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Terça-feira, 4 de Agosto de 2020

MONARQUIA, RAINHA ISABEL DE BRAGANÇA

Uma portuguesa na corte espanholapor.jpg

A propósito do rei emérito de Espanha, Juan Carlos, que está no exílio (pela segunda vez), mas agora por razões de “corrupção”, lembramos uma rainha de origem portuguesa a quem a monarquia espanhola muito deve em termos de Arte: a rainha Isabel de Bragança (1797-1818), casada com o rei Fernando VII, irmão de sua mãe – Carlota Joaquina e, portanto, seu tio.

A jovem Isabel de Bragança reinou por pouco tempo (morreu de parto), mas deixou à corte espanhola um legado artístico inigualável com a fundação do Museu do Prado - Real Museu de Pintura e Escultura.

Era a terceira filha de D. João VI de Portugal e irmã mais velha do futuro imperador do Brasil, dom Pedro I. Viveu em terras de Vera Cruz com a família real, na sequência da primeira incursão das tropas napoleónicas em Portugal, em 1807, e cedo desenvolveu dotes artísticos, apreciadores da beleza, tendo estudado pintura com o mestre Domingos Sequeira.

O que é hoje o Museu mais conhecido de Madrid e um dos museus de arte mais importantes do mundo, inaugurado um ano após a morte da jovem rainha, tem uma importante colecção de pintura, desde o século XVI ao século XIX; entre os seus quadros contam-se obras-primas de pintores como Velázquez, El Greco, Rubens, Hieronymus Bosch e Goya; e reúne “mais de 190 obras que evocam a museografia existente quando a instituição abriu as suas portas pela primeira vez”, há 201 anos.

publicado por j.gouveia às 18:53

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DAILY PHOTO ROINESXXI, post51

No raiar da manhãSol.JPG

No agosto calorento os dias são madrugadores apelativos às caminhadas manhã cedo antes que os termómetros disparem acima dos 35 graus.

publicado por j.gouveia às 12:44

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MONARQUIA, UM REGIME CADUCO

A fuga do impoluto reire.jpg

O último dos reis a cometer uma proeza que a todos envergonha foi o rei emérito de Espanha, Juan Carlos I, "fugiu", no passado fim-de-semana, do seu país e foi viver para a República Dominicana. O rei alega que a decisão tem a ver com a "repercussão pública que certos acontecimentos passados da minha vida privada estão a gerar" e dos alegados fundos em paraísos fiscais. Em abril, seu filho, o rei Filipe VI, mandou retirar a subvenção de 200 mil euros anuais que seu pai usufruía.

A Monarquia acaba de sofrer mais um duro golpe e está a desmoronar-se tal como os castelos em ruínas irrecuperáveis. Portugal é o país europeu com mais castelos todos construídos sob ditaduras monárquicas, obrigando populações pobres (paupérrimas) a trabalhar de sol a sol na edificação de monumentais edifícios de riquezas e antros de concupiscências, enquanto as populações viviam nos extremos da miséria.

Mas neste imbróglio, o caso mais escandaloso estará relacionado com a suspeita de 65 milhões de euros de origem fraudulenta que Juan Carlos terá num fundo suíço, com base no paraíso fiscal do Panamá, antiga colónia espanhola. São tantos os escândalos cometidos pelo regime monárquico no mundo que há muito devia ter sido extinto. Portugal libertou-se da monarquia a 5 de outubro de 1910, definitivamente.

publicado por j.gouveia às 11:06

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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2020

MEMÓRIA DE FERNÃO MENDES PINTO

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"Tomem os homens motivo de não desanimarem com os trabalhos da vida, porque não há nenhuns com que não possa a natureza humana", escreveu Fernão Mendes Pinto (1510-83), escritor e viajante português, autor da celebrada obra "Peregrinação", falecido supostamente no mês de Julho, aos 73 anos de idade.

Viajou por meio mundo, especialmente desde a Etiópia até aos países da Ásia , com muitas peripécias e aventuras;  morreu em Almada, após uma vida dedicada ao registo de memórias e a funções diplomáticas. Na sua "Peregrinação" relata que chegou a ser "cativo dos muçulmanos, vendido a um grego e por este a um judeu que o levou para Ormuz."

Nas suas andanças pela China e o Japão conheceu São Francisco Xavier e, "influenciado pela sua personalidade, decidiu entrar na Companhia de Jesus e promover uma missão jesuíta ao Japão." Fez de tudo um pouco, dado o seu espírito aventureiro e dotado para a comunicação em geral.

Os últimos anos foram  de muitos sacrifícios e desilusões, tendo regressado à "pátria" que lhe prometeu uma "pensão", nunca recebida, apesar de ser reconhecido como um "herói", considerado o "Marco Polo" português, e autor de um reportagem inimitável, como é a "Peregrinação" que trouxe o "Oriente" à Europa.

publicado por j.gouveia às 15:13

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RELIGIÃO, PAPA EMÉRITO A0S 93 ANOS

Bento XVI gravemente doentep.jpg

O estado de saúde de Bento XVI é "extremamente frágil". Segundo o seu biógrafo Peter Seewald, "o seu pensamento e a sua memória são rápidos, mas a voz é dificilmente audível”. Bento XVI, de 93 anos, padece de erisipela no rosto, um vírus que causa uma erupção facial e dor intensa.

Na reflexão sobre a morte, Bento XVI considera a “noite escura” da alma e a vida eterna, admitindo que “em certo sentido” teme a morte. Num artigo da sua autoria publicado no National Cathlic Register, em 2016, Joseph Ratzinger sublinha que “ há o medo de que alguém afete as pessoas devido a um longo período de incapacidade”; “Isso me parece muito angustiante. Meu pai também tinha medo da morte; isso perdurou comigo, mas em menor medida”.

publicado por j.gouveia às 10:49

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Domingo, 2 de Agosto de 2020

CULTURA, OBRA DE LEONARDO DA VINCI

Um achado que vale milhões 

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Uma obra de Leonardo Da Vinci, avaliada em 15 milhões de euros, foi encontrada dentro de uma pasta de um médico francês, onde este guardava 14 desenhos que herdou do pai. Os desenhos terão sido feitos entre os séculos XVI e XVII. A valiosa obra de Leonardo Da Vinci é sobre o “Martírio de São Sebastião”.

publicado por j.gouveia às 17:07

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Sábado, 1 de Agosto de 2020

CULTURA, NO ADEUS DE JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO

Personalidades imortais

Pela obra, pela referência pública, pelo protagonismo único que desempenharam na sociedade, pelo pioneirismo com que exerceram as suas competências profissionais..., existem personalidades que não morrem, apesar do desaparecimento físico.

É o que podemos dizer do Professor e historiador português Joaquim Veríssimo Serrão (1925-2020) que nos deixou, ontem, sexta-feira (31 de Julho). Um exemplo de personalidade imortal, porque o seu trabalho intelectual e de investigação ficará para sempre como modelo a seguir e a ser lembrado por muitas gerações, sobretudo na área da historiografia.

Segundo Vítor Serrão, o filho e também historiador, o legado que fica da obra do seu pai, "além da abundante bibliografia, é, justamente, a marca pedagógica, porque formou uma quantidade de alunos, incluindo futuros investigadores, arquivistas, gente ligada à Cultura, que teve o privilégio de conviver com o magistério do meu pai". Ele "foi um eminente historiador, pedagogo, investigador e académico que deixa uma obra monumental, como a História de Portugal da Editorial Verbo, que contribuiu para renovar a historiografia em Portugal e a formar muitos jovens investigadores", afirmou Vítor Serrão, ao falar da morte do seu pai, aos 95 anos de idade.SERRAO.jpg

Como o Professor Joaquim Veríssimo Serrão, podemos nomear ainda como "imortais" na Cultura portuguesa do século XX: Joel Serrão (1919-2008), Agostinho da Silva (1906-1994), Fernando Gil (1937-2006), Vitorino Magalhães Godinho (1918-2011), Jorge Borges de Macedo (1921-1996), Luís de Albuquerque (1917-1992), Marcello Caetano (1906-1980)..., entre muitos outros da mesma estirpe que jamais poderão ser esquecidos. Honramos a sua memória pela leitura e estudos que deixaram.

publicado por j.gouveia às 18:24

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RELIGIÃO, BÍBLICO MONTE TABOR

Onde Jesus foi transfiguradocc.jpg

A autoridade arqueológica de Israel anunciou a descoberta dos restos de uma igreja com 1.300 anos perto do Monte Tabor, o bíblico Monte da Transfiguração, onde, segundo a tradição cristã, Jesus começou a brilhar com raios de luz e falou com os profetas Moisés e Elias.

A igreja foi descoberta durante uma escavação para a construção de uma parque infantil municipal no que é hoje a cidade de Kfar Kama.

De acordo com o jornal espanhol ABC, o arqueólogo Nurit Feig, da Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) e diretor da escavação, o edifício tem cerca de 430 metros quadrados e possui um grande pátio, um vertíbulo e um salão central.

Ao contrário de outras construções deste género, esta igreja tinha três absides em vez de um. Outras características notáveis ​​são os seus mosaicos, um pequeno medalhão de pedra para preservar objetos sagrados e uma decoração colorida que incorpora formas geométricas e padrões florais azuis, pretos e vermelhos.

De acordo com um comunicado, também foram descobertas várias salas adjacentes à igreja, que continuarão a ser escavadas e que poderão ser os restos de um mosteiro.

“A nossa investigação está a tentar encontrar a conexão entre a cidade e o interior”, disse Moti Aviam, do Kinneret Academic College, citado pelo The Times of Israel. “Se Kfar Kama na antiguidade era uma cidade importante, qual é a conexão com as aldeias ao redor? Qual é a conexão da cidade com os monges?”c.jpg

Esta descoberta enfatiza a importância da vila cristã estabelecida no período bizantino perto do Monte Tabor, onde, de acordo com a tradição cristã, Jesus foi transfigurado.

“E cerca de oito dias depois dessas palavras, Jesus levou Pedro, João e Tiago com ele e subiu a montanha para orar. E enquanto rezava, a aparência do seu rosto ficou brilhante e o seu vestido brilhava de branco. E eis que havia dois homens que estavam a conversas com ele, que eram Moisés e Elias, que apareceram cercados de glória”, lê-se no Evangelho segundo São Lucas. (In zap)

Video > https://www.youtube.com/watch?v=GEXQD2lY-Lo

publicado por j.gouveia às 17:06

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Sexta-feira, 31 de Julho de 2020

MUNDO, TER CONFIANÇA É SER FELIZ

O medo de existir

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Até finais dos anos 60 do século passado centenas de famílias portuguesas viviam em "cavernas", sem luz eléctrica, sem água e sem as mínimas condições sanitárias. No distrito de Lisboa, as grutas do vale de Alcântara (na foto) e de Monsanto eram habitadas. Esta realidade foi há 60 / 70 anos... não tão distante quanto isso!?

No “tempo das cavernas”, os nossos antepassados viviam aterrorizados por causa da natureza agressiva, selvagem, devastadora…, a ponto de se encomendarem aos “poderes” mais fortes, trovões e tempestades, elegendo-os como “deuses protectores”. Depois, na época do sedentarismo, com mais possibilidades de “dominar a terra”, submeteram-se à protecção militar, à força e prepotência dos “senhores feudais”, em troca da segurança, da defesa e alimentação para a normal sobrevivência.

Mais tarde, até aos dias de hoje, com o progresso cada vez mais sofisticado, os descendentes desses “primitivos”, com o seu natural ADN de luta, combate e conquista, enfrentaram (enfrentam) novos desafios, não menos “ferozes”, como as doenças graves, as epidemias, os vírus pandémicos, as “guerras sem quartel” contra “inimigos invisíveis”.

Entre aqueles primeiros tempos e o que hoje se passa no mundo, verifica-se que pouca coisa mudou em termos de atitude perante as “ameaças” de morte de “castigo”. Ou seja, o “medo” continua a pairar sobre a “existência” humana, apesar dos avanços, soluções milagrosas, investigação científica e competente.masc.jpg

Se, antes, há pouco mais de 500 anos, o “inferno” e o “purgatório” eram aterradores, como consequência do “pecado”; agora, estes “terrores” traduzem-se pelo “medo” intermitente do que ainda está para vir se não cumprirmos, se não obedecermos, se não respeitarmos isto e aquilo, normas ditadas pela governação conhecida ou oculta, que paralisa e atormenta a breve “existência” de todos e de cada um, em vez de criar confiança, sabedoria, posse do “destino futuro”.

Por exemplo, opta-se por falar mais em “guerra” do que em “paz”, mesmo sabendo-se de antemão que essa “indústria” nunca poderá ser legitimada porque “os seus custos serão sempre maiores do que os seus benefícios”, como escreve Michael Walzer no ensaio “A Guerra Em Debate”.

No fundo, o “medo” comanda a vida e pouco se evoluiu desde as origens. Como diz o sábio contemporâneo Edgar Morin: “Ainda estamos na Pré-História do espírito humano e não saímos da Idade do Ferro planetária”. Mais problemático é verificar que a humanidade, à beira da conquista de “novos mundos” com as planeadas viagens a Marte e a outros espaços movidos pelas poderosas tecnologias, não se livra do  “pavor” que rodeia os simples passos de milhões de pessoas, confrontando-as com o “pior ainda está para vir” e que todos os esforços têm um “código de guerra”, com a morte à espreita em cada esquina. Mas, dizem-nos, só há uma escolha: viver com medo ou não ter medo de morrer. Será?medo.jpg

Tudo isto vem a propósito das afirmações sobre o “dia seguinte” do actual “coronavírus”, isto é, que não nos vamos livrar de uma “segunda vaga”, ainda mais grave por coincidir (pelo menos no hemisfério norte) com o Inverno, e que a próxima “gripe” será altamente mortífera; e  apontam-se desde já as baterias através das “vacinas” e dos “medicamentos” adequados, mas sempre sob a ameaça do “medo”, do “terror”, da “crise”, da “perda da certeza do progresso e da fé no Amanhã”, como escreve Edgar Morin no livro “Os Problemas do Fim de Século”.

A isto se chama “neofundamentalismo, progresso ilusório e teleguiado”, diz ainda o douto autor. Mas a vida não pode parar, muito menos aliar-se a mentalidades trágicas que só vê desgraças em tudo, como um cego que tropeça ao mais pequeno movimento dos pés. Urge pensar o futuro e prepara-se para o desconhecido, mas com a prudência, a responsabilidade, e a autoconfiança para se vencerem as dificuldades.
Abaixo as ameaças e morte ao medo!

publicado por j.gouveia às 10:44

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Quinta-feira, 30 de Julho de 2020

MADEIRA, DESTINO DE FÉRIAS POR EXCELÊNCIA

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O título-frase é esclarecedor e pertence ao presidente da Região Autónoma da Madeira, Miguel Albuquerque. O uso da máscara não é obrigatório na Madeira nem no Porto Santo, salvo quando presença em recintos fechados e noutros lugares públicos com ajuntamentos. De resto, funciona tal qual vigora em todo o país, apesar da Madeira ser a Região com menos casos de coronavírus em Portugal.

publicado por j.gouveia às 22:13

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HUMANISMO, O JOGO DOS PORQUÊS

Perguntar não faz mal

Interpretando de forma diversa (ou parafraseando) a afirmação de Miguel Torga no poema "Bucólica" -  "A vida é feita de nadas", dizemos, antes, que "a vida é feita de perguntas". O hábito de questionar é matriz, origem, marca do ser humano, de tal modo que se "a vida quotidiana acabaria por paralisar - se" se deixássemos de fazer perguntas.

Na opinião do filósofo italiano Giuseppe Cambiano: "A vida, em todas as suas idades, da infância até à velhice, é atravessada por inúmeras perguntas. Estas nascem quando se sente falta de alguma coisa, quando se tem o desejo de ir em busca dessa coisa", e assim caminhamos de progresso em progresso, em termos materiais e outros, em busca da felicidade... O "jogo dos porquês", como disse o escritor Rondari, "é o jogo mais antigo do mundo" porque, "ainda antes de aprender a falar, o homem devia ter na cabeça um grande ponto de interrogação".  

Fazer perguntas é um imperativo de todo o cidadão ou pessoa livre, que deseja esclarecer-se, informar-se, para melhor agir e contribuir para o bem-comum. Pode-se deixar de fazer muita coisa, menos abdicar da função de "perguntar", alertam os mais esclarecidos, como Dennis Diderot (1714-1784), um dos principais pensadores do Iluminismo francês e da Europa (falecido no mês de Julho, aos 70 anos de idade), que advertiu: "O que se torna intolerável é ter escravos chamando-lhes cidadãos".

Isto deve servir de mote para questionarmos certas medidas oficiais e políticas que atentam contra "os princípios, liberdades e garantias dos cidadãos", sem que os decisores fiquem melindrados, ofendidos ou desautorizados, como é o caso de se "imporem medidas de protecção sanitária contra o Covid-19", por exemplo, na RAM (ao arrepio da Lei Fundamental) obrigando a "usar máscara" na "via pública, ruas" e, já agora, "becos e travessas" desertos, com policiamentos e vigilantes atrás...  É que, em nome seja do que for, por muita responsabilidade que se exija, "não vale tudo", ou seja, não se pode governar como "quero, posso e mando". É preciso fazer perguntas.LOGO roines.jpeg

publicado por j.gouveia às 10:32

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Quarta-feira, 29 de Julho de 2020

HISTÓRIAS DA HISTÓRIA... REAL

Um verdadeiro hino europeurei luis a.jpg

Luís IV (1638-1715), rei de França.

Ao sentar-se no seu coche, o rei se terá picado na ponta de uma pena da almofada do assento, a picada infectou e causou um pequeno abcesso no ânus que devia ter sido logo aberto e drenado. Os médicos do rei, receosos de intervir nas bases da monarquia, optaram por um tratamento mais leve à base de unguentos.

Este tratamento não deu qualquer resultado e ao fim de quatro meses o rei continuava com o abcesso e com dores insuportáveis. Em meados de maio os cirurgiões diagnosticaram uma fístula o que os deixou transtornadíssimos e finalmente o 1.º cirurgião, Félix de Tassy, decidiu-se por uma intervenção para abrir o abcesso. Para isso desenhou um instrumento especial, uma verdadeira peça de ourivesaria com lâmina de prata.

Mas foram precisos mais 5 meses para fabricar esse instrumento precioso. A operação só foi feita no dia 17 de novembro, sem anestesia, e foram necessárias mais duas intervenções porque foi muito difícil fechar a ferida para que pudesse cicatrizar. Só no Natal de 1686 os cirurgiões declararam o rei como curado, o que pôs fim aos rumores que no estrangeiro já corriam de que Luis XIV agonizava.

Como acção de graças foram rezadas muitas missas em todo o reino e as Senhoras da Maison Royale de Saint-Louis, em Saint Cyr (colégio interno feminino criado por Mme de Maintenon) decidiram compor um cântico para celebrar a cura do rei. A superiora, Mme de Brino (sobrinha de Mme de Maintenon), escreveu os seguintes versos:

    Grand Dieu sauve le roi !
    Longs jours à notre roi !
    Vive le roi. A lui victoire,
    Bonheur et gloire !
    Qu'il ait un règne heureux
    Et l'appui des cieux !

Os versos foram entregues a Jean-Baptiste Lully para que este
compusesse a música e as meninas de Saint Cyr passaram a cantar este pequeno cântico sempre que o rei vinha visitar o colégio. Anos mais tarde, em 1714, o compositor Georg Friedrich Haendel, de passagem por Versalhes, ouviu este cântico e achou-o tão belo que tomou nota da letra e da música.rainha.jpg

Elizabeth II (1926/....), rainha de Inglaterra.

Mais tarde, já em Londres, Haendel pediu a um clérigo chamado Carrey para lhe traduzir os versos de Mme de Brinon. O padre traduziu-lhe de imediato a letra e escreveu estas palavras que iriam dar a volta ao Mundo:

    God save our gracious King,
    Long life our noble King,
    God save the King!
    Send him victorious
    Happy and glorious
    Long to reign over us,
    God save the King !

Haendel agradeceu-lhe e dirigiu-se de imediato à Corte onde ofereceu ao rei - como se fosse de sua autoria - o cântico das Meninas de Saint Cyr. George I, encantado, felicitou o compositor e determinou que daí em diante o "God save the King" devia ser sempre executado nas cerimónias oficiais.

(Música) > https://www.youtube.com/watch?v=D3dR7u7TPNo

 

E foi assim que este hino, que nos parece profundamente britânico, nasceu da colaboração: de uma francesa (Mme de Brinon); de um italiano naturalizado francês (Jean-Baptiste Lully - ou Lulli); de um inglês (Carrey); de um alemão naturalizado inglês (Georg Friedrich Händel - ou Haendel); do ânus de Sua Majestade Luis XIV.

De facto, um verdadeiro hino europeu!
Duas questões:
- Se Louis XIV por acaso não tivesse enfiado uma pena no real
traseiro, qual seria hoje o hino britânico?

- Acham possivel que a partir de hoje possam ouvir o "God save the Queen" sem pensar naquela pena?

> Rita Sarreira (Professora de História)

publicado por j.gouveia às 17:45

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MEMÓRIA DE PRIMO LEVI

Uma lição de vidalevi.jpg

"É dever do homem justo fazer guerra a todo o privilégio não merecido, na certeza de que se trata de uma guerra sem fim", escreveu Primo Levi, escritor e cientista italiano, nascido em Turim no mês de Julho, há 101 anos, mas com uma história pessoal única dado o seu internamento no campo de concentração de Auschwitz e a sobrevivência do Holocausto...

Levi fala da sua experiência naquele campo em vários livros, nomeadamente em Se Isto É Um Homem... "Esta é a experiência da qual saí e que me marcou profundamente; o seu símbolo é a tatuagem que até hoje trago no braço: o meu nome de quando não tinha nome, o número 174517. Marcou-me, mas não me tirou o desejo de viver. Aumentou-o, porque conferiu uma finalidade à minha vida, a de dar testemunho, para que nada semelhante alguma vez volte a acontecer. É esta a finalidade que têm os meus livros", disse um dia, mas não aguentou as memórias dramáticas e os atentados contra a liberdade e a dignidade humanas, pondo fim à vida em 1987...

Oriundo de uma família judia, formou-se em química na Universidade de Turim, apesar do governo fascista ter proibindo os cidadãos judeus de estudarem em faculdades públicas. Aos 24 anos de idade juntou-se à "Resistência", mas foi logo preso e deportado para Auschwitz, um dos mais "tristemente célebres" campos de concentração nazi... 

Apesar de tudo, sobreviveu, e considerou a sua sobrevivência um caso de sorte; graças à sua formação em Química, Levi foi trabalhar num laboratório do campo de concentração, o que lhe permitiu ficar num ambiente fechado, defendido dos rigores do Inverno, e escapasse à "câmara de gaz".

No livro "Se Isto É Um Homem", escrito em 1945, descreve Auschwitz da forma mais objectiva possível, sem emoção, uma análise da maneira como os nazis tratavam os prisioneiros, "como se eles não fossem humanos, vivendo em uma situação degradante sem água, comida e sendo obrigados a trabalhar até a completa exaustão e a morte."

A sua obra é uma lição de vida e convida-nos a abrir os olhos face às atrocidades contra a humanidade que hoje se cometem por tantos e tantos agentes disfarçados de defensores da lei e da liberdade.

publicado por j.gouveia às 10:19

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Terça-feira, 28 de Julho de 2020

RELIGIÃO, AO ENCONTRO DE MUDANÇAS

União Europeia e a Liberdade Religiosa

Depois de ter recebido muitas críticas, a Comissão Europeia voltou atrás na sua decisão de pôr termo ao cargo de comissário especial para a liberdade religiosa, que tem sido exercido pelo eslovaco Jan Figel. Entre outros, essas críticas vieram do Cardeal Hollerich, arcebispo do Luxemburgo e presidente da COMECE (Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia), do rabino Pinchas Goldschimdt, presidente do Conferência dos Rabinos Europeus, de Aiman Mayek, presidente do Conselho dos Muçulmanos da Alemanha, do metropolita Augoustinos, arcebispo dos greco-ortodoxos da Alemanha, e de 135 deputados (de vários partidos) do Parlamento alemão.

A decisão de supressão desse cargo, entretanto removida, ocorreu pouco tempo depois de o governo norte-americano ter aprovado (a 2 de junho) a Executive Order on Internacional Religious Freedom, onde se afirma a defesa da liberdade religiosa como princípio orientador prioritário da política externa dos Estados Unidos, sendo tal liberdade «a primeira das liberdades», que «os Pais Fundadores» consideravam «não uma criação do Estado, mas um dom da Deus a cada homem», e que é «fundamental para o florescimento da sociedade». eueu.jpg

O contraste entre estas duas posições, a do governo norte-americano e a da Comissão Europeia (entretanto reconsiderada) foi salientado por vários observadores, chegando a dizer-se que «a União Europeia parece ter algum problema com a religião». A posição do governo norte-americano certamente serve de pretexto para recolher apoios de cristãos de várias denominações que, desse modo, fecham os olhos a posições desse governo noutras áreas (como o tratamento de migrantes e refugiados) que contrastam frontalmente com a ética cristã.

São variadas as situações em que a retórica de Donald Trump poderá contrariar o mandamento de «não usar o santo nome de Deus em vão», mas importa reconhecer que a liberdade religiosa no mundo merece a atenção que o governo norte-americano lhe pretende dar e que a Comissão Europeia parecia desprezar.

Tomei conhecimento da ação do comissário europeu para a liberdade religiosa através do livro Enfim livre (editado em português pela Lucerna, com o apoio da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre), que relata a odisseia de Asia Bibi até à sua libertação. Essa ação é, por si só, reveladora da importância que pode ter esse cargo e chegaria para justificar a sua manutenção.

> Pedro Vaz Patto, Presidente da Comissão Nacional da Justiça e Paz.

publicado por j.gouveia às 10:09

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2020

PANDEMIA, MÁSCARA INOVADORA A NÍVEL MUNDIAL

masc.jpg

Uma máscara inovadora acaba de ser lançada em Portugal cujo "tecido contém propriedades antimicrobianas, agindo como um escudo contra vírus e bactérias (99% de eficácia)" e um acabamento que mantém a sua eficácia "até 50 lavagens". A máscara resultou de uma parceria entre a Sonae Fashion, a têxtil Adalberto, o CITEVE (Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário), o Instituto de Medicina Molecular da Universidade de Lisboa e a Universidade do Minho, num projecto nacional e inovador a nível mundial, para desenvolver uma máscara têxtil reutilizável à prova de vírus e bactérias. A máscara está à venda por 10 euros.

publicado por j.gouveia às 19:56

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PORTUGAL, AS MALDADES DA HOLANDA E INGLATERRA

Estalou o vernizam.jpg

Os cerca de 17 milhões de holandeses não estão alinhados pela má-criação dalguns políticos e governantes do seu país. Também por semelhante insolência não estão os cerca de 10 milhões de portugueses nem os cerca de 56 milhões de ingleses. Os habitantes de uma Nação não são apenas os seus políticos nem estes são representantes, em pleno, do povo, mesmo quando eleitos por regime democrático. A maioria não vota, logo a representatividade está desvirtuada, à partida, quer na Holanda, na Inglaterra como em Portugal, e noutros países.

Um mentecapto governante holandês veio dizer que os portugueses e espanhóis gastavam dinheiro em copos e mulheres e que “dar dinheiro a políticos portugueses é como colocar um gato a guardar um cabaz de sardinhas, desaparecem todas”. Afirmação que levou o primeiro-ministro português, António Costa, classificar de “repugnante”. Com tais observações os políticos holandeses deixam estalar o verniz, mostram estúpida insolência e revelam uma incultura gritante sobre a Europa e o Mundo. Nem se dão conta do degradante negócio de mulheres semi nuas expostas em montras de lojas em Amesterdão, que são chocantes e desumanas, imagens de escravatura, nos dias de hoje.

Noutra dimensão estão os ingleses da fina etiqueta e do chá das cinco. O governo inglês emitiu um comunicado a desaconselhar os ingleses a viajar para Portugal, procurem outros destinos para fazer férias, por causa da pandemia. Como se a Inglaterra não fosse o país da Europa com mais casos de contaminação e mortes pelo coronavírus. E é esta Inglaterra que tem com Portugal o tratado mais antigo do mundo: “Tratado Anglo-Português de 1373”, sublinhado como de perpétua amizade.

Estalou o verniz. Todavia, não confundir Holanda e Inglaterra com as “ovelhas negras” de um rebanho, mas também não deixar passar tais comportamentos grosseiros que, uma vez não desmontados socialmente, podem ficar na mente de quem não tem oportunidade de ver, in loco, e ser esclarecido. O pior para a verdade é tolerar a mentira.

publicado por j.gouveia às 15:53

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Domingo, 26 de Julho de 2020

DIA DOS AVÓS

A velhice é um tesouro

“Os avós transmitem coisas que os outros não podem transmitir”, considera a escritora Alice Vieira em recente entrevista e a propósito do "Dia doa Avós" que se assinala neste domingo.

“Às vezes falamos de coisas que para nós ainda foram anteontem, e eles já nem sabem o que é que aconteceu. Temos de contar como é que foi a nossa vida, o que é que foi este país antes, o que é agora, o que é que se fez. Acho isso fundamental, haver esse contacto entre os avós e os netos”, disse à RR e à Ecclesia.

A autora admite que não imagina como teria sido viver a pandemia sem as “novas tecnologias’, que lhe têm permitido estar perto da família e dos amigos, e não perder o contacto com as escolas, que costumava visitar com frequência.

A Conferência Episcopal Portuguesa, por seu lado, em documento publicado a propósito deste Dia dos Avós que está relacionado com a festa litúrgica de Santa Ana e de São Joaquim, salienta que os avós "sustentam a vida das famílias, não apenas porque permitem a sobrevivência ou dão um pouco de alívio, mas porque são as raízes de tantas vidas. Contam histórias do passado, e ajudam a entender a diferença entre o essencial e o supérfluo". dia-dos-avos.jpg

Os idosos representam uma riqueza insubstituível porque "são testemunhas concretas e reais de outros tempos, muitas vezes marcados por dificuldades, lutas, necessidades". E quando contam sobre isso, sentados à mesa para o almoço de domingo ou felizes por uma visita inesperada, transformam histórias antigas em lições de vida. Aqueles que as escutam com mais atenção são os menores, encantados pelas aventuras que viveram em terras distantes ou pela descrição meticulosa de uma casa, um passeio, um período de férias."

"Os avós são um tesouro. No tempo em que vivemos", ressaltam os bispos portugueses, "devemos dizê-lo claramente, defendê-lo de forma peremptória". Os tesouros devem ser protegidos, tratados com cuidado e admiração. Uma sociedade que não protege, não se importa, não admira os idosos, está condenada ao fracasso porque assim como a natureza nasce e renasce, assim como a semente cresce e é jogada no chão, assim ela passa e transcorre a vida."

publicado por j.gouveia às 11:05

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SANTA SOFIA E O CONFLITO DE CIVILIZAÇÕES (IV)

O espírito de diálogoss IV.jpg

A propósito do conflito de civilizações, será oportuno citar o que afirma a Declaração de Abu Dhabi quanto ao relacionamento entre o Ocidente e o Oriente:

«O relacionamento entre Ocidente e Oriente é uma necessidade mútua indiscutível, que não pode ser comutada nem transcurada, para que ambos se possam enriquecer mutuamente com a civilização do outro através da troca e do diálogo das culturas. O Ocidente poderia encontrar na civilização do Oriente remédios para algumas das suas doenças espirituais e religiosas causadas pelo domínio do materialismo. E o Oriente poderia encontrar na civilização do Ocidente tantos elementos que o podem ajudar a salvar-se da fragilidade, da divisão, do conflito e do declínio científico, técnico e cultural.

É importante prestar atenção às diferenças religiosas, culturais e históricas que são uma componente essencial na formação da personalidade, da cultura e da civilização oriental; e é importante consolidar os direitos humanos gerais e comuns, para ajudar a garantir uma vida digna para todos os homens no Oriente e no Ocidente, evitando o uso da política de duas medidas.»

As culturas do Ocidente e do Oriente, assim como as de tradição cristã e muçulmana, não têm, pois, que entrar em conflito, podem enriquecer-se mutuamente. Esta Declaração é uma eloquente resposta à tese da inevitabilidade do conflito de civilizações. Mostra que a história conflitual do passado não tem necessariamente de repetir-se no futuro.

E é também uma eloquente resposta à tese de que as religiões são necessariamente um fator de divisão, conflito e até violência. Que tenha sido assim em muitas ocasiões, por terem sido incorretamente interpretadas ou por terem sido abusivamente instrumentalizadas para fins que lhes são alheios, não significa que tenha de ser necessariamente assim.

A decisão do governo turco de passar a destinar ao culto muçulmano aquela que durante séculos foi basílica de Santa Sofia, ao contribuir para reacender o conflito de civilizações, contraria, pois, como salientou o Conselho das Igrejas do Médio Oriente, o espírito de diálogo e colaboração que presidiu à Declaração de Abu Dhabi.

> Pedro Vaz Patto, Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz.

publicado por j.gouveia às 10:56

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Sábado, 25 de Julho de 2020

MADEIRA, FLOR DO OCEANO

flo.jpg

Video > https://www.youtube.com/watch?v=YRcbfXBFQJc

Galardões: Na área do turismo, a Madeira foi distinguida pelo World Travel Awards com o galardão da "Melhor Ilha da Europa", em 2013, 2014, 2016, 2017, 2018 e 2019, e como o "Melhor Destino Insular do Mundo", entre os anos 2015 e 2019. Neste momento (Julho 2020), ostenta os galardões de "Melhor Destino Insular Turístico da Europa e do Mundo".

publicado por j.gouveia às 11:12

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Sexta-feira, 24 de Julho de 2020

NASA, SATÉLITE NA EXPLORAÇÃO ESPACIAL

Madeira, ilha de eterna Primaveramad.jpg

A ilha da Madeira foi "apanhada" pelo satélite "Terra", no dia 16 de Julho, e mostra um pouco da ilha rodeada por um vasto "manto de nuvens brancas". Segundo a versão da NASA (Agência Nacional da Aeronáutica e Espaço dos EUA, para a exploração espacial), a Madeira é uma "ilha da eterna Primavera", destacando o clima ameno e os ventos do nordeste que "garantem uma brisa quase constante e uma cobertura frequente de nuvens".

"Os altos e baixos picos das montanhas da Madeira são na verdade a crista de um enorme vulcão submerso que se foi formando ao longo dos anos, começando na época do Miocénico e continuando até cerca de 700 mil anos atrás", explicam os peritos cientistas da NASA.

Na imagem, a ilha encontra-se rodeada por um "manto de nuvens brancas", o que é entendido e identificado como "o rasto das nuvens" na "parte visível de um padrão de vento chamado 'von Kármán vorticeso'. Estes vórtices podem-se formar em quase qualquer lugar em que o fluxo (como uma massa de ar) seja perturbado por um objecto sólido. Nesse caso, os ventos soprados através do oceano são perturbados por uma pequena ilha", explicam.

publicado por j.gouveia às 18:16

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