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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2019

MEMÓRIA DE ADOLFO SIMÕES MULLER

Poeta, escritor de referência para a infância e a juventude, Adolfo Simões Muller nasceu há 110 anos (1909) e morreu há dez: Natural de Lisboa, frequentou a Universidade, foi funcionário público de vários organismos, em particular assistente de programas da então Emissora Nacional, onde desenvolveu actividades de cariz cultural. Estreou-se nas letras ainda jovem, escreveu em diversos jornais e dirigiu outros, como O Papagaio, Diabrete, Cavaleiro Andante, João Ratão, Nau Catrineta, Zorro... a.jpg

Autor de mais de uma  centena de programa infantis para a Rádio e peças de teatro representadas no Teatro Monumental. Dirigiu ainda a colecção de biografias "Gente Grande para Gente Pequena" e foi distinguido por três vezes com o Prémio Nacional de Literatura Infantil, entre outros. Colaborou também na tradução de autores da literatura clássica universal e deixou uma vasta obra, ainda hoje digna de ser lida, e que as ditas "novas tecnologias" tentam afastar dos leitores mais jovens.

Mas, como o saber exige trabalho e procura constante, a literatura jamais morrerá, por muitos adversários à sua volta, principalmente os grandes espaços da Comunicação social, em horário nobre, dedicados às novelas, aos comentadores desportivos, aos debates entre os políticos partidários, e pouco ou quase nenhum diálogo com escritores e artistas.

publicado por j.gouveia às 12:02

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A CULTURA... E A TERRA

Leiria cultura.JPGTudo começa na terra e na terra acaba! Princípio e fim cultural. Um slogan feliz da Caixa Agrícola: A maior rede de balcões em Portugal.

publicado por j.gouveia às 11:48

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Terça-feira, 15 de Janeiro de 2019

CENTENÁRIO DE ANTÓNIO FREIRE

António Freire é um grande nome das línguas Clássicas, das Humanidades, que urge reabilitar no nosso tempo. Quando tudo parece fácil e à mão de semear, encontrar personalidades e exemplos de enorme craveira é um verdadeiro oásis no deserto das superficialidades do nosso tempo.f.jpg

António Freire (1919-1997), foi um sacerdote jesuíta português que pontificou entre os maiores especialistas em Grego e em Latim, como Línguas vivas. Escritor e professor universitário, estudou em Portugal, Espanha e Inglaterra, ensinou em várias partes do mundo, orientou inúmeros congressos internacionais e foi membro de prestigiadas instituições. É autor de vasta bibliografia na especialidade.

Esteve alguns vezes no Funchal, na década de oitenta, a ensinar na delegação da Universidade Católica. O seu trato pessoal era inconfundível, sempre com boa disposição, humor e alegria. Também colaborou em programas culturais da RTP.

publicado por j.gouveia às 18:05

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IMAGENS REFLECTIDAS, REFLECTED IMAGES

Luzes água.JPGágua espelho.JPG

As imagens foram obtidas no momento em que a luz reflectida na água não identifica mas dá-nos uma perspectiva de movimento... nos canais de Aveiro, Veneza, Amesterdão, ou mesmo nos rios, albufeiras, lagos ou nas plataformas criadas e naturais. (In "photography ram´po).

> The images were obtained at a time when the light reflected in the water does not identify but gives us a perspective of movement ... in the channels of Aveiro, Venice, Amsterdam, or even in the rivers, reservoirs, lakes or on the created and natural platforms.

publicado por j.gouveia às 09:17

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2019

IDEIAS PARA ENFRENTAR O NOSSO TEMPO

"Noite das Ideias" para "Enfrentar o nosso tempo", assim se apresenta a iniciativa internacional que irá decorrer a 31 de Janeiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com vários debates e espectáculos.
Está prevista a presença de mais de duas dezenas de conferencistas portugueses e estrangeiros, ligados a variadas áreas, como a física, as artes plásticas, a música, a bioética, a dança, a filosofia, o clima, a sociologia, a política, o teatro e as neurociências.

Daniel Borrillo, Dominique Wolton, António Costa e Silva, Manuel Collares Pereira, André Barata, Miguel Poiares Maduro, André Teodosio, Pascale Braconnot, António Murta, Mélanie Marcel, Paula Duque, Sofia Areal, Ana Pessoa e Romeu Runa são alguns dos participantes.

O neuropsiquiatra francês Boris Cyrulnik fará a conferência de abertura, no grande auditório da Fundação Calouste Gulbenkian. Nascido em 1937, em Bordéus, Boris Cyrulnik é professor universitário, psiquiatra, psicanalista, investigador em neurologia e estudioso na área do comportamento humano, tendo vulgarizado o conceito de resiliência.

penA.png

O evento, de entrada livre, decorrerá entre as 19 horas e a meia-noite nas instalações da Gulbenkian, no espaço de quatro auditórios. À volta do tema, os intelectuais, cientistas e artistas presentes irão debater os principais problemas da atualidade.

publicado por j.gouveia às 09:52

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Domingo, 13 de Janeiro de 2019

POLÍTICA, NAO HÁ VOLTA A DAR!

A democracia continua a ser utilizada como bastão da liberdade, igualdade, solidariedade e poder do povo. Tudo é muito relativo. São muitos os significados dados à democracia e todos eles dão mais aos povos que as ditaduras ou outros regimes. À primeira vista não será propriamente uma falsa bengala ao dispor do povo mas também não é uma benesse ao alcance de todos os povos. São muitas as conivências e convivências. 

Estudiosos e investigadores de regimes e ideologias políticas chegam à conclusão que politicamente o povo-eleitor é uma massa amorfa, uma multidão que vota pela emoção e não pela razão. Uma clara alusão à ausência de cultura política.

Mais de metade dos eleitores portugueses não vota. O Papa Francisco incentiva os Cristãos a “Envolver-se na política, é uma obrigação para o cristão. Nós cristãos não podemos nos fazer de Pilatos e lavar as mãos, não podemos".

e.jpgA conclusão a que se chega é que sem consciência política não há volta a dar!

publicado por j.gouveia às 09:49

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Sábado, 12 de Janeiro de 2019

POLÍTICA, FALÊNCIAS DO ESTADO

Ouvimos, ontem, uma iluminada individualidade propor: “o que o Estado gasta com as remunerações do pessoal dava para garantir as verbas que faltam para salvar o SNS” (Serviço Nacional de Saúde). Ou seja, o Estado deixava de pagar ao pessoal (médicos, enfermeiros, etc. etc.) e assim salvava o SNS. Ou então, despedia o pessoal e os substituía por robôs.

São inteligências deste jaez que estão nos pelouros da nossa gestão social, comunicação e política. E o país esta preso nestas teias podres. Não é só “o mais verbas” que vai dar um melhor funcionamento ao SNS, como noutras áreas. São competências, princípios de igualdade, assumidas responsabilidades. Uma má ou boa gestão não se resolve apenas com mais dinheiro.  

Há que encarar de frente os problemas. Não há justiça enquanto houver injustiça. Quando é dito que só com a banca o estado perdeu, nos últimos anos, cerca de 70 mil milhões de euros. Isto é injustiça.  Na verdade quem ficou a perder, fomos nós, os contribuintes.

As greves sempre foram usadas como meio de exigir pretensões, nem sempre inteiramente legítimas. Os governos só têm uma forma para satisfazer reivindicações que é aumentar receitas e as receitas só têm uma procedência (…) aumento dos impostos? Quem paga, somos nós, os contribuintes.

est.jpgA culpa é do Estado! E quem é o Estado? Quem é o chefe do Estado? Quem perde com as greves? Quem ganha com as greves? O Estado é o quê? Quando falamos do Estado estamos a falar do quê? Por aqui ficamos. A culpa é sempre dos outros! Das falências do estado, maiúsculo ou minúsculo.

publicado por j.gouveia às 11:14

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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2019

TINTIN, HUMOR POLÍTICO-CULTURAL

TinTIn xxx.JPGA série de banda desenhada “Tintin” - repórter belga, viajando pelo mundo - surgiu a 10 de janeiro de 1919 (está a completar 100 anos). O seu sucesso foi de tal ordem que é hoje editada e traduzida em mais de 50 línguas, com vendas acima dos 200 milhões de cópias. Um êxito editorial à escala planetária.

“As histórias nas séries de Tintin caracterizam-se tradicionalmente pelo humor em cenas de ação, o que equivale em álbuns posteriores à sofisticada sátira e comentários de cunho político-culturais”. Uma história de sucesso publicada em livros, jornais, revistas, adaptada ao teatro e ao cinema.

No museu do Tintin, na capital belga, vamos encontrar uma fantástica criatividade que nos leva ao pormenor da história em quadradinhos (banda desenhada) que conquistou e continua a conquistar o mundo, há mais de um século. Desenhos de histórias sumarentas com humor crítico, subtil e mordaz, por dentro e por fora da sociedade sócio-política e cultural. Para todas as idades... Com sorrisos!Tintin 1.2B.JPG

publicado por j.gouveia às 16:04

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CRUZEIRO PELO MUNDO

nav.jpgFoto: Rui Marote

O transatlântico MSG MAGNÍFICA chegou esta manhã ao Funchal. O navio está a fazer uma viagem pelo mundo que durará 119 dias, passando por 49 países. Um cruzeiro de luxo num dos maiores e mais luxosos paquetes. Da Madeira, o navio segue para Philipsburg. Passa pelos mares: Mediterrâneo, Caraíbas, canal do Panamá, Índico e Golfo da Pérsia, com termínus no Atlântico europeu. Uma viagem, entre aspas, milionária!

publicado por j.gouveia às 10:54

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VATICANO NOS JOGOS OLÍMPICOS

O Vaticano pretende participar nos Jogos Olímpicos e, para tal, criou um organismo desportivo denominado "Athletica Vaticana". "No futuro talvez possamos pensar na bandeira do Vaticano, com um pequeno grupo de atletas, como acontece com outros pequenos Estados”, disse o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura, na conferência de imprensa de apresentação deste objectivo.

A equipa da "Athletica Vaticana", composta por cerca de 70 maratonistas funcionários da Santa Sé, já fez uma primeira prova em Setembro de 2017, em Roma, na meia-maratona inter-religiosa "Via Pacis". Entre as iniciativas marcantes deste grupo,  destaca-se a adopção de dois refugiados gambianos, em sintonia com a decisão do Comité Olímpico Internacional de criar uma equipa de atletas refugiados.

p.jpgEm 2018, o Estado da Cidade do Vaticano esteve na inauguração dos Jogos de Pyeongchang, na Coreia do Sul, a convite do Comité Olímpico Internacional. O organismo desportivo agora criado conta ainda com o apoio dos comités Olímpio e Paralímpico da Itália.

publicado por j.gouveia às 10:27

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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2019

CULTURA, MUSEU BERARDO EM ESTREMOZ

be.jpg

Um novo museu da Fundação Berardo, dedicado à arte africana, está na forja e deverá ser inaugurado no próximo mês de agosto. Trata-se do Museu Berardo Estremoz, da Coleção Berardo. Ficará instalado num palácio setecentista, cujo investimento ascende a 2,5 milhões de euros.

O novo museu terá várias coleções de Joe Berardo bem como mais de 1.500 painéis que integram a coleção de azulejos, com exemplares do século XV até o século XXI.

publicado por j.gouveia às 15:56

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CONCURSO DE CONTOS: "OS CLANDESTINOS"

mm.jpg

O Museu do Aljube promove a 2ª edição do Concurso de Contos, este ano, sob o tema “Os Clandestinos”, propondo uma reflexão sobre a Resistência e a vida na Clandestinidade durante a ditadura salazarista. O concurso decorre entre 8 de janeiro e 28 de fevereiro e podem concorrer cidadãos nacionais com mais de 15 anos.
Contamos com a vossa participação.

> Regulamento em www.museudoaljube.pt

Museu do Aljube
Rua de Augusto Rosa, 42 • 1100-059 Lisboa

publicado por j.gouveia às 12:02

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Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2019

CENTENÁRIO DE SIDÓNIO PAIS

Exposição no Panteão Nacional

"Sidónio Pais: o retrato do país no tempo da Grande Guerra", é o título da exposição que está patente no Panteão Nacional
até ao próximo dia 17 de Março. A exposição destina-se a assinalar os 100 anos do assassinato do 4º Presidente da República e  procura dar a conhecer os aspectos mais relevantes da vida e obra do professor, militar e político, tendo ainda como cenário o Portugal daquela altura (final da Primeira Guerra Mundial).

A mostra inclui exemplares de pintura, escultura, têxteis e publicações de alguns dos mais importantes museus, palácios e monumentos portugueses. Reúne vários objectos pessoais, “nomeadamente uma magnífica espada, que ele usava sempre, uns binóculos, assim como objectos ligados à arte de montar, pois fazia gosto em cavalgar e apresentar-se montado num cavalo branco”, contou a directora do Panteão Nacional, instituição onde repousam também os restos mortais do "Rei-Presidente".

Referindo-se a Sidónio Pais, Isabel de Melo recordou que “foi o primeiro (presidente) a preocupar-se com a sua imagem pública, o "marketing", a forma como se deixava fotografar – só de uma certa maneira -, e da sua promoção política”.

SP.png“Deve-se a Sidónio Pais a criação do Serviço de Audiovisuais do Exército e, na exposição, temos filmes da participação portuguesa na Grande Guerra e das várias visitas presidenciais que fez, assim como do seu funeral”, disse.

Paralelamente, “no sentido de contextualizar a época”, a mostra inclui vários obras de arte, nomeadamente esculturas de Teixeira Lopes, Francisco dos Santos e Simões de Almeida, entre outros, e pinturas de Amadeo de Souza-Cardoso, Abel Salazar e Eduardo Viana, uma “custódia magnífica em prata lavrada do Santuário de Fátima, oferta da Quinta da Regaleira (em Sintra, de autoria do italiano Luiggi Manini”, além de várias fotografias.

“A exposição aborda não só a figura do Presidente como a época em que viveu”. Inclui também a descrição “de um ambiente quase misterioso e fantástico”, pelo jornalista Augusto de Castro, de um encontro com o Presidente Sidónio, que, no fim do mandato, se isolou no Palácio da Pena, que “quase funcionou como uma masmorra”.

SP1.jpgSidónio Pais liderou uma insurreição contra o Governo liderado por Afonso Costa e, a 11 de Dezembro de 1917, tomou posse como Presidente do Ministério (actual primeiro-ministro), acumulando as pastas ministeriais da Guerra e a dos Negócios Estrangeiros. A 27 de Dezembro, assumiu as funções de Presidente da República, assumindo desde então "um poder presidencial absoluto" e estabelecendo em Março de 1918 o sufrágio directo e universal para a eleição presidencial.

Em Abril deste mesmo ano, submeteu-se ao escrutínio popular, tendo sido eleito, exercendo as funções de chefe de Estado de Maio desse ano até ao seu assassinato, aos 46 anos, em Dezembro de 1918.

Sidónio Pais encontra-se sepultado no Panteão Nacional desde a abertura do monumento, em 1966. “Curiosamente, desde essa data, é dos poucos túmulos onde nunca faltam flores frescas, além dos de Amália Rodrigues (trasladada em 2001) e de Eusébio (trasladado em 2015)”.

publicado por j.gouveia às 09:33

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MUSEU DO ALJUBE, VIDAS PRISIONÁVEIS

VIDAS PRISIONÁVEIS é um programa que recolhe os depoimentos de ex-prisioneiros políticos e de resistentes à Ditadura. Conta com a presença de público escolar e da comunidade. As sessões são gravadas, de modo a permitir a criação de um arquivo virtual para memória futura.dl.jpgTertúlia; 16 janeiro 2019 – quarta-feira,16 horas.
Auditório do Museu do Aljube

Raul Zagalo
No último dia do ano de 1961, sob o impulso do tufão delgadista ainda e o pano de fundo de uma guerra colonial decidida nos gabinetes do ditador Oliveira Salazar, alguns homens destemidos pensavam começar com o Assalto ao Quartel de Beja a libertação do país.
Raul Zagalo foi um deles.
Conversa conduzida por Ana Aranha, Com a presença de alunos da Escola Secundária José Afonso – Seixal, Escola Secundária de Casquilhos – Barreiro.

publicado por j.gouveia às 09:21

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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2019

CONVERSAS EM FAMÍLIA

Marcelo na televisão falava em liberdades

Foi há 50 anos, no dia 8 de Janeiro de 1969, que se estreava, na RTP, o programa “Conversas em Família”, da responsabilidade de Marcello Caetano. O então presidente do Conselho de Ministros, que sucedeu no cargo a Oliveira Salazar, entrava semanalmente na casa dos portugueses com propostas de reflexão que iam desde a modernidade do sistema político, as reformas governamentais, até às liberdades cívicas e religiosas.

Foi pioneiro na tarefa de “doutrinação” dos cidadãos através do mais eficaz meio de comunicação social, como a  televisão, e expressava-se num estilo acessível, próprio de um professor que ensinava o mais elementar saber e o tom coloquial usado entre próximos e vizinhos de longa data. Nestas “Conversas” usou-se também pela primeira vez um teleponto na televisão portuguesa.mar.jpg

A última emissão (16.ª), aconteceu no dia 28 de Março de 1974 e versou sobre a sublevação militar das Caldas da Rainha, que já anunciava o fim próximo do regime, como veio a acontecer menos de um mês depois, a 25 de Abril.

publicado por j.gouveia às 09:59

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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2019

TELEVISÃO, A GAFFE DO PRESIDENTE

c foto.jpgMarcelo Rebelo de Sousa terá cometido, esta manhã, uma gaffe que acaba por dividir em vez de unir a Comunicação Social.  Entendeu o Presidente da República de telefonar para Cristina Ferreira, no momento em que esta estava a conduzir o seu primeiro programa na SIC. Sabendo-se do impacto que gestos desta natureza têm na opinião pública, o telefonema não só foi inoportuno como de ofensa a todos os outros profissionais ao serviço da televisão, rádio e da imprensa em Portugal.

A justificação que veio a dar (se é que tem justificação em termos de informação) não nos parece que mereça apreciação positiva. Qual o órgão de comunicação social (audio-visual) que não gostava de receber um telefonema, em direto, do presidente da República? Mais ainda quando Marcelo Rebelo de Sousa, que já foi jornalista, sabe o efeito que intervenções desta natureza produzem.

A audiência da SIC subiu ao céu, num momento histórico, que ficará para sempre gravado. Um beija-mão que Cristina Ferreira não precisava, porque já deu relevantes provas do seu emancipado e maduro profissionalismo. “O Programa de Cristinana SIC está fadado ao sucesso, pelo menos na atualidade, e terá sido essa a razão para Marcelo Rebelo de Sousa telefonar. É que se fosse um programa para fraca audiência, talvez não houvesse tanta atenção?

Nada disto tem a ver com a propalada doutrina do populismo… isso é outra coisa!

Video > https://www.youtube.com/embed/eCdW6ybqyHI

publicado por j.gouveia às 17:22

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MEMÓRIA DE NORBERTO BOBBIO

Neste mês de Janeiro, passam 15 anos sobre a morte de Norberto Bobbio (1909-2004), filósofo italiano, nome chave da ciência política europeia. Autor de uma vastíssima obra que se mantém actual, tratou os grandes temas da filosofia do direito e da teoria política, da história das ideias e dos problemas do nosso tempo. Entre os seus livros, destacam-se "O Futuro da Democracia, Direita e Esquerda", "Da Velhice e outros Escritos", e "Autobiografia".

Numa das suas aulas do curso de Filosofia do Direito, em Pádua, concluiu que: "O Estado democrático é aquele em que é realizada, com maior adequação ao modelo ideal, a liberdade de coexistência, ou seja, a coexistência dos seres livres, e portanto a mais próxima realização, entre todas as que a história contemporânea conhece, da comunidade pessoal, e em última análise do ideal de justiça".nob.png

publicado por j.gouveia às 11:04

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Domingo, 6 de Janeiro de 2019

CONTRA OS FANATISMOS

Um fanático não discute, impõe

Fanatismos, extremismos e outros tantos "ismos", estão associados, de um modo geral, a algo de sinistro, obscuro, terrível... As opções moderadas e críticas responsáveis são as mais aconselháveis para se agir em conformidade com qualquer tempo e idade, como alertas e avisos face aos perigos de ditaduras ou massificações.

Neste contexto, recomenda-se o último livro de Amos Oz, escritor israelita, recentemente falecido, intitulado "Caros Fanáticos - Fé, Fanatismo e Convivência no século XXI". Nesta obra - um conjunto de três ensaios, o autor defende a pluralidade de ideias e as diferenças de opinião, como garantia para a realização dos direitos fundamentais do ser humano, sejam em termos da paz e da autodeterminação dos povos, como Oz sempre defendeu para os territórios de Israel e da Palestina.

oz.jpgNesta obra, em forma de testamento, Amos Oz (1939-2018), lembra que "um fanático não discute", não aceita a opinião de outros, não respeita as diferencias seja de quem for, porque o seu intento é impor "uma única crença e uma única ideia". Assim tem sido ao longo da História, com resultados trágicos, conflitos permanentes, guerras e destruições.

Vale a pena  ler esta obra, de uma grande escritor do nosso tempo que chama a atenção para “um sentido de urgência e preocupação, e na crença de que um futuro melhor ainda é possível”.

Publicada dez anos depois de "Contra o Fanatismo", retoma os temas que sempre foram bandeira de Amos Oz, considerado por muitos o Albert Camus (1913-1960) israelita", um fervoroso activista pela paz com os palestinianos e que nos últimos anos, por exemplo, denunciou a política do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, protestando contra o que qualificou “um extremismo crescente” do Governo.

oz1.jpgAmos OZ nasceu em Jerusalém no seio de uma família de origem russa e polaca; estudou Literatura e Filosofia na Universidade Hebraica de Jerusalém, tendo publicado os seus primeiros contos entre 1960 e 1963; participou na Guerra dos Seis Dias e na Guerra do Yom-Kippur e, na década de 1970, esteve entre os fundadores do movimento pacifista Paz Agora (Shalom Akhshav), do qual se tornou o principal representante, tendo sido um dos primeiros defensores da Solução de Dois Estados, para Israel e Palestina.

Publicou dezenas de livros e a sua obra está traduzida em todo o mundo, também em português, destacando-se os títulos: “A Caixa Negra”, “Conhecer Uma Mulher”, “A Terceira Condição”, “Não Chames Noite à Noite”, “Uma Pantera na Cave”, “O Meu Michael”, “O Mesmo Mar”, “Uma História de Amor e Trevas”, “Cenas da Vida de Aldeia”, “Entre Amigos” e “Judas”.

Amoz Oz ganhou vários prémios, incluindo o Prémio Israel, o Prémio Goethe (2005) e o Prémio Heinrich Heine (2008), da Alemanha, o Príncipe Príncipe das Astúrias (2007), o Prémio Primo Levi de Itália (2008), o Femina estrangeiro (1988), de França, e o Franz Kafka (2013), da República Checa, entre mais de três dezenas de distinções internacionais, faltando apenas ser distinguido com o Nobel da Literatura.

publicado por j.gouveia às 09:34

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Sábado, 5 de Janeiro de 2019

CANTAR DOS REIS > TRADIÇÃO MILENÁRIA

"É do dia 5 para o dia 6"... que se canta os reis! Uma tradição que se mantém, embora já não tenha o brilho de outros tempos. Na Madeira e no Porto Santo o registo das tradições não se apagou e são muitos os jovens em romaria com os mais velhos.

O "Cantar dos Reis" é uma festa genuinamente popular e atinge maior fulgor entre as 22 horas do dia 5  até o amanhecer do dia 6 de janeiro. Grupos de homens, mulheres e jovens cantam e bailam ao som da música do rajão, do machete (cavaquinho), da viola, do acordeão e da concertina.

RE.jpgGrupos por toda a ilha vão de porta em porta, os moradores já têm uma mesa  preparada com doçaria e bebidas licorosas (caseiras) feitas pelo Natal. Canta-se, come-se e bebe-se... despois seguem para a casa do vizinho seguinte... e assim se passa a noite dos reis. Uma festa milenária.

Video (Cantar dos Reis na Madeira) > https://www.youtube.com/watch?v=b0U5d88fC6U

publicado por j.gouveia às 17:17

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DIA DE REIS

reis1.jpgNa Madeira é tradição "cantar aos reis", em ambiente familiar e festivo. 

Neste fim-de-semana, 5 e 6 de Janeiro, celebra-se o "Dia de Reis" que, segundo a tradição cristã, seria aquele em que Jesus Cristo recém-nascido recebeu a visita de "uns magos" vindos do Oriente, para adorar o Senhor. O termo "mago" vem do antigo idioma persa e serviu para indicar o país das suas origens: a Pérsia.

Eram reis, porque é um dos sinónimos daquela palavra, também usada para nomear os sábios discípulos de uma seita que prestava culto a Deus único. Esses soberanos honestos e esclarecidos, género cientistas da época, esperavam pelo Salvador, uma expectativa já presente mesmo entre os pagãos.

Deus os recompensou pela rectidão com a maravilhosa estrela, então entendida como um sinal a ser seguido para orientação dos seus passos até onde se encontrava o Menino Deus.

reis.jpgForam eles que mostraram ao mundo o cumprimento da profecia de séculos, chegando ao palácio do rei Herodes e perguntando "pelo Messias, o recém-nascido rei dos judeus", que nascera numa gruta de Belém. Aí, os Reis Magos, depois de adorarem o Messias, entregaram presentes de ouro, incenso e mirra. "O ouro, significa a realeza de Jesus; o incenso, sua essência divina e a mirra, sua essência humana".

Os três Reis, segundo a tradição dos primeiros séculos, chamavam-se: Belchior, Gaspar e Baltazar. Até o ano 474 os seus restos mortais estiveram sepultados em Constantinopla, a capital cristã mais importante do Oriente, depois foram trasladados para a catedral de Milão, em Itália. Em 1164 foram transferidas para a cidade de Colónia, na Alemanha, onde foi erguida a belíssima Catedral dos Reis Magos, que os guarda até hoje.

bolo.jpgAinda com base nesta tradição, e de modo mais popular, temos o "bolo rei" que se partilha entre grupos e famílias, com direito a "fava", e que em tempos mais remotos incluía o costume de ir de casa em casa com cânticos apropriados.

publicado por j.gouveia às 11:02

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Viola clássica Viola/Guitarra
Guitarra/Carlos Paredes
Viola/Gips Kings
Viola/intantil!
Viola/genial!!!
Guitarra Espanhola
Viola:Over the Rainbow
Viola: Kenny Rogers
Viola:José Feliciano