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Terça-feira, 20 de Fevereiro de 2018

VIDA E OBRA DE ANTÓNIO JOSÉ SARAIVA

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Evento cultural. Integrada na série de eventosLeiria Convida…” promovida pelo Município de Leiria e na celebração do centenário do nascimento de António José Saraiva (31.12.1917), realiza-se, no próximo sábado (24 de Fevereiro), pelas 17 horas, na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, uma conversa com a participação da Prof.ª Teresa Rita Lopes.

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publicado por j.gouveia às 10:32

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Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018

E AGORA, COMUNICAÇÃO SOCIAL...

Em Janeiro de 2011, Cavaco Silva, disse aos jornalistas: "Eu não vejo televisão e não leio jornais”. Uma afirmação nada abonatória para a comunicação social. Os jornalistas ouviram e calaram-se, e mesmo que alguém tenha questionado o porquê de tal desabafo, a verdade é que Cavaco Silva manteve o que disse, ao não acrescentar mais nada.

No ano passado (2017), o Prof. Cavaco Silva voltou a falar denotícias políticas falsasna comunicação social portuguesa. “Há muita coisa para fazer na vida melhor do que perder tempo com informação que não acrescenta nada de útil”, uma critica directa aos jornais, rádios e televisões.

Uma vez mais não se levantaram vozes contra, ou se houve foram quase nulas. Nem quando o ex-presidente da República observou queaos chamados comentadores da TV e da rádio, que são muitas centenas, vocês chegam à conclusão dos que valem a pena e não esgotam os dedos de uma mão”. Se tais afirmações não são de desrespeito ou de desprezo pela comunicação social, o que poderá significar?

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Agora que se ouve, por outras palavras, Bruno de Carvalho, presidente do Sporting Clube de Portugal, criticar a comunicação social, com outra crueldade ou vernaculidade, as reacções parecem despertar para outras atenções. A ofensa à comunicação social está nas palavras de ambos (Cavaco e Carvalho).

E agora? Ler ou não ler jornais é decisão que cabe unicamente a cada cidadão. Compete aos jornais e às televisões contrariar tais observações, venham de quem vier. Na certeza de que as "boas notícias", com isenção e rectidão,  têm sempre bons e mais leitores. O mais são ruídos!

publicado por j.gouveia às 12:33

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MEMÓRIAS DE SEMPRE

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Museu do Aljube: Rua de Augusto Rosa, 12 (próximo da Sé de Lisboa)

publicado por j.gouveia às 09:55

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Domingo, 18 de Fevereiro de 2018

CORRENTES D´ESCRITA NA PÓVOA DE VARZIM

Fotografia revela o que escondem as palavras

Na próxima semana, as atenções do mundo da literatura ibero-americana vão estar centradas na Póvoa de Varzim, com a realização de mais uma edição do encontro Correntes d’Escritas, que tem a sessão oficial de abertura agendada para as 11 horas, de 21 de Fevereiro, no Casino da Póvoa, e a sessão de encerramento marcada para as 18:30 horas, de 24 de Fevereiro, no Cine-Teatro Garrett.

Para o "Correntes d’Escritas", a Porto Editora reservou três lançamentos: Bangladesh, talvez e outras histórias , de Eric Nepomuceno (dia 22, 12:00, sala de atos do Cine-Teatro Garrett); Gungunhana, de Ungunali Ba Ka Khosa (dia 22, 12:00, sala de atos do Cine-Teatro Garrett); e Um muro no Meio do Caminho, de Julieta Monginho (dia 23, 12:00, sala de atos do Cine-Teatro Garrett).

Paralelamente, nota para a participação de outros autores do Grupo Porto Editora neste Encontro: Ana Luísa Amaral e Filipa Leal vão estar na Mesa 1.

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>"Hoje são estas palavras, amanhã não sei” (dia 21, 17:30, sala principal do Cine-Teatro Garrett); Alberto S. Santos vai estar na Mesa 2 “Escrever é um caso de circunstâncias” (dia 22, 10:00, sala principal do Cine-Teatro Garrett); Luis Sepúlveda estará com Daniel Mordzinski à conversa sobre “A fotografia revela o que escondem as palavras” (dia 22, 17:00, na sala de atos do Cine-Teatro Garrett);

Karla Suarez estará na Mesa 5, “O que escrevo atormenta o que sou” (dia 23, 10:00, sala principal do Cine-Teatro Garrett); Francisco José Viegas modera a Mesa 7, “Escrever é provocar o fracasso” (dia 23, 18:00, sala principal do Cine-Teatro Garrett); e Daniel Jonas e Luis Sepúlveda participam na Mesa 10, “Entre mim e a escrita, o purgatório” (dia 24, 15:30, sala principal do Cine-Teatro Garrett).

Recomenda-se

publicado por j.gouveia às 09:37

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Sábado, 17 de Fevereiro de 2018

ARMADILHAS E LIBERTAÇÃO QUARESMAL

Não vou falar de terrorismo. Dentro de nós temos emboscadas astutas. Ao carnaval, o de toda a vida, segue-se a quaresma, tempo de avaliar as forças inimigas e inspecionar as defesas disponíveis e pôr de parte a mentira. Vivemos tempo de medidas de saúde integral, também do espírito.

A liberdade, dom de valor incalculável, nunca está garantida nem pela sociedade nem pelo próprio. Todas as medidas de defesa da liberdade são ameaçadas por poderes de domínio e subjugação dos neurónios a consumos benéficos e inimigos. Precisamos de consumir para o bem-estar integral da vida, mas não tudo o que nos impingem.

Os consumos prejudiciais, inconvenientes e tóxicos ameaçam a saúde; mas produtos bons e necessários à vida, em excesso, também nos armadilham a liberdade e a bondade. Aqui começam as ilusões e o alerta ao bem-estar integral e dos “encantadores de serpentes” que se aproveitam das emoções agradáveis do consumo para fazer de pessoas livres escravos.

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Repare o leitor: produtos bons ameaçam mais a saúde que os tóxicos. Estranho! Quando dizemos “mais” pensamos nas percentagens de pessoas que se deixam armadilhar e prejudicar por eles e prejudicam os outros; não neutralizam as armadilhas a tempo. Daqui a necessidade de jejum.

Nos consumos de tabaco, drogas, pornografia, crime organizado, atrasar-se pode ser fatal se a prevenção chegar tarde demais; a liberdade fica presa nos neurónios e nas redes de fornecimento e publicidade. Nos consumos úteis, os riscos começam nos excessos e na falta de vigilância.

As armadilhas ameaçam. O consumo bom, se em excesso, destrói como o tóxico; prejudica a saúde integral, do corpo e do espírito sem se dar por isso, atinge os neurónios.

Nesta quaresma o papa Francisco vai direto a muitos destes consumos ilusórios que «multiplicam a iniquidade e levam a resfriar o amor de muitos» (Mt 24,12). Os enganadores estendem laços contra a saúde e a qualidade moral. São armadores de ratoeiras de manipular e escravizar.

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São «encantadores de serpentes»; «encandeiam pelas adulações de um prazer de poucos instantes»; pela ilusão do dinheiro ficam “escravos do lucro» e escravizadores dos outros que são pressionados por outras ânsias a fornecer-lhes lucros por consumos.

Os dependentes de alguma coisa, mesmo boa, perdem parte da liberdade, fazem mal a si mesmos e aos outros (à humanidade) na saúde/salvação do corpo e do espírito.

Mas se pensarmos bem, como dissemos, as pessoas que podem causar mais mal a si e aos outros são os dependentes de muito poder, de muito dinheiro, de ânsia de lucrar sempre mais, de enriquecer mais á custa de excessos, de fome e destruição dos outros.

O dependente do dinheiro destrói mais vidas, impede mais a partilha e o bem comum; faz morrer mais gente de fome. O muito, muito rico compra a alma dos outros. Quem são os que mais compram e vendem pessoas, crianças e jovens?

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Os que já têm muito dinheiro e muita ânsia de ter mais e ser dos mais ricos. Compram pessoas, criam dependentes dos seus produtos, úteis e nocivos, geram escravos dos seus luxos, prazeres, vaidades, orgulho. Escravos que escravizam.

O Papa não poupa as palavras sobre “a ganância do dinheiro”, “o que mais apaga o amor”, a «raiz de todos os males» (I Tm 6,10) e gera violência contra “o bebé nascituro, o idoso doente, o hóspede de passagem, o estrangeiro”. Esses gananciosos vivem de espírito armadilhado, não podem entrar no Reino de Deus, que é um reino de irmãos! A não ser que deixem Deus libertá-los das armadilhas (cf. Lc 18, 24-27).

O ganancioso depende de bens que não precisa, a que está preso pela ânsia de ter sempre mais; alivia-se com a “droga” de mais dinheiro para ser o seu deus. E para que não falte lucro à sua ânsia, amarra outros ao seu consumo. 24.000 pobres morrem de fome por dia no mundo; cada dois dias cresce mais um bilionário; 80 dos quais detém tantas riquezas como dispõem cerca de três biliões das pessoas mais pobres do mundo e lucram milhões em abortos e redução de natalidade. 1% se da população apodera-se de cerca de 80% da riqueza que se desenvolveu durante 2017 em todo o mundo.

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O Papa e a Igreja católica nesta quaresma propõem oração ao Pai, esmola aos irmãos pobres e jejum dos alimentos que podem oferecer a Deus em favor dos seus filhos mais pobres.

Só assim, lembra o papa, se consegue a libertação da mentira das corrupções, da ganância que gela o coração, da violência contra os fracos e se pode viver a experiência enriquecedora dos que “não possuem sequer o mínimo necessário, provando dia a dia as mordeduras da fome”.

E só assim permitimos que Jesus Cristo, Filho de Deus desarmadilhe e liberte das ratoeiras da “difusão da iniquidade no mundo” e das pestes de todas as corrupções galopantes. Admiram-se que o papa e a Igreja paguem esta fé-ação de amor por Cristo e os seus pobres com centenas de mártires?

Funchal, 4ª feira de cinzas
Aires Gameiro

publicado por j.gouveia às 10:14

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Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2018

O MESTRE DA GUITARRA PORTUGUESA

O mestre da guitarra portuguesa - Carlos Paredes, se fosse vivo, festejaria, hoje, o seu 93.º natalício. Nasceu em Coimbra (16 de Fevereiro de 1925), no seio de uma família de famosos compositores (Gonçalo e Artur Paredes), mas cedo veio para Lisboa onde se distinguiu na arte da guitarra, a ponto da sua mão ficar conhecida como "a mão dos mil dedos".

Um dos seus mais notáveis trabalhos musicais integrou o filme "Verdes Anos", com tal sonoridade que ainda hoje é um prazer ouvir, sem parar.

No ano em que Carlos Paredes morreu (2004), Manuel Alegre dedicou-lhe o poema "Guitarra Lusitana", que também é oportuno recordar nesta data do mestre inesquecível:

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A palavra por dentro da guitarra

a guitarra por dentro da palavra.
Ou talvez esta mão que se desgarra
(com garra com garra)
esta mão que nos busca e nos agarra
e nos rasga e nos lavra
com seu fio de mágoa e cimitarra.

Asa e navalha. E campo de Batalha.
E nau charrua e praça e rua.
(E também lua e também lua).
Pode ser fogo pode ser vento
(ou só lamento ou só lamento).

Esta mão de meseta
voltada para o mar
esta garra por dentro da tristeza.
Ei-la a voar ei-la a subir
ei-la a voltar de Alcácer Quibir.

Ó mão cigarra
mão cigana
guitarra guitarra
lusitana.
(Autor: Manuel Alegre)

Video > https://www.youtube.com/watch?v=yGWt-Ebiv-Y

publicado por j.gouveia às 11:33

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FERNANDO PESSOA EM EDIÇÃO DIGITAL

Realiza-se na próxima terça-feira (20 de Fevereiro), pelas 18 horas, no Auditório da Biblioteca Nacional, a apresentação da Edição Digital de Fernando Pessoa: Projetos e Publicações.

A apresentação está a cargo de Pedro Sepúlveda (IELT, FCSH-UNL) e de Ulrike Henny-Krahmer (CCeH), responsáveis pela coordenação editorial e técnica da edição.

> De uma colaboração entre o Projeto Estranhar Pessoa (IELT, Universidade Nova de Lisboa) e o CCeH (Cologne Center for eHumanities, Universidade de Colónia) nasce a Edição Digital de Fernando Pessoa: Projetos e Publicações. Esta inclui, numa primeira fase, uma edição das listas de projetos editoriais de Fernando Pessoa, assim como do corpus da poesia publicada em vida pelo poeta, em jornais e revistas, no período compreendido entre 1914 e 1935.

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O portal encontra-se disponível a todos os utilizadores, ainda que de forma parcial, em versão beta, estando já acessível a totalidade do corpus da poesia publicada em vida e uma parte significativa das listas de projetos editoriais.

Se é certo que Fernando Pessoa é um autor cuja obra se encontra principalmente contida num espólio, tendo apenas uma pequena parte da mesma sido publicada em vida, não é menos certo que para o poeta a projeção de uma edição e publicação da obra era decisiva.

As suas inúmeras listas de projetos editoriais não só projetavam a obra para uma futura publicação como lhe conferiam uma organização própria, permitindo ler tanto os fragmentos do espólio quanto as publicações em vida enquanto partes de um mesmo todo.

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A edição digital tem por base a codificação eletrónica dos documentos seguindo a norma TEI, a apresentação dos respectivos fac-símiles e a inclusão de diversos modos de transcrição dos textos.

Esta edição pretende contribuir para um mapeamento do espólio do poeta e uma clarificação da cronologia da obra, pensada a partir da relação entre o carácter potencial dos projetos e a realidade das publicações.

O portal facilita um percurso histórico e cronológico pelos documentos, oferendo diversos modos de acesso à obra, nomeadamente através de referências a títulos de obras e nomes de autor<.

publicado por j.gouveia às 09:31

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Quinta-feira, 15 de Fevereiro de 2018

JORNALISMO LIVRE C/MEDO

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Quem passa, pela manhã, pelos quiosques dos jornais e revistas vê pequenos “montes” destas publicações. Nada de anormal. O estranho é ver, pouco antes do fecho dos quiosques, praticamente os mesmos “montes” que vimos pela manhã. Conclusão; todos os dias milhares de jornais e revistas vão para o lixo. Prejuízo acumulado, sobrevivência ameaçada, dependência forçada, jornalismo deficitário, liberdade sob a tortura do medo.

E a pergunta coloca-se: Não há jornais para os leitores, ou não há leitores para os jornais? O produto jornalismo pode ter várias tipologias, pode ser pensado a partir de contextos diferentes, o que não pode é deturpar a realidade nem ser marionete do poder, seja económico, político, religioso, judicial, autárquico, governamental ou de qualquer outro. Não basta dizer que há liberdade de imprensa (que em Portugal tem limites), é preciso que o jornalismo seja poroso, olhos nos olhos.

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Nada do que dizemos é novo. O fracasso financeiro das empresas jornalísticas traduz-se no fracasso da informação. Deixou de haver a crítica textual, o trecho intelectual foi menosprezado, a veracidade dos factos passou a ser substituída pela suposição. O jornalismo perdeu o estatuto de dar a notícia pela notícia depois de ouvidas todas as partes.

Os textos não podem deixar de ser patrimónios intelectuais dos jornalistas, nem as fotos dos fotógrafos profissionais. Enquanto houver um jornalismo dito livre c/medo, os quiosques vão continuar a abarrotar de jornais e revistas. E o preço dos jornais em Portugal até é dos mais baixos da Europa.

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FESTIVAL MILENAR DE LANTERNAS

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O Festival de Lanternas Qinhuai, na China, é único no mundo e está classificado  como Património Cultural da Humanidade. São mais de 230 laternas em exibiçao, até final de Março, e integra as festividades comemorativas do Ano Novo Chinês.

Trata-se de um evento milenar que regista a participação de mais de 15 milhões de pessoas e mais de 120 milhões de visitantes.

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publicado por j.gouveia às 11:16

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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2018

TÚMULO SEPARA PRÍNCIPE DA RAINHA

Faleceu, ontem, aos 83 anos, o príncipe Henrique da Dinamarca. O seu casamento, em Junho de 1967, com a rainha Margarida gerou muita polémica, ao ponto de levar a monarquia dinamarquesa a lhe recusar a atribuição do título de rei.

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Foi um príncipe agastado com a petulância monárquica escandinava. No ano passado (2017), Henrique afirmou que, quando morresse, não queria ser enterrado ao lado da esposa, a rainha, porque não tinha o título de rei. No cemitério, a separação do Príncipe da Rainha é um facto consumado. 

Henrique (1934-2018) não resistiu a um tumor benigno num pulmão. De seu nome completo Henri Marie Jean André de Laborde de Monpezat, nasceu em Talence, cidade francesa, na região de Bordéus.

publicado por j.gouveia às 17:54

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HOTELARIA COM SABOR A CHOCOLATE

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No centro histórico de Montemor-o-Novo fomos encontrar um dos mais “adocicados” hotéis do mundo. Concebido a partir de uma antiga fábrica de chocolate da Real Companhia de Cacau, estabelecido num palacete do século XIX.

Hotelaria (5 estrelas), gourmet e chocolataria, em sintonia inovadora, numa conjugação associada à tríade do turismo de repouso e retemperador. Os estrangeiros elogiam, os portugueses recomendam, os que por lá passam não esquecem o meio ambiente, a qualidade e uma restauração à base de produtos biológicos.

O chocolate está presente, a fazer jus à fama da boa doçaria tradicional alentejana.

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publicado por j.gouveia às 14:53

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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018

A BIBLIOTECA DE... NA RÁDIO RENASCENÇA

Unidos pelo amor aos livros, dois jornalistas juntam-se na Rádio Renascença (RR) para visitar as Bibliotecas de leitores de renome e desafiam o convidado de cada edição a ler alguns excertos do seu livro preferido.

Filipa Martins é jornalista e escritora. Colaborou no Diário de Notícias, Notícias Magazine, Evasões, LER e Jornal i. Foi assessora de comunicação da secretaria de Estado da Cultura. Recebeu o prémio Revelação em 2004, na categoria Ficção, atribuído pela APE (Associação Portuguesa de Escritores). Tem 3 romances publicados.

Rui Couceiro é editor e coordenador cultural do maior grupo editorial português. Foi jornalista, com um percurso de oito anos de rádio e passagens pela imprensa e pela televisão, e assessor de comunicação. A identidade sonora do novo espaço da Renascença é da autoria de Rodrigo Leão.

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A primeira edição vai para o ar amanhã (quarta-feira), 14 de Fevereiro, pelas 23 horas, e o convidado é o Prof. Eduardo Lourenço. Outros nomes já convidados para as próximas edições são Aldina Duarte, Rui Veloso e Rita Rato.

‘A Biblioteca de…’ estará disponível em podcast e pretende-se que seja um espaço de partilha.

Mais informações em www.rr.pt

publicado por j.gouveia às 18:23

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CARNAVAL NA "TERCEIRA IDADE"

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O Carnaval é também para os seniores/idosos. A melhoria da qualidade de vida dos seniores confere possibilidades outrora limitadas. Em 1974, o índice de alfabetização da população portuguesa situava-se nos 70 %, hoje está acima dos 94 %, um salto considerado gigante para um país que é 90 % católico e que, apesar dos avanços alcançados, ainda está abaixo da média da União Europeia (UE).

Um pouco por todo o país o Carnaval teve a participação de seniores/idosos. Primeiro as crianças, seguindo-se os adultos e depois os seniores. Imagens que não eram comuns no nosso país. Milhares de idosos “mascarados” não se deixaram ficar, tivessem alguma deficiência física, estivessem com bengala ou cadeira de rodas, entraram nas festividades, com idades próximas do centenário. Seniores sem complexos e com espírito de vencedores.

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É verdade que Portugal está a aumentar a sua população idosa, com mais de 65 anos. Uma realidade muito idêntica à de Espanha, França e Itália, países onde o envelhecimento dos cidadãos está a atingir níveis não previstos. As últimas estatísticas referem que a esperança de vida dos portugueses é de 74 anos (homens) e de 81 anos (mulheres), havendo outrossim um significativo aumento de portugueses com mais de 80, 90 e 100 anos de idade.

O fim… esse desconhecido, está longe de ser desvendado! Já o Carnaval não tem idade nem mistério.

publicado por j.gouveia às 17:11

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Segunda-feira, 12 de Fevereiro de 2018

RIR DE SI PRÓPRIO

Acaba o Carnaval... começa a Quaresma

Uma sugestão para o divertimento sem regras ou exibição de tradições que perduram desde o tempo do chamado "paganismo": o Carnaval é a altura do ano que propõe uma mudança de comportamentos, sem antes esconder por detrás das máscaras a realidade que a cada um convém.

A alegria, a festa, o excesso, a comédia, a sátira e as brincadeiras em geral pressupõem a oportunidade de "rir de si próprio", como para afugentar as tristezas e os pessimismos do "fim do mundo" que, ao longo da vida, se vão acumulando com alguma preocupação, mas com a noção de que tudo é breve e passageiro.

É o que acontece logo a seguir aos "disfarces carnavalescos", começa a "Quaresma" da purificação/conversão durante 40 dias, para uma "limpeza" mais "profunda e espiritual" do "ser humano", da "pessoa", individual e socialmente.

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Carnaval não é de menosprezar em termos de importância e seriedade, pois, também poderá ser uma ocasião para "rir" da nossa própria condição, como já defendiam os antigos Gregos com as "comédias", em que os actores de teatro se apresentavam com as necessárias "máscaras" para melhor definirem a "personalidade" que representavam.

Neste contexto, é bom lembrar o grande Aristófanes, nascido em Atenas cerca de 450 antes da nossa era, autor de "As Nuvens" e "Os Cavaleiros", entre outros textos levado à cena em todos os séculos, por se revelarem uma autêntica "lição" para todos os tempos.

Como escreve Roger-Pol Droit no livro "Voltar a ler os Clássicos": "A grande invenção do teatro cómico grego é que não nos rimos de uma pessoa qualquer, nem dos outros, nem de situações longínquas, extraordinárias ou convencionais. Os espectadores riem, em conjunto, deles mesmos.

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Das suas pequenas misérias e das suas grandes desgraças, das suas excentricidades, das suas ridicularias, das suas dificuldades do momento, das suas querelas políticas, das suas inquietações económicas, militares, e sociais... o cómico alimenta-se do público, para lhe fazer ver, de forma ampliada, caricaturada, como  lupa, os seus defeitos e a sua maneira de ser. O riso provém de um espelho deformador"...

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publicado por j.gouveia às 09:36

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Domingo, 11 de Fevereiro de 2018

CARNAVAL DA MADEIRA EM DIRECTO PARA O MUNDO

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Carnaval na Madeira mantém a multiculturalidade dos anos anteriores. O cortejo alegórico sobressai pela concepção artística apresentada pelos vários grupos, com mais de um milhar de figurantes, e pela participação dos turistas estrangeiros.

Música, luz e cor, animam o Funchal, com a hotelaria a registar uma ocupação da ordem dos 70 por cento. Uma vez mais o Carnaval na Madeira apresentou um misto veneziano e brasileiro, clássico e popular, imagens não vistas em nenhum outro carnaval português.

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O êxito está garantido, tanto a nível social e promocional como financeiro, com transmissão em direto pela televisão (portuguesa e estrangeira). Estima-se em cerca de um milhão de pessoas que, em todo o mundo, vêm o Carnaval da Madeira/2018,  com destaque para as comunidades na diáspora.

Video > https://www.youtube.com/watch?v=k9GwqiMDHew

publicado por j.gouveia às 10:39

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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018

MALASSADAS E SONHOS COM MEL-DE-CANA

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A tradição manda que na Madeira o Carnaval seja festejado com doces tradicionais: "sonhos e malassadas" para se fazer bom uso dum produto tipicamente regional como é o "mel de cana sacarina".

Há receitas antigas que atestam este hábito de comer "sonhos e malassadas" só no Carnaval, com a maior das facilidades, à base de farinha, abóbora amarela ou batata-doce, é só experimentar. Bom apetite!

NB: Não confundir com filhoses, ainda que tenha alguma semelhança.

publicado por j.gouveia às 18:36

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MEMÓRIA DE MARIA LEONOR

Fez, ontem (9 de Fevereiro), 30 anos sobre a morte de uma personalidade única nos meios audiovisuais portugueses: Maria Leonor (Lisboa 1920-1988), pioneira da rádio e da televisão em Portugal. Membro de uma geração de grandes locutores que deixaram marca: Artur Agostinho, Fernando Pessa, Curado Ribeiro, Igrejas Caeiro, Pedro Moutinho (com quem foi casada)...

O nome e a personalidade de Maria Leonor evocam tempos de alta qualidade, em que a "voz" era elevada à condição de "mestra" frente ao microfone..., em que tudo se dizia bem, ao nível da pronúncia e do tom correspondente a cada texto lido em forma de drama, comédia ou simples crónica... "A Rádio era a voz...", dizia-se então... e Maria Leonor, nesse aspecto, era modelo a seguir sem hesitações.

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Numa breve pesquisa sobre a sua biografia (no “Dicionário de Mulheres Célebres”, de Américo Lopes de Oliveira, Lello & Irmão Editores, entre outras fontes) ficamos a saber que Maria Leonor: "Entrevistou, em línguas estrangeiras, mais de 500 personalidades de nível internacional, para a Rádio e TV. Foi o primeiro repórter da Rádio feminino enviado ao Brasil. Foi a única monitora feminina que trabalhou na rádio Europa Livre (Munique) em 1963, e, em 1964, representou Portugal no programa de Natal da Radiodifusão Francesa.

A sua estreia foi na Emissora Nacional, em 1945. A partir de 1950, Maria Leonor, emprestou a voz ao serviço automático de horas dos Telefones, a gravação foi feita em Paris. Trabalhou ainda para a ONU. Os seus dotes de comunicadora encontram-se bem patentes nas mais de 500 entrevistas feitas, na rádio e na televisão.

publicado por j.gouveia às 10:40

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Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2018

DEPUTADO DA "ALA LIBERAL" ELEITO PELA ESQUERDA

Faz, hoje, dezasseis anos, que faleceu o mais jovem deputado da antiga Assembleia Nacional (AN). Eleutério Gomes de Aguiar (1940-2002), professor e jornalista, bolseiro do Instituto da Alta Cultura, Conselheiro Nacional de Reabilitação, Director do Instituto de Surdos da Madeira (ISM). Pela obra inovadora criada no ISM foi distinguido pela Comunidade Europeia.

Integrou a Ala Liberal na AN, nas X e XI Legislaturas, pelo círculo do Funchal, ao lado de Sá Carneiro, Pinto Balsemão, Magalhães Mota, Miller Guerra, Mota Amaral, entre outros “insignes políticos do período da transição para a democracia em Portugal”.

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Eleutério de Aguiar. (Na foto seguinte) - Seus colegas na Ala LIberal da Assembleia Nacional (AN): Magalhães Mota, Sá Carneiro e Pinto Balsemão. 

Com a mudança de regime (1974) optou pela saída da política activa, sem deixar de colaborar com organismos empenhados na democracia. Declinou o convite de Sá Carneiro (seu colega na Ala Liberal) para ficar à frente do PPD/PSD, na Madeira, ao contrário de Mota Amaral que aceitou para os Açores. O Prof.º Eleutério de Aguiar era um dos benjamins do Prof.º Marcelo Caetano, tendo o seu nome sido ventilado para ministro da educação.

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Um facto curiosíssimo foi ter sido eleito, por aclamação, presidente do Colégio Eleitoral dos Árbitros de Futebol Portugueses, logo após a Revolução do 25 de Abril, cujas funções cessaram com a integração da Arbitragem na Federação Portuguesa de Futebol.

Eleito numa Assembleia, em Lisboa, maioritariamente participada por comunistas e socialistas de esquerda, quando todos sabiam que o Prof. Eleutério de Aguiar acabava de sair de deputado da Assembleia Nacional. Manteve a sua fidelidade de princípios e a sua eleição de deputado da "Ala Liberal" não obstou a que a esquerda revolucionária lhe desse o seu voto para o alto cargo na arbitragem do futebol. Estava na política para servir e não para se sevir. 

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Por mais de uma vez, foi convidado para regressar à política activa mas sempre declinou. Foi sua a iniciativa de sugerir a Sá Carneiro o convite à Alberto João Jardim, cujo percurso político e de presidente do Governo da Madeira é conhecido.

Até o seu falecimento (aos 62 anos), Eleutério de Aguiar dedicou-se ao ensino e ao jornalismo, tendo ainda dado a sua coloboração em diversos organismos sociais, desportivos e filantrópicos.

publicado por j.gouveia às 15:47

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 VIVA FREGUÊS... e assim se vende em bom português.

publicado por j.gouveia às 12:08

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NA CASA-MUSEU DE FERNANDO PESSOA

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Qualquer que seja o colóquio sobre Fernando Pessoa, tantas palavras mil ditas e editadas, vamos sempre ouvir (descobrir) algo de novo! Assim se revelou, ontem, na Casa-Museu do maior poeta-pensador do século XX português. Investigadores apresentaram “teses” nunca concluídas porque a obra pessoana, em si, não parece ter fim.

O fenómeno da heteronímia, as ciências ocultas, astrologia e o esoterismo, o valor metodológico e modal, a dimensão ontológica, as cartas para Ofélia Queirós e para uma jovem inglesa que trabalhou para os serviços secretos britânicos durante a II guerra mundial, o objecto literário e a fragmentação, os mais de 27 mil livros autógrafos pessoanos, em várias línguas, na sua maioria em inglês, e outras breves migalhas dão para perceber a dimensão deste vulto imortal.

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 A máquina de escrever que Fernando Pessoa mais utilizou.

Uma manhã-tarde passada a uma velocidade de cruzeiro, tal o interesse despertado. De Fernando Pessoa nunca se sabe se sabe ou se não se sabe. Passa da nossa parte de compreender a não compreender. Pessoa deixou todas as páginas em aberto, parece não acreditar na realidade, antes cria, toda a sua obra está fragmentada.

Será que o complexo, dentro do complexo, é o complexo que ele procurava ter? A escrita pessoana parece nos dizer que todos nós podemos escrever a história da nossa epopeia. O livro “Desassossego” pode ser visto como um possível romance de consciência, objecto literário não identificado!

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Escrever sobre Fernando Pessoas é um nunca concluir, tantas são as narrativas e azimutes que nos coloca. Faleceu há 83 anos e continua “vivo” como nenhum outro escritor português já falecido. Visitar a sua Casa-Museu, em Lisboa, é o melhor testemunho que podemos deixar. Ele, está, ali!

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Quarto de dormir, com os móveis, tal como o poeta deixou, em 30 de novembro de 1935. Tinha 47 anos, nasceu a 13 de junho de 1888.

publicado por j.gouveia às 11:12

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