda-feira, 8 de Junho de 2015

Dia Mundial dos Oceanos

"Oceanos saudáveis, um planeta saudável", é o tema do Dia Mundial dos Oceanos que hoje se assinala. A data foi proposta em 2008 pelas as Nações Unidas, com o objetivo de realçar a importância dos oceanos no clima e como elemento essencial da biosfera, na preservação das espécies. Em termos científicos, os oceanos "exercem um controlo fundamental sobre o clima e as condições meteorológicas. Transportam energia e dominam os ciclos da água e do carbono, moderando as oscilações de temperatura e mantendo a estabilidade da composição da atmosfera."
Ao todo, existem cinco oceanos:
- Oceano Pacífico: o maior de todos, situado entre a Ásia, a Austrália e a América (a leste), com 180 milhões km², cobre quase um terço da superfície do globo terrestre e é o oceano com mais profundidade média no planeta. Foi descoberto por Fernão de Magalhães (navegador português que fez a primeira viagem de circum-navegação ao globo, de 1519 até 1522);

Ilha da Madeira, descoberta pelos genoveses em 1335, fica no Oceano Atlântico
 - Oceano Atlântico: é o segundo maior oceano em extensão e situa-se entre a América (a oeste), a Europa e a África (a leste). Com cerca de 106 milhões km², cobre aproximadamente um quinto da superfície terrestre e o seu nome deriva da divindade grega, Atlas;
 - Oceano Índico: é um oceano mais pequeno, entre a África, a Ásia, a Austrália e a Antártida, com 74 milhões de km²;
 - Oceano Glacial Ártico, no Hemisfério Norte, mais precisamente na região polar ártica; é o oceano mais pequeno de todos os cinco, com níveis de água mais rasos;
 - Oceano Glacial Antártico: este é o oceano que banha o continente da Antártida, embora muitos cientistas e geógrafos o considerem uma extensão dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. É o oceano mais "recente", dado que as suas fronteiras foram desenhadas no ano 2000 pela Organização Hidrográfica Internacional. O Oceano Antártico é o único a rodear o globo de forma completa, e circula completamente a Antártida. Tem uma superfície de 20.327.000 km².

publicado por j.gouveia às 14:33

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