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Sábado, 23 de Junho de 2018

EÇA DE QUEIRÓS E "OS MAIAS"

O romance "Os Maias" - obra marcante do vasto currículo literário do romancista (José Maria) Eça de Queirós (1845-1900), foi publicado há 130 anos (em 1888). Tem como tema principal "a vida de uma família portuguesa em finais do século XIX", mas "ultrapassa a mera saga familiar e critica a sociedade provinciana do seu tempo".

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No contexto social e burguês da época destacam-se "três gerações da família Maia", com episódios críticos e provocantes que pretendiam despertar as consciências, abalar costumes hipócritas e aproximar o País dos ideais europeus.

Considerado a "obra prima" de Eça de Queirós, o romance foi escrito ao longo de oito anos, no tempo em que o autor era  diplomata e conhecia muitas realidades diferentes das de Portugal.

Contemporâneo de uma importante geração de escritores da segunda metade do século XIX português, como Antero de Quental, Oliveira Martins, Batalha Reis, Fialho de Almeida, Almeida Garret, Ramalho Ortigão…, Eça de Queirós, antes das andanças pelo mundo, exerceu também a advocacia e o jornalismo, em Évora e em Lisboa.

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(Da esquerda para a direita): Eça de Queirós, Oliveira Martins, Antero de Quental, Ramalho Ortigão e Guerra Junqueiro.

Após a sua morte - aos 54 anos de idade - foram publicados vários dos seus livros que ainda hoje são de leitura obrigatória, como A Cidade e as Serras, Prosas Bárbaras,  A Capital, O Conde de Abranhos, Cartas da Inglaterra, Notas Contemporâneas, O Egito…, entre outros títulos.

Eça de Queirós é também considerado "um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária."

> Hoje que tanto se fala em crise, quem não vê que, por toda a Europa, uma crise financeira está minando as nacionalidades? É disso que há-de vir a dissolução. Quando os meios faltarem e um dia se perderem as fortunas nacionais, o regime estabelecido cairá para deixar o campo livre ao novo mundo económico."
(Eça de Queirós, enquanto redactor do Distrito de Évora).

NB: Nasceu na Póvoa de Varzim, a 25 de novembro de 1845 e faleceu a 16 de agosto de 1900, em Neuilly-sur Seine (próximo de Paris - França). 

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Fundação Eça de Queirós: Quinta de Tormes de Baião - Santa Cruz do Douro, concelho de Baião. A 82 kms da cidade do Porto. 

Video > https://www.youtube.com/watch?v=VstMtw4LDYs

publicado por j.gouveia às 09:35

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PATRIMÓNIO LINGUÍSTICO

A muito doce língua portuguesa! As sua vogais possuem toda a gama musical, não a gama dos instrumentos, mas a gama natural e humana, que é frequentemente prodigiosa. (Valéry Larbauda, jornalista/escritor).

publicado por j.gouveia às 09:24

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Sexta-feira, 22 de Junho de 2018

À PROCURA DE "OUTRAS TERRAS"

Na próxima 4ª feira, dia 27 de Junho, pelas 18h00, vai ocorrer no Rómulo Centro Ciência Viva da Universidade de Coimbra a palestra  "Outras Terras! Mais vida no Universo?" por Nuno Cardoso Santos,  astrofísico, Investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, professor da Universidade do Porto, que tem participado na identificação diversos exoplanetas.
Resumo da palestra:

> A descoberta nos últimos anos de centenas de planetas, de outros mundos no Universo, mostrou-nos que os sistemas planetários são comuns. A procura de outras Terras tornou-se num dos temas mais quentes da astrofísica moderna, motivando o desenvolvimento de novos instrumentos e missões espaciais.

A detecção de novos planetas cada vez mais parecidos com a nossa Terra abre enormes prespetivas de um dia podermos responder de forma positiva à pergunta "haverá vida noutros locais do Universo?". Nesta palestra vamos abordar o tema da procura de planetas em torno de outras estrelas, os chamados planetas extra-solares.

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Os princípios físicos mais usados pelos astrofísicos para detetar estes objetos serão descritos de forma simples. Vamos perceber como é que os astrofísicos "brincam" com a luz que nos chega das estrelas para detectar e caracterizar planetas distantes. Alguns exemplos dos resultados das pesquisas mais recentes serão igualmente mostrados.

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O futuro deste excitante tema científico bem como a participação de Portugal nesta conquista, que em muito se assemelha à epopeia das descobertas nos séculos XV e XVI: será que iremos também encontrar outra habitantes numa outra "praia" da nossa Galáxia?".

publicado por j.gouveia às 11:58

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VIAGENS COM IMAGENS

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Viagens com imagens e com palavras. Quer as imagens como as palavras fornecem leituras que preenchem o nosso conhecimento. Mais racional são as palavras, implicam um imaginário sobre o que não se vê mas que se pensa existir. Já as imagens mostram o que há e como há, ainda que nem sempre o que se vê é o que na realidade existe.

Para tirar todas as dúvidas, nada melhor do que ir, ver, escrever e fotografar. Em alternativa, ler a máxima informação disponível, ver o maior leque de imagens e, se possível, criar uma rede de contactos credíveis. O saber exige muito trabalho. A África que conhecemos dá-nos muitas imagens semelhantes às que aqui se publicam. São realidades.

publicado por j.gouveia às 11:35

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Quinta-feira, 21 de Junho de 2018

CENTENÁRIO DO PADRE MANUEL ANTUNES

Assinalam-se, este ano (2018), os 100 anos do nascimento do P. Manuel Antunes (1918-1985), sacerdote jesuíta, escritor, professor universitário, "pedagogo da democracia", diretor da conceituada Revista Brotéria, entre outros cargos de referência para a cultura portuguesa.

O "padre Manuel Antunes foi um mestre excepcional que marcou para toda a vida milhares de estudantes que, ao longo de mais de um quarto de século, passaram pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A sua memória continua viva e a iluminar o caminho de quantos o conheceram, ouviram e leram", considera o professor José Eduardo Franco.

"Há hoje um grande consenso em torno da importância e do significado do magistério pedagógico e intelectual de Manuel Antunes, considerado um dos mais notáveis pensadores do século XX português", diz o historiador.

"Senhor de uma escrita límpida e acutilante, deixou-nos sínteses críticas que se tornaram referência em domínios como a cultura clássica, a filosofia, a teologia, a história da cultura, a educação, a crítica literária, para a fazer a “radiografia” do homem e das sociedades hodiernas, da análise política e das relações internacionais.

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Os seus textos, escritos desde os anos 40 do século passado até à sua morte, em 1985, ainda hoje podem ser lidos e meditados com proveito, sendo inspiradores para compreender o nosso mundo e atender aos desafios futuros", acrescenta o académico que integra as comemorações do centenário, nomeadamente a preparação de um congresso previsto para o próximo mês de Novembro.

publicado por j.gouveia às 16:53

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VERÃO CHUVOSO E SOALHEIRO

Chuva, granizo e trovoada no primeiro dia de verão em Portugal. As temperaturas são de verão mas o estado do tempo é de inverno. Nada de estranho se atendermos às alterações atmosféricas nas últimas décadas no nosso país, na Europa e no mundo.

Começa, hoje, 21 de Junho, mais uma estação de verão atípica quanto ao sol, céu azul e mar calmo, já quanto aos termómetros a registarem médias entre os 21 e 30 graus é o habitual para o início da estação mais quente do ano.

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Os maiores transtornos (e prejuízos) vão para a agricultura e a fruticultura, próprias desta altura do ano, que acabam por ser afectadas. Já quanto aos veraneantes, as férias continuam, apenas a indumentária é alterada. Não há guarda-sol mas há guarda-chuva e a caminhada vai sendo feita.

Bom verão é o que se deseja, faça sol ou faça chuva. Talvez a melhor opção seja fazer férias culturais em vez dos destinos de praia. Comece por visitar (ou conheça melhor) o património cultural da sua cidade, depois o seu país. A Europa vem depois... porque pede-nos mais tempo de presença para melhor conhecermos a sua diversidade e riqueza cultural. 

publicado por j.gouveia às 08:58

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Quarta-feira, 20 de Junho de 2018

CONVERSAS NO MUSEU DE ARTE SACRA

O Museu de Arte Sacra do Funchal(MASF) promove, entre 21 de Junho e 26 de Julho, um ciclo de conversas com especialistas sobre  "Pintura: Museus, Arquivo e Memória"

A emblemática coleção de arte flamenga do Museu de Arte Sacra do Funchal é um testemunho vivo das encomendas artísticas realizadas durante a época áurea do açúcar na Madeira, entre os séculos XV e XVI.

Neste contexto, e a partir da exposição “A Fábrica de Açúcar de Filipa Venâncio. Testemunhos de uma Indústria”, se propõe "uma reflexão alargada em torno da pintura contemporânea, pondo em destaque os cruzamentos entre o campo da memória e a dinâmica dos arquivos na interseção com a museologia, contando, para o efeito, com a participação de oradores que procedem de diversas áreas disciplinares."

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A primeira conferência é já amanhã (quinta-feira), às 18 horas, e a entrada é gratuita, sujeita a inscrição.

publicado por j.gouveia às 11:07

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VISITAS AO MUSEU DO ALJUBE

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(Rua de Augusto Rosa, 42 - Lisboa) 

O Museu do Aljube convida-vos para um sábado diferente no Museu: às 15horas, prosseguem as visitas guiadas à exposição permanente e à exposição temporária «José Dias Coelho – Artista Militante Revolucionário».

No mesmo dia (Sábado, 23 de junho), pelas 17 horas, a Associação de Afrodescendentes promove uma conversa sobre a «história que contamos», a propósito das narrativas que partilhamos, dos lugares de memória que cultivamos e das políticas de memória que promovemos.

publicado por j.gouveia às 10:52

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Terça-feira, 19 de Junho de 2018

A PROPÓSITO DE COLONIALISMOS E REFUGIADOS

De vez em quando, ou quase sempre, a Europa é perturbada por uma "vaga de refugiados"..., diríamos cidadãos apátridas que fogem da guerra e da miséria, em demanda de um futuro mais feliz, a que todos os seres humanos têm direito, mas que são despojados da sua dignidade, por força de fronteiras entre os países, ideologias políticas, contendas devastadoras, e tudo o resto que a História já registou no passado.

À Europa, é frequente, chegam milhares de refugiados que poderiam ser ajudados no seu próprio espaço territorial, através de programas e decisões aprovados pelas instâncias europeias e internacionais mas pouco postos em prática por quem de direito.

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> Refugiados na Europa

Já se conhecem os porquês e o como destas histórias que saltam à vista de toda a gente e provocam solidariedade, revolta ou repulsa da parte de países que dizem estar fartos de serem sempre os mesmos a ajudar…

Ao mesmo tempo, permanece a pergunta: a quem interessam estas situações, o que é necessário para obviar o incómodo e resolver tais problemas? A resposta mais comum é que urge evitar a "invasão de párias" e/ou "terroristas", deixar ao longe os que pouco contribuem para o bem-estar material dos que já cá estão, a menos que sejam "colonizados"...

É uma triste realidade. De facto o "colonialismo" não acabou. Só que, em vez do "colonialismo territorial", assiste-se agora ao "colonialismo das mentes". E não colhe a ideia de se remeter o "colonialismo" para outras épocas, a pretexto de certos países não terem moral para falar do assunto que hoje em dia tanta polémica está a gerar no velho Continente.

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> Retornados (refugiados) em Portugal

Como dizia o Professor Eduardo Lourenço, há pouco tempo, a propósito da controvérsia à volta de um possível “Museu das Descobertas” em Lisboa: “Não sei por que é que, neste momento, parece haver uma necessidade de crucificar este velho país em função de uma intenção louvável, mas que ainda não redime aqueles que querem realmente a redenção, aqueles que foram objeto de uma pressão forte como o do nosso domínio enquanto colonizadores, de uma certa época”, afirmou.

“Já não podemos reparar nada, que essas coisas não têm reparação, mas podia ser (o movimento que está contra o Museu) um gesto que se justificasse por uma espécie de maldade particular e única que nos afastasse da consideração de país civilizado, de um continente civilizado chamado Europa, mas não”. Na opinião do filósofo e ensaísta, as “crueldades” de Portugal não podem ser queimadas “na mesma fogueira” de outros, para salvar o país "a posteriori" daquilo que já não se pode emendar, acrescentou.

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publicado por j.gouveia às 10:51

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Segunda-feira, 18 de Junho de 2018

SPORTING VÍTIMA DO TERRORISMO TELEVISIVO

Vamos pelo discurso directo: Terrorismo é, entre outras definições, qualquer acto violento dirigido contra pessoas, governo ou país, “destinado a impor determinados objectivos”. Sistema de terror para “tomar o poder”.

Ora bem, a estratégia criada para derrubar o poder tem muitas vias e regra geral tem por detrás apoios maquiavélicos. É preciso matar, mata-se, ou esfola-se. A eliminação tem de ser feita para que o caminho fique livre para aqueles que querem chegar ou voltar ao poder.

Pegar no monte emaranhado de notícias sobre o Sporting Clube de Portugal, em particular nas últimas semanas, a imagem que fica é que o histórico clube, com mais de 100 anos, é um covil de malfeitores e um barril de pólvora. Todos os dias rebentam petardos, novos ataques, emboscadas e armadilhas, avanços e recuos, tudo em nome do poder. O poder de quem foi eleito por cerca de 90 % dos sócios, o poder de quem quer chegar ao poder.

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Quem lidera este podre ataque terrorista é, supostamente, os jornais e as televisões. Todos os dias, há várias semanas, a imprensa e a tv ocupam páginas e páginas, horas e horas, sobre a "nação" sportinguista. Ao ponto de nas televisões serem criados programas específicos para debater, rebater, esmiuçar, fuzilar, esgravatar ao tutano a vida de um clube que merece respeito por tudo quanto representa para um Portugal social e desportivo.

Pelos vistos, o Sporting veio salvar a programação das televisões, levantar audiências, bem como capitalizar os jornais em dificuldades financeiras. O principal “inimigo” do Sporting, nas últimas semanas, tem sido a Comunicação Social. Claro que, ardilosamente, alimentada por situações absurdas criadas de dentro para fora e de fora para dentro do clube. O poder cego de quem está no poder e de quem quer chegar ao poder está na origem da desassombrada linguagem terrorista.

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Com tantas ilustres cabeças, não houve ninguém que tivesse a iniciativa de promover uma reunião entre as partes discordantes, a bem do Sporting. Os notáveis disparam das trincheiras e os que estão no terreno vão ripostando como podem. Numa guerra como esta, de metafórico terrorismo, ninguém sai a ganhar e o grande perdedor é o Sporting Clube de Portugal.

O futuro dirá...

 

publicado por j.gouveia às 15:06

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Domingo, 17 de Junho de 2018

CRISTIANO RONALDO COM NOVA ESCULTURA

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Mudaram a escultura de Cristiano Ronaldo no Aeroporto Internacional da Madeira que ostenta a sigla CR7. Tiraram-lhe o sorriso maroto e puseram-no com cara séria, tipo estadista do século XX. Entre uma e outra, qual delas a mais fiel ao melhor futebolsita do mundo? Fica para a história.

O busto sorridente foi colocado em março de 2017 e rapidamente correu mundo. Milhares de turistas fizeram questão de serem fotografados ao lado da escultura. Quem não perdoou a "cara em nada parecida" com Cristiano Ronaldo foram as televisões, jornais e revistas nacionais e estrangeiras. A CNN e a BBC chegaram a considerar um atentado à arte, alvo de chacota em todo o mundo.

Esta quinta-feira (14 de junho 2018), logo após o jogo frente a Espanha, a contar para o Mundial, na Rússia, foi retirado o antigo e colocado o novo busto. Precisamente no dia em que Cristiano Ronaldo marcou os três golos de Portugal no empate frente à selecção espanhola.

Para os coleccionadores, dois bustos de uma mesma figura, num mesmo sítio, tem valor acrescentado. Tão diferentes que são. Até que um dia venha a aparecer a escultura com aprovação de todos! O que é difícil.

publicado por j.gouveia às 18:28

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O MUNDO PRECISA DE MELHORES VALORES HUMANOS

O mundo está “cheio de celebridades só por o serem, cheio de competição, individualismo e consumismo”, que só poderá ser combatido com a “santidade” e com especiais cuidadores, alertou o arcebispo/cardeal de Boston, Sean O’Malley, na cerimónia do doutoramento "Honoris Causa" que lhe foi atribuído pela Universidade Católica Portuguesa (UCP), na passada semana.

“O mundo já tem muitos ‘cowboys’ e celebridades, pelo que precisamos de mais protectores e de cuidadores e de uma maior solidariedade”, sublinhou  O’Malley, 73 anos, ao receber a distinção que foi proposta da Faculdade de Teologia da UCP, como reconhecimento pelo apoio à comunidade portuguesa nos Estados Unidos da América.

Falando num português fluente, o arcebispo de Boston criticou a “cultura que privilegia o estrelato e a celebridade”, baseada no “individualismo”, em detrimento de uma vivência comunitária, com base “na fé e na solidariedade”.
“O mundo precisa de construtores, de cuidadores, com maiores e melhores valores humanos, não de celebridades”, defendeu.

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“Ser santo é ser totalmente humano, trabalhar junto das comunidades”, acrescentou O’Malley, natural de Lakewood, no Estado norte-americano de Ohio, onde nasceu a 29 de Junho de 1944, filho de pais irlandeses. Doutorado em Literatura Espanhola e Portuguesa, foi por trabalhar próximo das comunidades em diversos locais dos Estados Unidos que aprendeu a falar português, destacando as vastas comunidades de portugueses, brasileiros e cabo-verdianos – “devo-lhes” muito ao que sou hoje”.

Esta identidade arcebispo de Boston foi também destacada no “laudacio”, proferido pelo padre Armindo dos Santos Vaz (Professor jubilado da UCP e religioso carmelita), “padrinho” do doutoramento, lembrando que O’Malley fala variadíssimas línguas (latim, italiano, português, inglês, francês e alemão, entre outras) e dialectos (os diferentes crioulos das Antilhas e das Caraíbas).

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Além deste doutoramento pela UCP, no nosso País, o arcebispo de Boston já tinha sido agraciado, em 1985, com a Comenda da Ordem Infante D. Henrique, em reconhecimento pelo notável trabalho junto da comunidade de luso-americanos; e em 2016, foi condecorado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique pelo Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, por serviços prestados às comunidades portuguesas nos Estados Unidos, nomeadamente em Washington e em Fall River.

O cardeal Sean O’Malley é membro de várias Congregações e Conselhos da Santa Sé e integra o chamado “G9”, o grupo restrito de cardeais que o Papa escolheu para reflectir e propor reformas para a Cúria Romana e outras instituições da Igreja, em termos de organização administrativa.

publicado por j.gouveia às 10:02

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Sábado, 16 de Junho de 2018

RÚSSIA - FUTEBOL, SOL E DEMOCRACIA

Diz a imprensa internacional que a Rússia está como nunca esteve na crista da onda. País aberto, hospitaleiro, transparente democracia, superior qualidade de vida, economia evoluída, solidez financeira, ensino de referência, baixa taxa de desemprego, indústria de liderança, um país do presente e do futuro. Tudo isto foi escrito após o jogo inaugural do mundial de futebol que a Rússia ganhou por 5-0 à Arábia Saudita.

Comunismo controlador, sociedade fechada e liberdade de expressão em causa é invenção do ocidente. O futebol pôs a descoberto toda a mentira inventada sobre o antigo império dos czares.  A press international não está grogue, nem alienada nem drogada. O Kremlin conseguiu transformar a Rússia num oásis da civilização do progresso a todos os níveis. Como andávamos intoxicados pela doentia pressão americana, chinesa e europeia sobre a grande nação russa.

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O futebol faz milagres. Quando a Rússia se candidatou à realização do mundial de futebol/2018, prometeu construir 18 estádios em 13 cidades, um investimento da ordem dos três mil milhões de euros. Só o custo directo da organização do mundial ascende a 600 milhões de euros, qualquer coisa como 720 mil milhões de rublos (moeda russa). No total, um evento orçado em mais de 13 mil milhões de euros.

Só falta dizer que a Rússia é o melhor país do mundo. Pelo que dizem os mass media até é capaz de ser! Só falta um Cristiano Ronaldo, mas há um Vladimir Putin. Sim ou não. Futebol dos golos fantásticos e das grandes emoções... Rússia do futebol, do sol e da democracia está à vista do mundo inteiro. As imagens não enganam... Quanto aos media internacionais, acredita quem quer. Ponto e vírgula. 

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publicado por j.gouveia às 14:56

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Sexta-feira, 15 de Junho de 2018

CARTA DE COLOMBO SOBRE A DESCOBERTA DA AMÉRICA

Uma carta escrita por Cristóvão Colombo, a anunciar aos reis católicos de Espanha (Fernando e Isabel) a descoberta do "Novo Mundo" ou América, foi localizada em Atlanta (EUA) e devolvida  à Biblioteca do Vaticano, entidade que possuía o documento histórico desde há séculos.

De acordo com o Vatican News, a carta datado de 1493 estava atualmente na posse de um coleccionador de antiguidades, Robert Parsons, “não se sabendo exatamente quando nem como a carta terá sido roubada e substituída por uma cópia”.

Agora, através da embaixada dos EUA junto da Santa Sé, a referida carta regressou aos arquivos da Biblioteca do Vaticano; é constituída por quatro páginas a anunciar a “sensacional descoberta” do "Novo Mundo" e é conhecida como "A Epistola Christofori Colom" nos catálogos do Vaticano.

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A carta, escrita em espanhol dirigida aos reis de Espanha, que financiaram a viagem do célebre navegador, foi depois traduzida para latim e feitas 11 cópias. Uma dessas cópias foi roubada da biblioteca Riccardiana, em Florença, e substituída por uma carta falsificada.

Quanto ao facto de o manuscrito original ter ido parar às mãos de um colecionador privado, sabe-se apenas que o Vaticano foi alertado pela primeira vez para a possibilidade de roubo e falsificação em 2011. Mais tarde, as autoridades norte-americanas conseguiram rastrear o percurso do documento original até Atlanta.

publicado por j.gouveia às 12:03

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MUÇULMANOS EM PORTUGAL

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 A presença muçulmana em Portugal tem séculos que a história revela em muitos capítulos. Hoje, fala-se do presente com  futuro. Há cada vez mais famílias muçulmanas nas principais cidades portuguesas, em actividades profissionais, comerciais, culturais e inclusive nas áreas do ensino superior.

Em Lisboa é frequente encontrar muçulmanas e muçulmanos nas ruas, esplanadas e cafés, com indumentárias a rigor. Estima-se que haja em Portugal (2018) mais de 65 mil muçulmanos e cerca de 20 mesquitas. Uma convivência assaz positiva e enriquecedora, a fazer jus da boa hospitalidade portuguesa.    .   

publicado por j.gouveia às 11:43

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Quinta-feira, 14 de Junho de 2018

VELHAS MANSÕES, VELHAS NAVEGAÇÕES

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Portugal é dos países com o maior número de casas antigas ao abandono na Europa. Muitas são autênticas mansões associadas a períodos marcantes da história económica, cultural e de enriquecimento do país.

Recuperá-las para quê? A não ser que estejam situadas em zonas periféricas às grandes cidades de Lisboa e Porto. Um abandono que tem tudo a ver com o abandono do mundo rural português. "O Rossio é Portugal o resto são paisagens", escreveu Eça. 

Só que por detrás das grandes metrópoles estãos as grandes regiões agrícolas, portos de pesca, áreas vinícolas e unidades fabris, que são os verdadeiros "mercados abastecedores" das populações que vivem em apartamentos nas cidades.

A população camponesa tem o seu auto-abastecimento, meios próprios que a terra produz, só não tem o devido reconhecimento por quem está nas rédeas do poder.

Como vimos no cartaz "Sem o Mundo Rural Não Há Portugal!. Acrescentamos que sem os arquipélagos dos Açores e da Madeira, Porugal não teria a maior zona exclusiva marítima da União Europeia. 

Velhas mansões, velhas navegações. Defeitos de sempre! 

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São quatro mil milhões de quilómetros quadrados de "território marítimo" pertencentes a Portugal, graças aos arquipélagos dos Açores e da Madeira. No entanto, é nestes dois arquipélagos onde Portugal menos investe, a começar pela falta de uma ligação marítima entre as  ilhas e o continente, a exemplo do que existe entre as ilhas canarianas e o continente espanhol.

Afundaram a marinha mercante, acabaram as ligações aos Açores e à Madeira. Os portugueses de lá... e os portugueses de cá! Residentes em São Bento, em Belém e na Assembleia (Nacional...) da República. Na época "Nacional" havia navios... na era da República (Demorática) nem vê-los. Vamos à vela!

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publicado por j.gouveia às 10:44

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Quarta-feira, 13 de Junho de 2018

PORTUGUESES IMORTAIS

Neste dia 13 de Junho, destacam-se dois portugueses de nome António, naturais de Lisboa, e que se imortalizaram com toda a justiça: Santo António, baptizado com o nome de Fernando de Bulhões (faleceu a 13.06.1231) e o poeta Fernando António Pessoa (nasceu a 13.06.1888). Duas personalidades que se distinguiram pelo labor intelectual, sabedoria e empenho nas causas que abraçaram.

António de Lisboa também é reclamado pelos italianos, porque morreu em Pádua e desenvolveu grande parte do seu trabalho missionário em Itália, ajudando São Francisco de Assis no papel de principal teólogo da Ordem Franciscana. Os seus Sermões, ainda hoje, são pérolas da reflexão cristã e merecem ser lidos com toda a atenção.

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A sua popularidade junto das populações crentes e outras ficou famosa, como provam as devoções, os milagres, as marchas, os muitos lugares com o seu nome, em particular em Lisboa, e versos improvisados: "Ó meu Santo António que tanta folia gerais/ Sardinhada e alegria até de madrugada/ em todos os quiosques e arraiais/ Este ano marchamos com banda desenhada".

Doutor da Igreja, foi canonizado menos de ano após a sua morte, em Maio de 1232, e considerado "representante de Portugal letrado do seu tempo" junto do fundador da Ordem dos Frandes Menores (Franciscanos). Mensageiro da Paz, andou a pregar em Marrocos, na Sicília e França. Tinha uma "língua de oiro", diziam os seus contemporâneos e a todos cativava com o seu fervor pela evangelização.

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Quanto a Fernando (António) Pessoa, nascido também em Lisboa, tornou-se imortal pela sua obra poética, embora vivendo pouco (morreu aos 47 anos de idade). Sobre o santo que lhe deu o nome escreveu Fernando Pessoa  um longo poema, do qual se recordam alguns excertos.


SANTO ANTÓNIO
Nasci exactamente no teu dia — / Treze de Junho, quente de alegria, / Citadino, bucólico e humano, /Onde até esses cravos de papel / Que têm uma bandeira em pé quebrado / Santo dia profano / Cuja luz sabe a mel / Sobre o chão de bom vinho derramado!

Santo António, és portanto / O meu santo, / Se bem que nunca me pegasses / Teu franciscano sentir, / Católico, apostólico e romano. (…)

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Ia eu dizendo, Santo António, / Que tu és o meu santo sem o ser. / Por isso o és a valer, / Que é essa a santidade boa, / A que fugiu deveras ao demónio. / És o santo das raparigas, / És o santo de Lisboa, / És o santo do povo./ Tens uma auréola de cantigas, / E então / Quanto ao teu coração — / Está sempre aberto lá o vinho novo.

Dizem que foste um pregador insigne,/
Um austero, mas de alma ardente e ansiosa, / Etcetera… / Mas qual de nós vai tomar isso à letra? / Que de hoje em diante quem o diz se digne / Deixar de dizer isso ou qualquer outra coisa. (…).

(Fernando Pessoa)

publicado por j.gouveia às 15:32

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DINOSSAUROS AO AR LIVRE

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Dezenas de dinossauros podem ser vistos nas matas da Laurinhã. Estão num parque de dez hectares, com cerca de três quilómetros de trilhos, é o maior museu de ciência ao ar livre em Portugal e dos maiores da Europa.

Ver aquelas gigantes e bestiais criaturas, fósseis com mais de três milhões de anos, leva-nos para um mundo inimaginável. Como foi possível ter existido “animais” com tais dimensões? Como era a vida de então? Compêndios dão-nos justificadas e amplas informações, mas a impressão fica em cada ser humano. Ou seja, ninguém fica indiferente.

Inaugurado em Fevereiro, a monumental exposição teve um investimento da ordem dos três milhões de euros, com comparticipação de fundos comunitários.

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No parque jurássico da Lourinhã “encontra-se um fantástico espólio de paleontologia, dos mais ricos em fósseis de dinossauros da Europa”. Dizem os compêndios que a Terra tem 4,6 mil milhões de anos e que dentro de 500 milhões de anos tudo poderá tomar outra configuração ou desaparecer. São projecções científicas que não cabem no nosso horizonte de vida.

NB: Para além do “Dino Parque” é de visitar também o Museu da Lourinhã. Impressionante!daa.jpgd 8.jpgd 5.jpg

publicado por j.gouveia às 10:19

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Terça-feira, 12 de Junho de 2018

E OS SINOS TOCAM...

Em Dezembro de 2017, o padre madeirense José Correia Gonçalves, de 69 anos, viu a sua residência paroquial, no Landal (Caldas da Rainha), ser destruída pelo fogo. Faltavam poucos minutos para a meia-noite quando tudo ardeu, as chamas puseram em cinzas todo o recheio. O padre escapou “por milagre”.

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Decorridos sete meses a casa paroquial ainda não foi recuperada, apesar das “promessas” da diocese, da Câmara Municipal e de outras entidades. Notícias recentes dizem que dentro de poucos meses a “nova casa” estará pronta. Tenha paciência, Senhor Padre.

Membro da ordem dehoniana, o padre José Gonçalves nasceu na freguesia da Ribeira Brava (Madeira). Começou por ser aluno do Colégio Missionário do Funchal, seguindo depois para o Instituto Missionário de Coimbra donde transitou para Aveiro, Alfragide e Porto.

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Pe. José Gonçalves (à esquerda), com D. Nuno Brás, bispo auxiliar de Lisboa.

Apesar da tragédia e de ficar apenas com a roupa que tinha no corpo, o Padre José Gonçalves não se deixou ficar à espera das promessas. Pôs-se em contactos, lançou apelos, e “graças às ajudas recebidas” a obra de recuperação do imóvel está em andamento. Não tão célere como a situação requeria.

O “recheio” e os outros pertences arderam. Não há nada a fazer. Mas a habitação, com a ajuda de “gente com fé”, está a ser recuperada. Os “senhores do poder” não consideraram prioritário a casa do padre das paróquias do Landal, de A-dos-Francos e de São Gregório. E os sinos tocam...

publicado por j.gouveia às 11:17

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Segunda-feira, 11 de Junho de 2018

MEMÓRIA DE GUIMARÃES ROSA

O escritor brasileiro Guimarães Rosa (1908-1967) nasceu no mês de Junho, há 110 anos, numa pequena cidade do interior de Minas Gerais. Filho de um comerciante da região, formou-se em Medicina na Universidade local, ao mesmo tempo que escrevia os primeiros contos para a revista "O Cruzeiro".

Apaixonado pelas letras, cedo deixou o ofício de médico e optou pela diplomacia, esteve na Europa e na América Latina. Escreveu muito e deixou grandes livros que o elegeram para a Academia Brasileira de Letras, em 1967.

O romance "Grandes Sertões: Veredas" é considerado a sua obra prima, uma narrativa épica, onde apresenta o mundo dos "jagunços e dos coronéis". Na sua vasta bibliografia destaca-se ainda o volume de contos "Sagarana", que "retrata a paisagem mineira, a vida das fazendas, dos vaqueiros e criadores de gado."

Na novela "Corpo de Baile", Guimarães Rosa continua a mesma temática tratada em "Sagarana", mas agora com "arrojadas experiências linguísticas".

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É um dos grandes escritores de língua portuguesa, a par de Jorge Amado (1912-1981), Graciliano Ramos (1892-1953), Érico Veríssimo (1905-1975), Mário de Andrade (1893-1945), Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), Clarice Lispector (1920-1977)… só para falar de alguns nomes de notáveis escritores nascidos no Brasil, nos últimos cem anos.

publicado por j.gouveia às 16:57

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