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Domingo, 19 de Maio de 2019

LIVROS DO ALJUBE, FIGURAS DA PIDE

Uma ficção baseada em factos reais sobre a violência e o terror no feminino no Estado Novo. A história de duas mulheres. Uma resistente antifascista vítima de tortura, Laura. A outra, a algoz Leninha, inspirada na chefe de brigada Madalena Oliveira, uma das mais sinistras figuras da PIDE.all.jpg28 maio 2019 – terça, 18h30

Museu do Aljube Resistência e Liberdade.
Rua de Augusto Rosa, 42, Lisboa

publicado por j.gouveia às 18:01

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GARGALHADAS, BULLY FOR YOU

bb.jpegDU.pngDepois da gargalhada ignomínia de Joe Berardo (milionário), aparece agora o deputado Duarte Pacheco (PSD) a fazer alarde dos seus músculos, não congénitos. Uma figura física altaneira que não revela na bancada parlamentar nem na política. Berardo fez-se milionário no estrangeiro e trouxe para Portugal fortuna colossal, Pacheco tenta no ginásio os músculos que nunca teve como político "profissional".

Lá dizem: o deputado fanfarrão, bully for you. Neste cantinho Portugal, com mais de 800 anos, está sempre a acontecer factos de novas descobertas. Está na massa do sangue, é ancestral, ou chegamos a novos mundos ou em nós há um tarzan na floresta parlamentar da República. É o novo gozo nacional, peitoral em capa de revista, pronto para entrar no guinness world records.

Berardo ri, Pacheco sorri. Que ninguém se meta nem com um nem com outro. Não devem nada, não têm dívidas. São produtos naturalmente naturais, genuínos fabricados, alardes de um ser que um dia o mundo há de descobrir o porquê e os porquês de tanta vaidade saloiice.

publicado por j.gouveia às 11:10

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Sábado, 18 de Maio de 2019

MUSEU DA NATUREZA, NOVA ARCA DE NOÉ

Todos os anos, a 18 de Maio, celebra-se o Dia Internacional dos Museus para chamar a atenção do património edificado, material, de que a humanidade é detentora desde há séculos, herdeira de várias gerações e acontecimentos culturais. Criada em 1977 pelo Conselho Internacional de Museus, esta efeméride tem ainda como objetivo "promover, junto da sociedade, uma reflexão sobre o papel dos Museus no seu desenvolvimento"; e, este ano, apresenta como tema: "Os Museus como plataformas culturais - Museus e cidadania".m.jpgPara assinalar este Dia internacional promovem-se muitas visitas, programas e realizações relevantes, de forma graciosa, um pouco por toda a parte. A escolha da agenda prevista para esta data é difícil, mas importa estar atento às celebrações, nem que seja através dos noticiários ou ligações via "redes sociais".

A par desta oportunidade, interessa também olhar à volta do que nos rodeia em termos do património natural, qual Museu em ponto grande e único em toda a sua biodiversidade; e tudo isto numa altura em que aumentam os alertas sobre a destruição dos ambientes necessários à própria sobrevivência humana, como prova um "relatório alarmante" das Nações Unidas (ONU) sobre os "danos na natureza e a ameaça de extinção que paira sobre milhares de espécies".m1.jpgEste tema, por outro lado, esteve em análise num recente encontro realizado no Vaticano, organizado pela Academia Pontifícia das Ciências, intitulado "Ciências e acções para a protecção das espécies – Novas Arcas de Noé para o Século XXI". No final, os especialistas dividiram-se entre "a esperança e o pessimismo".

"Precisamos de um argumento sólido para convencer as pessoas da importância da biodiversidade", reconheceu, por exemplo, o professor Peter Raven, docente de botânica da Universidade de Saint Louis, Missouri, Estados Unidos.

Por seu lado, o professor Vanderlei Bagnato, membro da Academia Pontifícia das Ciências, explicou que "estamos a viver uma Arca de Noé moderna”. É um “novo dilúvio”, não de água, mas de desgraças ambientais que levam a uma "catástrofe de espécies animais e vegetais irrecuperáveis” com consequências directas para o homem.

Segundo a narração bíblica, "Noé recebeu a incumbência de salvar a humanidade devido à catástrofe e hoje temos o mesmo problema. A nossa catástrofe é a grande desordem causada pelos malefícios tanto a espécies animais, quanto vegetais. Noé percebeu que para sobreviver deveria salvar as espécies e, para a espécie humana se salvar, procura-se salvar também toda a biodiversidade ao seu redor", salientou.m2.gifDe acordo com o relatório da ONU, 75 por cento do meio ambiente terrestre “foi severamente prejudicado” pelas actividades humanas, desde desflorestação, agricultura intensiva, pesca excessiva ou urbanização desenfreada, havendo 66 por cento do ambiente marinho que também foi afectado.

Como resultado desta situação, "cerca de um milhão de espécies animais e vegetais, entre as perto de oito milhões que se estima existirem no planeta Terra", estão ameaçadas de extinção, “muitas delas nas próximas décadas”.

publicado por j.gouveia às 10:07

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Sexta-feira, 17 de Maio de 2019

IGREJA É APARTIDÁRIA

p.jpg

No portal do Patriarcado da Lisboa surgiu o quadro (supra) que claramente indica quais os partidos políticos que são a favor e contra o aborto e a eutanásia, entre outras indicações. A sinalética verde é a favor, amarelo indefinido e vemelho contra. Não é que tais semáforos estejam mal, mal é pensar-se que a posição eventualmente política da igreja é a mesma seguida pelos fiéis.

Em todos os partidos há filiados e simpatizantes de todas as ideologias. Há católicos comunistas como há católicos centristas, socialistas, pepedistas, bloquistas, etc. A posição da igreja é apartidária.

Tanta barafunda por um quadro no portal da internet do Patriarcado é que acaba por ser inopinado. Pior ainda foi a decisão do Patriarcado ao mandar retirar o dito quadro, quando a mensagem informativa já estava largamente difundida no espaço global da internet e da comunicação social.

publicado por j.gouveia às 09:20

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Quinta-feira, 16 de Maio de 2019

MEMÒRIA DE SOPHIA DE MELLO BREYNER

Em frente do grande Deus invisível

Um colóquio internacional sobre  Sophia de Mello Breyner Andresen decorre, hoje e amanhã, (16 e 17 de Maio), na Gulbenkian, em Lisboa, por ocasião do centenário de nascimento desta grande poeta portuguesa (nasceu em Novembro de 1919). Muitas são as iniciativas em agenda para comemorar esta data, mas a melhor homenagem que se lhe pode prestar, ou torná-la cada vez mais conhecida, é ler a sua obra.

Neste ensejo, sugerimos a leitura de um poema lindíssimo escrito por Sophia quando ela tentava explicar à sua empregada o caminho certo para ir às compras no mercado de Lagos, Algarve, onde passava férias... E o que parecia ser um simples escrito resultou num poema notável que surpreendeu a própria autora...s.pngCAMINHO DA MANHÃ

> Vais pela estrada que é de terra amarela e quase sem nenhuma sombra. As cigarras cantarão o silêncio de bronze. À tua direita irá primeiro um muro caiado que desenha a curva da estrada. Depois encontrarás as figueiras transparentes e enroladas; mas os seus ramos não dão nenhuma sombra. E assim irás sempre em frente com a pesada mão do Sol pousada nos teus ombros, mas conduzida por uma luz levíssima e fresca. Até chegares às muralhas antigas da cidade que estão em ruínas.

Passa debaixo da porta e vai pelas pequenas ruas estreitas, direitas e brancas, até encontrares em frente do mar uma grande praça quadrada e clara que tem no centro uma estátua. Segue entre as casas e o mar até ao mercado que fica depois de uma alta parede amarela. Aí deves parar e olhar um instante para o largo pois ali o visível se vê até ao fim. E olha bem o branco, o puro branco, o branco da cal onde a luz cai a direito. Também ali entre a cidade e a água não encontrarás nenhuma sombra; abriga-te por isso no sopro corrido e fresco do mar.

Entra no mercado e vira à tua direita e ao terceiro homem que encontrares em frente da terceira banca de pedra compra peixes. Os peixes são azuis e brilhantes e escuros com malhas pretas. E o homem há-de pedir-te que vejas como as suas guelras são encarnadas e que vejas bem como o seu azul é profundo e como eles cheiram realmente, realmente a mar.ppp.jpgDepois verás peixes pretos e vermelhos e cor-de-rosa e cor de prata. E verás os polvos cor de pedra e as conchas, os búzios e as espadas do mar. E a luz se tornará líquida e o próprio ar salgado e um caranguejo irá correndo sobre uma mesa de pedra. À tua direita então verás uma escada: sobe depressa mas sem tocar no velho cego que desce devagar.

E ao cimo da escada está uma mulher de meia idade com rugas finas e leves na cara. E tem ao pescoço uma medalha de ouro com o retrato do filho que morreu. Pede-lhe que te dê um ramo de louro, um ramo de orégãos, um ramo de salsa e um ramo de hortelã.

Mais adiante compra figos pretos: mas os figos não são pretos: mas azuis e dentro são cor-de-rosa e de todos eles corre uma lágrima de mel. Depois vai de vendedor em vendedor e enche os teus cestos de frutos, hortaliças, ervas, orvalhos e limões.

Depois desce a escada, sai do mercado e caminha para o centro da cidade. Agora aí verás que ao longo das paredes nasceu uma serpente de sombra azul, estreita e comprida. Caminha rente às casas. Num dos teus ombros pousará a mão da sombra, no outro a mão do Sol.

Caminha até encontrares uma igreja alta e quadrada.
Lá dentro ficarás ajoelhada na penumbra olhando o branco das paredes e o brilho azul dos azulejos. Aí escutarás o silêncio. Aí se levantará como um canto o teu amor pelas coisas visíveis que é a tua oração em frente do grande Deus invisível".
> (Sophia, in  Livro Sexto, 1962).

publicado por j.gouveia às 09:12

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Quarta-feira, 15 de Maio de 2019

1969, ANO HISTÓRICO PARA PORTUGAL

Exposição inédita na Biblioteca Nacional 

Uma exposição que revisita os principais acontecimentos políticos, culturais e desportivos de 1969, através de filmes, livros e brinquedos, entre outros objectos significativos daquela época, está patente na Biblioteca Nacional, em Lisboa,  até 13 de Setembro, durante a semana entre as 09:30 e as 19:30, e ao sábado até às 17h30, com entrada gratuita.

“O ano de 1969”, nome da exposição, "é o da crise académica de Coimbra, da realização do Segundo Congresso Republicano e de eleições legislativas, a que a oposição concorre, mas é também o ano em que Marcelo Caetano inicia, na RTP, as suas Conversas em família, e viaja pelas colónias, onde a guerra colonial continua e os movimentos a favor da independência dos territórios ultramarinos ganham força." Ainda no domínio político, esse foi o ano em que Eduardo Mondlane, dirigente da Frente de Libertação de Moçambique, foi assassinado.1969 a.jpgNa área da cultura, 1969 ficou marcado pela abertura da sede e do museu da Fundação Calouste Gulbenkian, para a qual, na mesma altura, Almada Negreiros criou o painel “Começar”.

Foram muitas as publicações dadas à estampa nesse ano, como “Os afluentes do silêncio”, de Eugénio de Andrade, “Peregrinatio ad loca infeta”, de Jorge de Sena, “História do teatro português”, de Luciana Stegnano Picchio, “A noite e o riso”, de Nuno Bragança, ou “Invocação ao meu corpo”, de Vergílio Ferreira.

A obra do escritor e militar da marinha portuguesa Wenceslau de Morais, que viveu boa parte da sua vida no Japão, onde morreu em 1929, foi nesse ano traduzida para japonês, enquanto muitos outros autores portugueses eram traduzidos noutros países como França e Alemanha.1969 c.pngA cultura literária sofreu também perdas, foi o caso dos escritores António Sérgio, Alves Redol, José Régio, Manuel Mendes e Mário Sacramento, que morreram em 1969, ano em que circulavam no país 30 jornais diários.

Na televisão (RTP), Simone de Oliveira venceu o Festival da Canção com “Desfolhada”, estreou-se-se o primeiro "talk show" da televisão em Portugal, com o nome “Zip-Zip”, apresentado por Carlos Cruz, Fialho Gouveia e Raul Solnado.

Foi este programa televisivo que deu a conhecer ao país cantores como Francisco Fanhais e Manuel Freire. Zeca Afonso editou “Contos velhos, rumos novos” e Amália Rodrigues cantou na Rússia.

No desporto, o Benfica destacou-se por vencer o campeonato e a Taça de Portugal, e Joaquim Agostinho por alcançar o 8.º lugar na Volta a França em bicicleta.1969 b.jpg

publicado por j.gouveia às 09:32

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Terça-feira, 14 de Maio de 2019

OBRA COMPLETA DE MARQUÊS DE POMBAL

Reconstruir Lisboa na época do iluminismo

A publicação da Obra Completa do Marquês de Pombal será uma realidade nos próximos anos, conforme acordo assinado, ontem, entre várias entidades e instituições ligadas à cultura. No dia 13 de Maio de 2019, assinalou-se o 320.º aniversário natalício de Sebastião José de Carvalho e Melo (1699-1782), que foi diplomata da corte portuguesa em Inglaterra e na Áustria, e depois “primeiro-ministro” do rei José I.pombal 1.jpgUma equipa de investigadores vai fazer o levantamento de toda a obra escrita do Marquês de Pombal e editá-la, em versão integral, num dos maiores projectos de investigação histórica em Portugal, e pretende colmatar “uma das lacunas mais graves da cultura portuguesa”, segundo os promotores da iniciativa.

Para o efeito, foi criada uma equipa interdisciplinar internacional de investigadores sob coordenação dos professores Viriato Soromenho-Marques, Pedro Calafate e José Eduardo Franco, que tem por missão, "além do levantamento e edição da obra escrita do Conde de Oeiras, promover a renovação dos estudos pombalinos e contribuir para um conhecimento mais aprofundado da sua vida e obra".pombal 2.jpg

“A preparação da edição da obra completa deste homem que foi uma das maiores figuras políticas de Portugal e da Europa das Luzes será certamente um marco cultural de relevo” e preencherá “um vazio grave da nossa cultura, que especialistas e interessados no período pombalino identificam recorrentemente e cuja urgência em colmatar reivindicam há muitos anos”, sublinha o grande mentor do projecto, José Eduardo Franco.

O projecto intitulado "Pombal Global" vai custar "um milhão de euros", terá apoios oficiais, particulares, entre muitos  mecenas; o financiamento irá "permitir sustentar durante cinco anos esta pesquisa de toda a documentação, dispersa por mais de cem bibliotecas e arquivos de vários países e continentes, nomeadamente Portugal, Brasil, Inglaterra, Áustria, Holanda, Espanha, França, Itália, Rússia, Polónia, Índia, China, Estados Unidos México, Argentina, Canadá, Japão, Angola, Moçambique e Cabo Verde.pombal 3.jpgNatural de Lisboa, de famílias nobres, Sebastião José de Carvalho e Melo que passou à História com o título de Marquês de Pombal; foi um  destacado político, diplomata, estadista e  notável reformador na Europa do seu tempo, então designada como a "Europa das Luzes ou Iluminismo". Como representante da corte portuguesa em vários países teve oportunidade de contactar com os melhores da sua época e aprendeu o que de mais importante se praticava na política e na doutrina.

O seu génio reformista foi posto à "prova de fogo" pelo forte terramoto do 1º de Novembro de 1755. A sua obra de reconstrução urbanística ainda hoje ostenta a classificação de "baixa pombalina".

Sob a sua governação deu-se ainda um especial incremento à "instrução popular" e ao "desenvolvimento da indústria nacional". Liderou também outras acções de  grande impacto social e político, como "o processo que levou à aniquilação da família dos Távoras e à expulsão dos Jesuítas."

publicado por j.gouveia às 09:41

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Segunda-feira, 13 de Maio de 2019

LIVROS DO ALJUBE

Recuperando anteriores reflexões sobre Estado-social, capitalismo e marxismo, o autor reflete sobre os caminhos da social-democracia europeia até aos dias de hoje, tempos de menos Estado-social e mais neoliberalismo, de perigos para a democracia, mas também de resistência.lii.jpg

14 maio 2019 – terça, 18h30
Auditório do Museu do Aljube (Rua de Augusto Rosa, 42 – Lisboa).

publicado por j.gouveia às 18:12

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NOS 100 ANOS DA "TERRA DO DEMO"

Portugal de outros tempos, com figuras ímpares

Território agreste, duro e "bárbaro", constituído pelas serranias beirãs, foi cunhado por Aquilino Ribeiro como “Terras do Demo”, o lugar onde nasceram: o escritor, a sua literatura e o carácter profundo da sua personalidade. "Terras do Demo" porque "nunca Cristo ali rompeu as sandálias, passou el-rei a caçar ou os apóstolos da Igualdade em propaganda. Bárbaras e agrestes, mercê apenas do seu individualismo se têm mantido, sem perdas nem lucros, à margem da civilização”, escreveu a propósito mestre Aquilino.d.jpg

Romance publicado em 1919, é "uma das obras fundamentais do autor", considerou o Prof. Jacinto Prado Coelho. Uma obra que nos convida a conhecer um Portugal de outros tempos, com figuras ímpares que se destacam pela singularidade como que enfrentam a rudeza da paisagem e onde "a natureza e, muitas vezes, o diabo, ditam as suas leis".

Um universo de retratos sociais que marcaram um tempo e um modo de vida: "ciganos, almocreves, estalajadeiros, alcoviteiras, padres mulherengos e moças enganadas são algumas das personagens" descritas neste livro publicado há cem anos.

Aquilino Ribeiro (1885-1963), era natural da Beira Alta; cultivou todos os géneros literários através de uma vasta obra; sócio de número da Academia das Ciências, foi reintegrado após o 25 de Abril, a título póstumo, na Biblioteca Nacional, condecorado com a Ordem da Liberdade e homenageado aquando do seu centenário pelo Ministério da Cultura.

Em Setembro de 2007, por votação unânime da Assembleia da República, o seu corpo foi depositado no Panteão Nacional.

publicado por j.gouveia às 10:15

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Domingo, 12 de Maio de 2019

EURODEPUTADOS... RICOS EM EUROS!

Burro.JPGFilipe Scolari, treinador de futebol, foi contratado pela FPF (Federação Portuguesa de Futebol) para orientar a nossa selecção na fase do Europeu de 2004. Teve um contrato milionário e na final, frente à Grécia, em Lisboa, Portugal ficou a ver o título por um canudo. A nossa seleção viria a ser campeã da Europa, em 2016, em Paris, quando todo o favoritismo era dado à França, com a modéstia de um técnico português, de seu nome Fernando Santos.

No jogo da final com a Grécia os jornalistas perguntaram a Scolari o porquê do fracasso. "Pois não viram, não venham dizer que o burro, sou eu!?. Uma resposta menor para uma derrota num jogo maior. Os "burros" nunca perdem. Quando perguntaram aos eurodeputados portugueses se o vencimento de 12 mil euros/limpos mensais não é um exagero, a evasiva foi gelada.

Um dos ricos eurodeputados que já anda há dez anos no Parlamento Europeu, respondeu que não se lembrava, ao certo, quanto ganhava. É "burro" ou está a chamar "burros" aos eleitores. Seguindo a imbecil lógica scolariana, os "burros" somos nós. Não temos políticos de primeira mas de segunda ou terceira categorias. E querem o nosso voto!

No dia das eleições, 26 de maio, o poder é nosso, o voto é nosso, por isso não vamos votar em "burros", não comparando, desculpem lá! Contas feitas, é um vencmento principesco. Uma ofensa para os portugueses que têm os ordenados e as pensões mais baixos da zona euro.

publicado por j.gouveia às 19:06

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Sábado, 11 de Maio de 2019

POLÍTICA COM HUMOR HITLERIANO

CC.jpgCaac.jpg Crr.jpg

Humor deve ser interpretado com humor!!! Aqui, o recurso ao estilo hitleriano para retratar o avanço e recuo do CDS/PP (Assunção Cristas) e do PSD (Rui Rio), na questão da contagem de tempo dos professores, dá para rir ante tamanha e lamentável cambalhota. Aprovar e reprovar, num espaço de cinco dias, só pode ser a brincar. Um humor, neste caso, de muito mau gosto. Numa votação a requerer sentido de estado e de ética, tudo foi tratado como lixo... a política no seu pior momento de humor.

VIDEO > https://www.youtube.com/watch?v=_kku_LA4umI

publicado por j.gouveia às 16:06

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COMÉRCIO DE ARMAS, EUROPA NA FRENTE!

Já várias vezes o Papa Francisco condenou severamente o comércio de armas como fator que contribui para o eclodir e agravar de muitas guerras. Uma boa parte desse comércio é clandestino e decorre à margem dos governos, mas outra é por estes autorizada.

A Comissão Nacional Justiça e Paz, em ação concertada com as comissões Justiça e Paz europeias (Justiça e Paz Europa), lançou recentemente um apelo aos deputados que vierem a ser eleitos para o Parlamento Europeu, onde, entre outras causas, define como prioritária uma ação contra a exportação de armas que possam vir a ser utilizadas em guerras e conflitos.

Os países da União Europeia no seu conjunto são o segundo maior exportador de armas do mundo. As exportações gerais de armas de países da União Europeia aumentaram 10% no período de 2013 a 2017 em relação ao período de 2008 a 2012 e esse aumento foi de 103% no que se refere ao Médio Oriente.ar.jpegA Posição Comum sobre exportação de armas na União Europeia veda essa exportação para países envolvidos em guerras e conflitos, que cometam sérias violações dos direitos humanos, que apoiem organizações terroristas, ou em que os altos custos dos equipamentos de defesa possam afetar seriamente as suas perspetivas de desenvolvimento. Estes critérios não têm sido observados.

A questão tem sido levantada a propósito da venda de armas à Arábia Saudita, que mantém uma guerra no Iémen onde são sistematicamente provocados danos em vítimas civis. Entre os maiores exportadores de armas para a Arábia Saudita estão, para além dos Estados Unidos, países europeus como o Reino Unido, a França, a Alemanha e a Itália. A decisão recente do governo alemão de suspender essa exportação suscitou a oposição dos governos francês e britânico.

Para serem utilizadas no Iémen pelo exército da Arábia Saudita, seguem armas provindas de fábricas da Sardenha. Este facto tem suscitado a mobilização, local e nacional, de várias organizações da sociedade civil, católicas e laicas. Disseram a propósito os bispos dessa região: «A gravíssima situação económico-social não pode legitimar uma qualquer atividade económica e produtiva, sem que se avalie responsavelmente a sua sustentabilidade, a sua dignidade e o seu respeito pelos direitos de cada pessoa.

Em particular, não podem ser equiparadas a produção de bens necessários à vida com a que certamente provoca a morte. É o que se verifica com as armas construídas no nosso território regional e usadas para uma guerra que provocou, e continua a provocar, no Iémen, milhares de mortos, na sua maior parte civis indefesos.»arm.jpgSobre esta questão, foi publicado, já há vários anos (em 1994), um documento do Conselho Pontifício Justiça e Paz, O Comércio Internacional de Armas – Uma reflexão ética. Aí se afirma:
«Nenhum Estado exportador de armas pode renunciar à sua própria responsabilidade moral perante os efeitos negativos eventuais desse comércio.

Os diversos organismos e instâncias interessadas nunca são eximidos da obrigação de se perguntarem porque se comprometem com esse comércio. E, sempre que se apresente a eventualidade de uma transferência, devem perguntar-se com toda a lucidez: porquê exportar tais armas a tal país? A quem aproveita este comércio? O argumento, tantas vezes invocado, de que se um Estado se recusa a fornecer armas, um outro o fará, está privado de todo o fundamento moral».

Reconhece tal documento a licitude do comércio de armas destinadas a fins defensivos dos governos importadores, mas segundo «um estrito critério de suficiência».
Em suma, podemos dizer que não estamos perante uma atividade económica como qualquer outra, em que uma solicitação da procura deva ser sistematicamente satisfeita e em que os ganhos da balança comercial, ou mesmo a manutenção de postos de trabalho, possam justificar uma qualquer venda.

A ética de defesa da vida e da paz impõe que se considere sempre a utilização previsível das armas que são vendidas. Está em causa uma eventual cumplicidade quanto a essa utilização.

> Pedro Vaz Pinto

publicado por j.gouveia às 09:51

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Sexta-feira, 10 de Maio de 2019

ECLIPSE DO SOL, ANO DE CENTENÁRIO

O centenário das observações do eclipse total do Sol que validaram experimentalmente, pela primeira vez, a Teoria da Relatividade Geral de Einstein, vai ser assinalado, este mês, com várias iniciativas, em Lisboa. Aquelas observações de 1919, no dia 29 de Maio, realizaram-se através de duas expedições científicas, uma no Sobral, Brasil, e outra na roça Sundy, na ilha do Príncipe (São Tomé e Príncipe), naquela data colónia portuguesa.

A expedição do Príncipe foi liderada pelo astrónomo britânico Arthur Eddington, director do Observatório de Cambridge e contou com o apoio logístico do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL). Este feito será evocado numa exposição no Museu de História Natural e da Ciência, em palestras a ter lugar no OAL,  na Sociedade de Geografia e numa edição filatélica.

A exposição será inaugurada no próximp dia 16 de Maio e terá painéis informativos sobre Einstein e Eddington; e entre os objectos que ficarão patentes ao público, até 8 de Setembro, destacam-se: um telescópio da época, as chapas fotográficas obtidas da protuberância solar na ilha do Príncipe, o livro de visitas do OAL assinado pelos astrónomos que conduziram as expedições científicas ao Sobral e à roça Sundy, e a correspondência trocada com o observatório astronómico português.eclipse-solar.jpgA Sociedade Portuguesa de Física vai dedicar o número de Maio da sua revista - a Gazeta de Física, ao eclipse solar total de 1919.

publicado por j.gouveia às 11:20

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Quinta-feira, 9 de Maio de 2019

A EUROPA QUE TEMOS E NÃO QUEREMOS

O Dia da Europa (9 de Maio) é uma data simbólica que serve para questionar o presente, em vez de se ficar apenas por uma simples celebração, invocando o passado de especial importância.

Efeméride oportuna e sugestiva, numa altura em que os princípios e os propósitos que estiveram na criação de uma "União Europeia" estão um pouco aquém das pretensões e assiste-se a um vaivém de disfarces ou faz de conta, ao sabor dos interesses de cada país.U.jpgBasta ver o que está a acontecer com o chamado "Brexit" inglês que, desde há dois anos para cá, apresenta soluções sem fim à vista e em forma de adiamentos sucessivos, ditos por não ditos, numa atitude de esperar para ver até que, chegados às próximas eleições legislativas (dia 26 de Maio) para o Parlamento Europeu, os cidadãos britânicos vão votar de novo..., numa espécie de número circense para derrubar barreiras ideológicas, mas cujos resultados poderão acabar em mais eurocépticos, mais populismos e demagogias, do que em defesa de uma União que se deseja sólida.

Consola-nos a recordação de vozes com uma clara autoridade e honestidade intelectual, como a do Professor Vitorino Magalhães Godinho (1918-2011) que no seu livro A Europa como Projecto (publicado em 2007) escreveu, entre outros considerandos em forma de alerta e apelo:UU.jpg- "Alguns governos europeus, constava, pretendiam eliminar os símbolos da União Europeia - a bandeira e o hino. Acham que atentam contra a sua soberania. Estranho. A soberania dos estados está há muito limitada: a defesa pertence à N.A.T.O, braço do imperialismo norte-americano; a moeda é manipulada pelo Banco Central Europeu, cada estado deixou de ter política monetária; além de ver manietada a acção governativa - não será perda de um símbolo básico de soberania?" (...)  "Os hinos nacionais estão relegados para os desafios de futebol e sessões solenes" (...).

- "Convoquem-se os cidadãos, ouçam-se os pensadores e intelectuais, como queiram chamar-lhes. Convoquem-se os cidadãos para intervir institucionalmente. Não em manifestações manipuladas por minorias violentas e só motivadas pela ânsia de destruição (...)".

- "A Europa não pode ser apenas um espaço de paz e segurança: pertence a um mundo que de bipolar passou a unipolar, e com os desacertos dos E.U.A. assiste à ascensão de novas e grandes potências - a China, a Índia - e à presença de potências que dispõe, ou vão dispor de armamento nuclear - Rússia, Índia, Paquistão, Irão, Coreia do Norte; outras potências médias servem-se do petróleo e do gás para firmarem a sua posição internacional.UUU.jpgA União Europeia tem imperativamente de possuir os meios da guerra moderna e dos sistemas de comunicação não só para garantir a sua defesa como para desempenhar no xadrez mundial o papel que só ela pode desempenhar, graças ao humanismo do seu património e a ser uma civilização de democracia".

publicado por j.gouveia às 09:20

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DIA DA EUROPA

Celebra-se esta quinta-feira, 9 de Maio, o Dia da Europa. A data recorda a "Declaração Schuman", proferida pelo Ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Robert Schuman, a 9 de Maio de 1950, a favor da paz e da unidade no Continente europeu. A Representação da Comissão Europeia em Portugal organiza as comemorações do Dia da Europa no nosso país.

Em Portugal, este ano, as comemorações oficiais do Dia da Europa realizam-se em Braga, com a presença do Comissário europeu Carlos Moedas, responsável pela pasta da Investigação, Ciência e Inovação.UUUU.jpgCinco anos após o fim da II Guerra Mundial, as nações europeias empreenderam um plano que contrariasse a "devastação causada pelo conflito" e que se veio a concretizar na "criação da Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA)". A "Declaração Schuman" foi o documento que faltava e nele os países fundadores da CECA afirmaram os seus propósitos, reconhecendo que:

- «A paz mundial não poderá ser salvaguardada sem esforços criativos que estejam à altura dos perigos que a ameaçam»;
 - «A Europa não se fará de uma só vez, nem de acordo com um plano único. Far-se-á através de realizações concretas que criarão, antes de mais, uma solidariedade de facto.» (...)

publicado por j.gouveia às 09:16

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Quarta-feira, 8 de Maio de 2019

HOMENAGEM A MARIA TERESA HORTA

Nome incontornável da literatura portuguesa contemporânea - Maria Teresa Horta, quase a completar 82 anos de idade (no dia 20 de Maio), será homenageada esta semana, entre hoje e sexta-feira (8 e 10 de Maio), com um congresso internacional a decorrer no Palácio Fronteira e na Reitoria da Universidade de Lisboa.

Durante os três dias vão ser apresentados trabalhos e ensaios com a presença  de professores universitários de países,do Reino Unido, França, Itália, Suécia e Brasil, bem como participações nacionais.

mth.jpgEste evento pretende "revisitar e reflectir sobre a ficção e não-ficção da autora, que ao longo de todo o seu percurso revela uma grande versatilidade e um domínio também ele subversivo da palavra poética, desafiando as convenções sociais”. “A variedade de géneros que cultiva permite um diálogo com escritores e escritoras seus contemporâneos, portugueses e estrangeiros, numa troca constante entre várias literaturas de diferentes épocas”, diz a organização.

Maria Teresa Mascarenhas Horta (n. Lisboa, 1937) é descendente, pelo lado materno, da Marquesa de Alorna (D. Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, poetisa, tradutora e pedagoga, e neta dos Marqueses de Távora, que viveu entre 1750 e 1839, uma grande referência nacional e internacional no mundo literário e político do seu tempo). 

leonor.jpgJornalista e escritora, Maria Teresa Horta abraçou desde muito cedo a causa do Movimento Feminista, fez parte do famoso grupo Poesia 61, dirigiu a revista Mulheres e publicou com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, em 1971, as célebres Novas Cartas Portuguesas, causando na altura muita contestação.

Autora de vários livros, de poesia e prosa, Maria Teresa Horta escreveu uma notável biografia romanceada da sua antepassada com o título As Luzes de Leonor.

publicado por j.gouveia às 09:19

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Terça-feira, 7 de Maio de 2019

LISBOA, PIONEIRA NOS SINAIS DE TRÃNSITO

O registo é antigo e indicia a preocupação pelas regras sobre a circulação de "veículos" de transporte na cidade de Lisboa, como reza a História das ruas primitivas da capital portuguesa.

A prova está numa lápide da Rua do Salvador, no Bairro de Alfama, uma placa datada de 1686, no reinado de D. Pedro II, e destinada a "orientar os coches e carroças" que passavam nesta via urbana de características pequenas e estreitas.

A preocupação estava em regulamentar as prioridades, com o fim de se evitarem os indesejados desastres, atropelamentos, discórdias, desmandos e outros confrontos que eventualmente justificassem quem tinha ou não razão para passar em primeiro lugar, dado que o estreitamento da rua dificultava a circulação ao mesmo tempo nos dois sentidos.letreiro 0.jpgNa placa, ainda hoje conservada, pode ler-se o seguinte:
 "ANO DE 1686 / SUA MAJESTADE ORDENA QUE OS COCHES, SEGES E LITEIRAS QUE VIEREM DA PORTARIA DO SALVADOR RECUEM PARA A MESMA PARTE".

Consideram os historiadores que este escrito sobre trânsito é o primeiro em Portugal e o mais antigo no mundo. A verdade é que serviu para moderar os ânimos e responsabilizar os culpados ou teimosos no trânsito de Lisboa.letreiro 1.jpgRua do Salvador, em Alfama (LIsboa). No lado direito, parte inferior, lá permanece a secular placa de trânsito, ali colocada em 1686.letreiro mapa.png

publicado por j.gouveia às 21:25

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CULTURA, DA FILOSOFIA À DIÁSPORA

D.Tolentino Mendonça, bibliotecário e arquivista da Santa Sé, vai presidir à sessão de encerramento do curso de "Filosofia, Literatura, Espiritualidade", prevista para as 18h30 do próximo dia 16, no Colégio S. João de Brito (Lisboa).

O convite é da comunidade da Capela do Rato e o arcebispo português vai falar sobre o seu actual ministério em Roma, desde que foi nomeado arcebispo pelo Papa Francisco, em Junho de 2018.

Em breve, também, D. José Tolentino Mendonça será o orador principal do primeiro congresso mundial das redes da diáspora portuguesa, previsto para os dias 13 e 14 de Julho, no Porto, com centenas de participantes de mais de 30 países.T.jpgA iniciativa visa “reunir e colocar em interacção os protagonistas das Redes dos Portugueses da Diáspora, enquanto agentes particularmente activos e reconhecidos, quer na comunidade portuguesa em que se inserem, quer na sociedade do respectivo país de acolhimento, para proceder a uma reflexão alargada sobre o trabalho realizado até ao presente com as comunidades portuguesas e, sobretudo, debater perspectivas de colaboração futura, com formulação de sugestões e recomendações”, refere o Portal das Comunidades Estrangeiras, do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

publicado por j.gouveia às 10:49

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Segunda-feira, 6 de Maio de 2019

GIGANTES DO MAR NO PORTO DO FUNCHAL

nav.jpgDois "gigantes" navios de cruzeiro aportaram, esta manhã, ao Funchal, numa altura em que decorre a Festa da Flor. São cerca de sete mil turistas em trânsito. Por ano, a Madeira é visitada por dezenas de transatlânticos que trazem à ilha mais de meio milhão de estrangeiros.

publicado por j.gouveia às 18:05

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IMPRENSA, O PRIMEIRO JORNAL PORTUGUÊS

"Gazeta da Restauração" é o título do primeiro jornal português, cuja primeira edição tem a data de 1641. Uma preciosidade do jornalismo pelo facto de estarmos numa época em que a maioria dos portugueses era analfabeta e os meios de impressão gráfica serem muito rudimentares.

Se atendermos que as gráficas (impressoras de jornais) começaram a imprimir jornais a partir de meados do século XVIII, cuja iniciativa é atribuída a Johannes Gutenberg, ainda mais se reforça a ideia, com visão de futuro, de se editar um jornal em português. Tudo era feito manualmente, letra a letra, com material em metal e em madeira, exigindo grande rigor para que no momento da impressão tudo funcionasse em pleno.

No século XV já Gutenberg tinha feito os primeiros ensaios gráficos mas sem resultados práticos. Em Portugal este sistema de publicação de jornais, por via de impressoras (tipografias), funcionou até o último quartel do século passado, altura em que os jornais (revistas, etc.) passaram a ser impressos pelas novas tecnologias.gazeta 1.jpgPlausível é também o facto da Livraria Lello (Património Nacional), ter adquirido a primeira edição da Gazeta da Restauração, pelo montante de 3.500 euros, precisamente no dia em que se celebrava o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 3 de maio. A capa do jornal histórico (378 anos) está em exposição na prestigiada Lello (Porto).   

publicado por j.gouveia às 12:51

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