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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018

LIVROS PARA PRENDAS DE NATAL

"De Guadalupe a Fátima com Maria e seus dizeres. Ensaios, peregrinações e narrativas", é o título do novo livro do Pe. Doutor Aires Gameiro, OH (Ordem Hospitaleira São João de Deus), com prefácio do Reitor do Santuário de Fátima Pe. Carlos Cabecinhas.

Será apresentado no próximo dia 11 de dezembro, às 17 horas, no Auditório de Espiritualidade de Nossa Senhora da Conceição, 85, Funchal, (junto à capela do Bom Jesus), em sessão cultural presidida por D. Teodoro de Faria, Bispo Emérito do Funchal, e aberta ao público em geral. A apresentação está a cargo do cónego Doutor Vítor Gomes, pároco da Sé.

Na mesma data e local será também apresentado  o livro de poesia do mesmo autor, intitulado "Dizer o infinito em ais de brilho e espanto, 2018-1944", com declamação de  alguns poemas de Natal inseridos neste livro.

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Aires Gameiro

A obra escrita do Pe. Aires Gameiro é por demais conhecida, com várias dezenas de livros publicados, e abrange um vasto leque de temas, resultado do seu trabalho de psicólogo, docente e apostólico na universidade, e em  seis dezenas de países do mundo, como conferencista convidado, pedagogo  em inúmeras comunidades e culturas, e das quais tudo anotava ou tirava apontamentos.

Falar e conviver com o P. Aires Gameiro é uma oportunidade única para uma aprendizagem existencial, uma lição prática para o dia-a-dia. Dá gosto ler os seus escritos em revistas, jornais ou livros, tem por base uma experiência diversificada de vida, um saber feito, e uma alta competência no tratamento de questões essenciais, que ajudam a compreender melhor a vocação de cada um, a caminhar na vida em variadíssimos contextos.

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Os seus livros reflectem bem uma personalidade simples, acessível, afável, comunicadora, dotada de um saber imenso, multi-cultural, e de uma privilegiada inteligência. Com ele, e com as suas obras escritas, aprendemos o ideal da modéstia, da persistência, do despojamento.

Apesar dos seus oitenta e nove anos de idade (feitos no passado mês de Agosto), o Pe. Aires Gameiro continua a escrever muito, a trabalhar, a dedicar grande atenção aos outros, numa partilha de experiências e de conhecimentos inerentes aos problemas cruciais de cunho politico-religiosos actuais.

Neste momento, se lhe perguntarmos o que está a fazer, o que tem entre mãos, a resposta já se adivinha… “Estou a preparar um novo livro”... E a prova de tudo isto está nos novos livros (em prosa e em poesia) que apresentará no dia 11 de Dezembro, no Funchal.

A receita das vendas, já anunciou, "serão a favor dos projectos da "Associação EntreLaços dos Familiares e Doentes da Casa de Saúde São João de Deus".

publicado por j.gouveia às 13:18

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Terça-feira, 20 de Novembro de 2018

MEMÓRIA DE LEON TOLSTÓI

Leon Tolstói, escritor russo, autor de "Anna Karenina" e "Guerra e Paz", morreu há 108 anos, no dia 20 de Novembro de 1910, aos 82 anos de idade. Criador de uma obra literária monumental que ainda hoje é admirada, Tolstoi era de "origem ilustre da mais alta aristocracia russa". Muito cedo ficou órfão de pai e mãe, e foi educado por diversos preceptores.

Estudou Ciências Jurídicas e Línguas Orientais na Universidade, mas foi no mundo concreto, em ambientes de guerra e conflitos do seu tempo, participando como soldado ou observando com minuciosa atenção o que se passava à sua volta, que edificou a sua vida, até se tornar pacifista e defensor acérrimo dos direitos humanos.

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Leon Tolstói procurou retratar nos seus livros as "misérias humanas" e tinha como ideal amar o "homem comum" então cercado pela aparência e a falta de verdade, como acontece nos dias actuais.

"Aquilo que foi e que será, e até mesmo aquilo que é, não somos capazes de saber, mas quanto àquilo que devemos fazer, não apenas somos capazes de saber, como também o sabemos sempre, e somente isso nos é necessário." Leon Tolstói

publicado por j.gouveia às 10:15

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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2018

VELHAS CUBAS, MELHOR QUALIDADE

cuba 3.jpgcubas velha-nova.jpgcuba 1.jpg

Portugal é um país vinícola e tem no seu território continental e regiões autónomas referências seculares como em nenhum outro país. Quem quiser conhecer a história do vinho em Portugal tem muito por onde escolher, entre livros, diários, revistas e até filmes. Tal como noutras áreas, a tecnologia também tem vindo a beneficiar o fabrico do vinho, desde a fermentação à decantação.

As novas cubas em nada se comparam com as velhas cubas. São nítidas as diferênças do cimento para o inox, sem ter influência na qualidade do produto. Ver as velhas (antigas) cubas leva-nos à evolução que os tempos registam. Velhas cubas que parecem corresponder à máxima "quanto mais velho melhor", sempre que se fala da melhor qualidade dos Vinhos da Madeira e do Porto.

Nas fotos (acima) as velhas cubas, com aspecto externo um tanto estranho (tipo bunker), já fermentaram milhões de litros de vinho e continuam no activo. Portugal regista, por ano, um volume financeiro em exportações, na ordem dos 780 milhões de euros- Receitas muito acima da média nacional noutros sectores. 

publicado por j.gouveia às 11:56

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Domingo, 18 de Novembro de 2018

MUSEUS E ARQUIVOS "MORTOS E VIVOS"

Os museus e os arquivos são vistos como sítios onde estão guardados tesouros do passado. Coisas que já lá vão. E para quê ir ao passado quando temos tanta coisa para ver no presente? Não há tempo, estamos num tempo de andamento rápido, inovação, renovação, novidade com pouca duração porque logo surge outro evento mais evoluído.

Os museus e arquivos guardam a “nossa história”, acontecimentos passados, factos que não devemos ignorar. Somos produtos do antes. Mas os museus e os arquivos também não devem instalar-se num espaço como se fossem figuras mortas, silêncios interrogatórios ante imagens que parecem-nos obrigar a “ver e não tocar”. Poderá haver museus e arquivos “mortos” e “vivos”, mas ao entrarmos num destes lugares o que mais nos diz são os “mortos” e não os “vivos”.

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Porquê não falar e não rir nos museus e arquivos (com exceções)? Entramos e logo ficamos com aquele semblante como quem entra numa igreja ou de visita a um cemitério. Silêncio quando não mesmo mutismo gelado. Os museus e os arquivos são para nós “locais de informação” e… é por isso que queríamos vê-los mais vivos e menos mortos! Mais interativos com quem os visita.mumu.JPG

publicado por j.gouveia às 14:10

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Sábado, 17 de Novembro de 2018

IMAGENS DE INVERNO

genval2.JPGgenval59.JPGgenval3.JPGFrio, chuva e neve são "imagens" características da estação Inverno. Porém, nem tudo é escuro, nuvens cinzentas, ventos fortes ou mar encapelado. O Inverno também revela-nos imagens únicas e até coloridas, pingos de água nas pontas dos ramos das árvores, patos em viagem e pelugens esbranquiçadas... será neve!? Inverno que tem no Natal e na passagem do ano velho para o ano novo os seus símbolos maiores.

publicado por j.gouveia às 12:38

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Sexta-feira, 16 de Novembro de 2018

A FALTA DE LEITURA LEVA AO ESQUECIMENTO

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"Não ler é uma forma de esquecer", afirmou um dia José Saramago (1922-2010), Nobel de Literatura em 1998 e que faria hoje (16 de Novembro) 96 anos de idade. O escritor reconhecia, numa entrevista de 1993, que só viveria para sempre através da sua obra e dos seus leitores. A sua importância e eternidade dependiam disso. "Se eu não leio os Lusíadas, para que é que serve Camões", dizia.

Saramago é dos portugueses actualmente mais conhecidos em todo o mundo (o outro é Cristiano Ronaldo), e os livros que publicou até aos últimos dias de vida constituem uma "obra incontornável na literatura portuguesa e universal, com títulos que vão de Memorial do Convento a Caim, passando por O Ano da Morte de Ricardo Reis, O Evangelho segundo Jesus Cristo, Ensaio sobre a Cegueira, Todos os Nomes ou A Viagem do Elefante, obras traduzidas em todo o mundo."

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Para assinalar este aniversário natalício de José Saramago e também o 83.º aniversário da morte de Fernando Pessoa (30 de Novembro de 1935), decorre, a partir de hoje, na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, a iniciativa intitulada "Dias de Desassossego". Pormenores do programa em /www.josesaramago.org/

publicado por j.gouveia às 17:40

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PALÁCIO-PRISÃO A MUSEU DE FOTOGRAFIA

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Estas são as grades da cela onde esteve preso Camilo Castelo Branco, durante mais de um ano (1860/61). Foi nesta Cadeia da Relação do Porto, situada no campo dos Mártires da Pátria, que o escritor cumpriu a pena por eventual adultério, enquanto a sua companheira, Ana Plácido, cumpria prisão noutra cela do mesmo estabelecimento prisional.

Um edifício palaciano oitocentista transformado em prisão e que, desde 1997, o Ministério da Educação ali instalou o Centro (museu) Português de Fotografia. Camilo Castelo Branco (1825-1890) cumpriu uma pena que, mais tarde, o tribunal viria a considerar, tal como a sua companheira, de inocentes.

O Centro Português de Fotografia merece uma visita pelo espólio secular que possui, desde as mais antigas máquinas e ferramentas da história da fotografia à evolução registada ao longo dos anos.camilo chapa.jpg

publicado por j.gouveia às 12:09

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Quinta-feira, 15 de Novembro de 2018

A COR DO PODER

"A Cor do Poder" é o tema da conferência que a historiadora Maria de Fátima Bonifácio profere esta quinta-feira (15 de Novembro), no Centro Cultural de Belém (Centro de Congressos e Reuniões | Piso 1), entre as 18:00 e as 19:30, integrada no ciclo Pensamento e Literatura.

"O Poder não tem cor. Como aliás não tem cheiro, nem forma concreta definida e visível. E, no entanto, palpa-se, agarra-se, conquista-se e exerce-se.

A mira do Poder inebria, por vezes enlouquece: alheados da Pátria, do País, da Monarquia, o 1.º Duque de Saldanha João Carlos de Saldanha e Daun, e António Bernardo da Costa Cabral, conde de Tomar, engalfinharam-se, com motivações diferentes, num corpo a corpo sem regras nem tréguas para se assenhorearem dessa maviosa sereia. A peleja de vida ou de morte teve lugar entre 1849 e 1851."

mb.jpgFátima Bonifácio nasceu em Lisboa, em 1948. Estudou no Colégio Alemão de Lisboa e Porto. Durante três anos frequentou a Universidade de Genebra.

Em 1978, licenciou-se em História na Faculdade de Letras de Lisboa e em 1990 doutorou-se na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde também fez a agregação em 1998 e onde leccionou no Departamento de História de 1980 a 2006.

Em simultâneo com a carreira docente, fez a carreira de investigação no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, onde é actualmente investigadora-coordenadora.

É autora de obras de referência sobre personalidades e factos notáveis da História de Portugal, como: Memórias do Duque de Palmela, António Barreto, História e Ideologia, entre outros.

publicado por j.gouveia às 11:05

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TOMÁS HALÍK EM PORTUGAL

O teólogo, filósofo e ensaísta Tomáš Halík vai proferir uma conferência, dia 21 deste mês, no auditório do Colégio São João de Brito (Lisboa) sobre «Fazer que o mundo volte a pensar – Razão, esperança e fé numa era de populismo».
Na iniciativa que decorre às 18h30 naquela instituição da Companhia de Jesus (Jesuítas) será lançado também o novo livro do autor - «Diante de Ti, os meus caminhos».
Tomáš Halík é padre católico, nasceu em Praga, no ano de 1948. Licenciou-se em Ciências Sociais e Humanas, em 1972, na Universidade Charles, Praga. Pouco depois, de forma clandestina, iniciou a sua formação em Teologia, que veio a concluir em Roma, após a queda do muro de Berlim, em 1989.
Foi perseguido durante a ocupação comunista, como "inimigo do regime". Trabalhou como psicoterapeuta numa unidade de acompanhamento a toxicodependentes. Em 1978, sempre na clandestinidade, foi ordenado sacerdote e tornou-se um dos assessores mais próximos do cardeal Tomášek, figura emblemática da chamada "Igreja do Silêncio".t.jpg

Com o fim do Comunismo, foi nomeado conselheiro do presidente Václav Havel e, posteriormente, Secretário-Geral da Conferência Episcopal Checa.
Atualmente, ensina Sociologia e Filosofia da Religião na Universidade Charles, em Praga. Tem também exercido a docência, como professor convidado, em universidades tão prestigiadas como Oxford, Cambridge e Harvard. É membro da Academia Europeia da Ciência e da Arte e foi consultor do Conselho Pontifício para o Diálogo com os Não-Crentes. Os seus livros estão traduzidos em numerosas línguas. Foi distinguido com prémios nacionais e internacionais de literatura, e de diálogo intercultural e inter-religioso. Tem publicados vários livros em português: A Noite do Confessor, Paciência com Deus, O Abandono de Deus, entre outros títulos.

publicado por j.gouveia às 10:48

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2018

A MAIS VELHA PROFISSÃO DO MUNDO

O desemprego...

No seu "trabalho" incessante para sobreviver, o ser humano sempre teve de "lutar" e nunca saboreou o "descanso" eterno dos deuses. A um tempo provou o êxito e o fracasso; noutra altura experimentou a "indignação", foi vítima de injustiças, perseguido por causa do "vício" da "preguiça" ou "ociosidade".

O "trabalho" sempre foi a "palavra de ordem" a cumprir, custe o que custar, enquanto que o "descanso" ou "repouso" deveria ser mais comedido, quase dispensável... Mas, razão tinha Camões ao colocar na boca do "mordomo", uma das personagens da peça de teatro Auto de El-Rei Seleuco:
"Senhor, o descanso dizem lá que se há-de ter
enquanto o homem puder, porque os trabalhos, sem os chamarem, de seu se vêm
por seu pé, que seu nome é".

A par do "trabalho", existe o "desemprego"..., considerado "a mais velha profissão do mundo" e um "mal absoluto das sociedades contemporâneas".mão.JPGParece contraditório, mas quando se defende o "trabalho" como a prática mais indicada para a realização pessoal do ser humano, o contributo mais importante para a "integração social", eis que o "desemprego" surge, surgiu desde sempre, como um terrível adversário, associado às "crises", à "pobreza dos povos", e que consome as inteligências e todos os esforços possíveis...

O "desemprego"... "Mas, como foi então que este fenómeno antigo surgiu, atravessando os séculos, com peso na vida política, económica e social do mundo actual e ocidental"? Esta questão dá que pensar e pode ser melhor entendida através do livro "Uma História do Desemprego - da Antiguidade aos nossos dias", de Yves Zoberman.

Qual a razão deste dilema entre "trabalho" e "desemprego"... ? Como alguém escreveu também a este respeito, o ser humano dificilmente se libertará deste fardo que é "viver a trabalhar ou morrer a lutar"... Enfim, são as condições humanas da "sobrevivência".

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Todos por um posto de trabalho. Por estes dias, milhares de cidadãos das Honduras, Guatemala, El Salvador, Venezuela e de outros países da América Central estão em caminhada para os EUA onde esperam encontrar emprego. É o drama do desemprego a ditar situações drásticas e sem fim à vista. O México e os EUA já disseram que não recebem imigrantes à procura de emprego. Anteve-se um desfecho muito complexo.

publicado por j.gouveia às 10:56

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Terça-feira, 13 de Novembro de 2018

LÍNGUA ESTRANGEIRA... NO INFINITO DO VERBO

Aprendi que é possível viver no estrangeiro sem saber falar o idioma do país onde estamos. Aprendi que podemos dialogar em qualquer língua sem profundos conhecimentos socioculturais. Aprendi que o humano tem uma capacidade ilimitada para aprender durante toda a vida! Aprendi que estamos sempre no infinito do verbo.

Fala a experiência inolvidável: Escola oficial, em Bruxelas, só com alunos estrangeiros e professores belgas. A turma tinha 26 alunos de ambos os sexos oriundos de 17 nacionalidades (japoneses, ingleses, congoleses, tailandeses, americanos, alemães, italianos, egípcios, turcos, espanhóis, cazaquistaneses, russos, noruegueses e outros cuja origem já não me recordo). Eu era o único português. Uma panóplia de nacionalidades que nos desafiava a comunicar em francês mas também na “nossa língua”.

bru.jpgNos testes todos estavam entregues a si próprios. O silêncio no anfiteatro era desafiante à capacidade do estudo feito. Ninguém podia sair sem responder, por escrito, a todas as questões. As provas orais davam notas e sons figurativamente orquestrais. Um japonês a falar francês é como ver as palavras a fugir da partitura. O russo ouve-se ao baixo e o turco nos agudos. Tudo muito a sério.

A melhor nota é que no final do “curso” todos se entendiam em todas as línguas, com a língua francesa em destaque. Foi a turma mais empenhada e estudiosa que conheci em toda a minha vida académica, desde a primária à universidade. Aprendi que o humano nasce com dotes para todos os desafios, basta querer! Aprofundar o estudo de língua estrangeira no estrangeiro é culturalmente um precioso desafio.

publicado por j.gouveia às 16:09

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MUSEU DO ALJUBE, VISITA ORIENTADA

alub.jpgNeste sábado, 17 de novembro, pelas 15 horas, prosseguem as visitas ao Museu do Aljube. Para além da Exposição Permanente, o roteiro abrange ainda a visita à Exposição Temporária  “Tarrafal Nunca Mais”!

publicado por j.gouveia às 14:51

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Segunda-feira, 12 de Novembro de 2018

DIA MUNDIAL OU UM WEB SUMMIT DE POBRES E RICOS

O Martinho que deu metade da capa ao pobre, o Web summit e o Dia mundial dos pobres (11.11.2018), torna-se um thinkingtank. O dia dos pobres é impessoal e massificante para os pobres. Pobres até no nome. Os pobres são pobres também por quase ninguém os tratar pelo nome. Quando morre um pobre poucos sabem quem era. É curioso! O muito pobre do Evangelho tinha o nome de Lázaro e o rico era um anónimo.

Ao contrário, no dia de falarem dos mais ricos do mundo aparece logo uma lista dos seus nomes sonantes e da posição na ordem de riqueza, de bancos, dinheiro e mundos e fundos que têm (ou pensam ter). Apesar de um dia dos ricos poder ofender os pobres, seria favorável a juntar os dois lados num único dia: Dia Mundial dos ricos e dos pobres. Dos muito, muito ricos e dos muito, muito pobres. Seria um Summit de ricos e pobres.

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De toda a maneira as relações entre ricos e pobres é a chave de quase tudo o que se vai passando, desde Trump, Putin, Bolsonaro, Maduro, refugiados a morrer aos milhares no Mediterrâneo, relações entre Arábia Saudita e Iemen, etc., à vontade de cada um.

Esse dia seria um desafio para comparar os muito ricos com os muito pobres. Seria preciso que algum governo facilitasse os meios para o encontro. Utopia! Governo, não, os próprios ricos. Ainda mais difícil! Os pobres, esses não podem, de certeza.

Um site convida a conhecer as 10 pessoas mais ricas do mundo; imagine! mais de 100 milhões de muito pobres para cada rico. Se os mais ricos forem 20 (e só duas são mulheres), como diz outro site, daria 50 milhões de pobres a cada ricaço; mas parece que, segundo outro site, atualizado, serão 50 os muito, muito ricos. E ainda por cima outro avança que apenas 15 pessoas, com nome e foto, controlam grande parte do dinheiro do mundo.

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É curioso! Ao falar dos pobres, as notícias de vários sites já nem falam do número de pessoas pobres mas de países mais pobres e até dizem que há 9 dos mais pobres e que alguns têm percentagens de 8% da população.

Vigora uma comparação de indiferença, desprezo, abandono dos pobres quando, cientificamente, se afirma que menos de uma centena de super-ricos se apropriou de 82% da riqueza em 2017 no mundo; e metade da população mais pobre terá ficado sem nada.

Mais negro é o facto de que crianças muito, muito pobres serem 400 milhões; e 1,4 milhões delas estarão em risco de morrer de fome na África. Alguns ricos, muito ricos, tendem a reagir. Se fossem a preocupar-se com os pobres, “à sua porta” e dar migalhas a todos, deixavam de ser ricos e outros lhes passavam à frente.

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Será que a psiquiatria já decidiu se a ganância dos muito ricos afetados deste craving, ânsia, será adição e dependência patológica, vício ou esperteza? O muito, muito rico da parábola do Evangelho tinha só um pobre, muito pobre, à sua porta, e fez como os muito ricos de hoje com muitos pobres. Mas os pobres muito pobres não precisam só das migalhas. Precisam de um  Poors Summit  cada ano.

Dos que reduzam o número e não apenas façam os ricos mais ricos. Como os grandes políticos, os poderosos e os riquíssimos deste mundo, como partes interessadas, não querem mudar a ordem de partilhar os bens comuns do planeta, mesmo sabendo, cientificamente, que não levam nada dele, os muitos pobres irão continuar mais ou menos na mesma apesar das grandes cimeiras políticas de gente muito rica e muito poderosa. E nem sequer são deixados emigrar para deixar de ser tão pobres.

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Será progresso, esta concentração de meios em cada vez menos pessoas? Os robots poderão ser melhores, mesmo sem coração? Os ricos fazem coisas boas; só lhes falta fazer o bem aos miseráveis à sua porta. Mas nada disso impede que ricos e pobres estejam sempre a negociar. Uns para serem mais ricos e outros, mais pobres e sofredores.

Estes, em silêncio doloroso, dirão: somos os critérios e juízes da vossa grandeza e da vossa desumanidade. Com grande poder invisível, quase só gritam continuamente: os reis vão nus de grandezas e de humanidade e não querem ver.

Mesmo sem summits organizados o summit de pobres e ricos e o “startup” funciona em permanência nos foros da humanidade, principalmente com algumas religiões; com dois tipos de lucros: dinheiro e bondade de coração humano. Martinho, ainda pagão, deu metade da sua capa… 

> Aires Gameiro, Funchal, 11 de Novembro 2018

publicado por j.gouveia às 10:09

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Domingo, 11 de Novembro de 2018

MARCAS DA CENSURA EM PORTUGAL

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Marcas da Censura ou Exame Prévio. A par da PIDE/DGS, a Censura foi carrasca para a liberdade de expressão dos portugueses durante quase meio século (1926-1974). Um tempo longo de escuridão que muito martirizou e em muito abalou a evolução intelectual e cultural dos portugueses. Não queremos com isto estar a dar razão a quem enfrentou o regime fascista nem quem entendeu pôr em causa valores por outros respeitados.

O livro "Fátima", de Tomaz da Fonseca, é um desancar sobre um facto que, em si mesmo, é limitador da nossa observação interpretativa. O jornalista escreveu cartas ao cardeal Cerejeira criticando o fenómeno (...) Fátima. Respeite-se mas não se considere como tendo a verdade do seu lado. O livro foi censurado, proibido, o mais fica sob à interpretação de cada cidadão, com fé ou sem fé.

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A liberdade só é liberdade quando todos são livres de expressar as suas crenças bem como saber aceitar a descrença dos outros. Ter fé não é simplesmente acreditar. É algo invisível, como o ar, o vento, o frio, o calor e outras mais partilhas que vivem em nós e não as vemos, mas sabemos (...) que existem. Do mesmo modo, podemos e devemos questionar tudo mas não ter a aberração de tudo contestar só porque não acreditamos.

A nossa carreira de jornalista começou em 1972, no Diário de Notícias da Madeira, em pleno Exame Prévio e sabíamos bem o significado das palavras, os subtítulos e títulos, as margens e a aplicação dos adjectivos. O texto (notícia) estava sempre sujeito a várias leituras e o lápis da censura era implacável. A notícia tinha de ser "notícia pela notícia", nem mais, nem menos. Questões como a de Fátima só passavam ao lápis da censura se fundamentadas, com rigor.

Temos o livro "Fátima", como outros livros sobre a mesma temática, como um tesouro, quer pelas múltiplas narrativas, quer pela proibição da Censura. Um encontro-desencontro com os pólos contrários que deviam ser respeitados à luz da liberdade de expressão e não foram.

Outros tempos. Mas, não se pense que os limites à liberdade de imprensa já não existem. Liberdade plena só a que há em nós e para nós...

publicado por j.gouveia às 14:53

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Sábado, 10 de Novembro de 2018

NATAL COMEÇA EM LISBOA

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As primeiras "Luzes de Natal" são inauguradas, hoje, na rua do Carmo, em Lisboa. Frente aos famosos armazéns do Chiado, pelas 18 horas, terá lugar um concerto natalício a dar as boas-vindas à quadra festiva que ora começa.

LIsboa terá, este ano, cerca de quarenta artérias com iluminações de Natal, mais de dois milhões de lâmpadas e árvores de Natal gigantes. Os sons natalícios já se ouvem na capital portuguesa. O Natal português começa em Lisboa com grande afluência de turistas e muito movimento no comércio.

Músicas > https://www.youtube.com/watch?v=1iE5wZCl5sw

publicado por j.gouveia às 12:08

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HIPÉRBOLES

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O futebol português é financeiramente pobre 

Os exageros acabam por desvalorizar o que a realidade revela. O futebol português é financeiramente pobre, os chamados clubes grandes (Benfica, Sporting e Porto) vivem na falência técnica, as despesas são superiores às receitas e, ao certo, não se sabe quanto vale o futebol nacional. Sabemos que movimenta milhões num negócio que levanta muitas dúvidas e que a compra e venda de jogadores tem contornos nem sempre transparentes.

Quando o Sindicato dos Jogadores promove o futebol à qualidade de "Ouro de Portugal" não só está a hiperbolizar como a ignorar a pobreza reinante e a criar ilusões na opinião publica, nomeadamente junto dos jovens.

São muitos os clubes portugueses que não pagam a tempo e horas os vencimentos aos seus profissionais, clubes que vivem acima das suas capacidades financeiras e o sindicato sabe quantos processos correm nos tribunais por incumprimento dos clubes. 

Em vez de promover o futebol a "Ouro de Portugal", o sindicato devia transmitir para a opinião pública a realidade. O Futebol em Portugal é financeiramente pobre. Nivelar por cima (como se todos os jogadores fossem Cristianos Ronaldos) é estar a dar uma imagem irrealista.

Não é por acaso que os melhores jogadores a jogar em Portugal lutam por uma transferência para clubes estrangeiros onde os salários são mais altos... e não só! 

publicado por j.gouveia às 11:12

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Sexta-feira, 9 de Novembro de 2018

SÍMBOLOS AMARGOS DA HISTÓRIA EUROPEIA

liberdade não é um direito, é um dever

O século XX, no parecer de consagrados investigadores, foi dos mais dramáticos de toda a História: duas guerras mundiais e diversos conflitos que criaram e destruíram nações à mercê de interesses imperiais...; projectos, alianças e conveniências, de acordo com as novas potências.

Ainda houve a chamada "Guerra Fria" e a ascensão de ideologias cada vez mais demagógicas e populistas, em nome da "liberdade" finalmente conquistada, através de "revoluções", como a que aconteceu em Portugal (25 de Abril de 1974); mas, como dizia o filósofo russo Berdiaeff, "a liberdade não é um direito, é um dever".

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Em relação aos dramas do século XX, e neste dia 9 de Novembro, recordam-se dois acontecimentos marcantes: o "programa" sinistro do "nazismo" para eliminar/expulsar os judeus da Alemanha, que nesta data, em 1938, executou o plano para a "solução final" que ficou conhecido como “A Noite dos Cristais”.

Em concreto, na noite de 9 para 10 de Novembro, na Alemanha, Áustria e arredores, foram queimados e vandalizados centenas de edifícios - casas, escolas, cemitérios, bibliotecas, lojas, e mortos milhares de judeus... Foi o primeiro sinal do "conflito sem quartel" que se alargaria a outras "raças" e nações, acabando por dar origem à II Grande Guerra (1939-1945).

A partir daqui, o mundo já não seria o mesmo... Após o conflito mundial, as potências vencedoras dividiram entre si os despojos territoriais: parte oriental da Europa para o domínio da União Soviética; parte ocidental sob a influência dos "Aliados".

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A solução encontrada para neutralizar a Alemanha, no entanto, não foi tão pacífica como se desejaria porque o chamado "centro de Berlim" continuou a ser disputado, a ponto de ser "necessário" construir um "Muro" com cerca de "156 km de extensão e cerca de trezentas torres militares para observação do movimento nos arredores. Fora isso, era protegido por cães policiais e cercas electrificadas."

A inauguração do "Muro de Berlim" deu-se em 1961 e quase trinta anos de depois, a 9 de Novembro de 1989, é que foi demolido por acordo entre as grandes potências estratégicas da política mundial (EUA e antiga União Soviética, um regime que também teria os dias contados devido ao governo de M. Gorbachov).

Durante décadas, de acordo com os historiadores, o número estimado de pessoas que morreram tentando passar a fronteira ou saltar o "Muro de Berlim", que então separava a RDA ou Alemanha de Leste da Alemanha Federal ou Ocidental, foi de 80, além de todos os dramas possíveis e imaginários, que dividiram famílias, amigos e o resto do mundo.

publicado por j.gouveia às 14:31

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DIA MUNDIAL DOS POBRES

pobres.jpgO Papa Francisco, instituiu, em 2017, o "Dia Mundial dos Pobres" - 18 de novembro - inspirado pelo Ano Santo da Misericórdia, que decorreu entre 2015 e 2016. “Não podemos esquecer-nos dos pobres: trata-se dum convite actual e que se impõe pela sua evidência evangélica”, sublinha o Papa Francisco.

publicado por j.gouveia às 12:19

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DIA DE TODOS OS DIAS

Quando se pensa que já nada há por descobrir vem a Web Summit, que ontem terminou em Lisboa, contrapor com fundamentada expressividade. As novas tecnologias (internet, blogs e muitas aplicações comunicacionais) estão a mudar o nosso estar no mundo com tal “velocidade” que não damos conta de tudo o que está a acontecer.

Um aparente simples detalhe: Alibaba, motor de busca universal, é a principal empresa de comércio eletrónico da China. Em 2009, colocou nas suas plataformas o “Dia do Solteiro”, comemorado na China a 11 de novembro, em contraposição ao “Dia dos Namorados”, a 14 de fevereiro.

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A iniciativa ganhou tais proporções que, no ano passado (2017), alcançou um volume de negócios acima dos 30 mil milhões de euros. Os solteiros e as solteiras compram, neste dia (11 de novembro), presentes para si próprios. Com uma população mundial da ordem dos 8 mil milhões, o impacto superou as previsões e, ricos e pobres, não deixam passar a data em branco. É o "Dia de Todos os Dias", dizem os chineses.

publicado por j.gouveia às 11:52

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Quinta-feira, 8 de Novembro de 2018

"DIZ NÃO", NOVO LIVRO DE ALBERTO JOÃO JARDIM

ajj.JPG

Alberto João Jardim, ex-presidente do Governo Regional da Madeira, apresenta, amanhã, 9 de novembro, o seu primeiro romance com o título "Diz Não". Depois de ter lançado, no ano passado, o livro "Relatório de Combate", com 845 páginas, em que relata os 37 anos à frente dos destinos da Madeira, surge agora na escrita romanceada.

O livro narra a história de um grupo de jovens madeirenses com as suas origens, percursos e destinos variados. Através deles faz um retrato da sociedade madeirense, e por arrasto da portuguesa, na década de 1970, durante a transição do Estado Novo para a democracia e décadas seguintes.

publicado por j.gouveia às 10:28

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