Embora tardiamente, mas por razões alheias à minha vontade, quero partilhar o que vivi e aprendi no Congresso Mundial realizado, em Santarém, nos dos dias 4 e 5 de Novembro. Em primeiro lugar, senti-me uma privilegiada por lá estar. A recepção, em sua boa organização, foi um êxito. Todos eram tratados como se fossem únicos. Já na sala de conferências, preparada ao pormenor, ouvi com muito agrado a partilha sobre a forma como os Seniores estavam organizados, bem como a multiplicidade de actividades em que estavam envolvidos e o que ainda desejavam fazer num futuro .
A conexão com África do Sul (a nível de imigração portuguesa), Canadá, Espanha e Suíça (Em vídeo – conferência), elucidaram o esforço que estão a fazer em prol dos que querem envelhecer bem e melhor. Os testemunhos “in loco” de Joana Sampaio (Assistente na Universidade da Terceira idade de Toulouse); Margarida Garcia (Secretária da União Democrática de Pensionistas y Jubilados de Espanha); Neila Osório (Professora na Universidade de Tocatins-Brasil); Carlos Pinto Coelho (Jornalista e professor); Lisa Palha (Fundação Gulbenkian) e Laurinda Alves (Jornalista), demonstraram o quanto já se faz e o que ainda falta fazer em prol do bem envelhecer.
A RUTIS, mais uma vez, deixou transparecer o seu valor ao fazer um evento desta natureza. Através de “O magazine dos alunos seniores” distribuído a todos os participantes mostrou, claramente, o trabalho que já se faz, em Portugal, a nível das Universidades, Academias e outras Associações Seniores.
No entanto, foi o intercâmbio cultural, a nível mundial, já praticado

João Godim
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