A visita de estudo ao Parque Ecológico, no dia de hoje, foi feita em “tempo recorde”. Tudo no infinito verbal: chegar, entrar, ouvir, caminhar e regressar. Um teste à capacidade intelectual e física dos seniores que, pela sua temperada maturidade, sabem observar sem criticar os conteúdos de cada “aula”.
Não houve tempo para ver o laboratório, porventura uma das áreas mais cativantes do parque, nem houve tempo para o guia nos acompanhar no curto percurso até o Pico Alto. O horário laboral na função pública continua a ser religiosamente cumprido. Para alguns, não para todos. Contudo, os “alunos” seniores registaram a boa informação dada pelo Dr. José Manuel e, no que foi possível ver e ouvir, saíram mais enriquecidos.
Porém, ficámos com a impressão que o Parque Ecológico tem muito mais para nos dar/ensinar! Desde logo porque a ecologia ganha uma interacção de relevo entre os seniores pelo facto de estarem no topo da pirâmide da célula familiar.
A visita “mais passeio que estudo” teve o condão de juntar as duas turmas da Universidade Sénior, facto que aconteceu pela primeira vez. Uma “união” que pode no futuro compatibilizar sinergias favoráveis ao funcionamento da U.S. Os alunos das duas turmas provavelmente admitem esta fusão, entre aspas, e o Dr. António Castro, que nos tem acompanhado desde o início, como a Dr.ª Rubina Leal, com a tutela da U.S., sabem que podem contar com o empenho dos alunos-seniores.
João Gouveia
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